dez 02 2008
Motivos para amar o Twitter, por Tim O’Reilly
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Positiva a opinião de Tim O’Reilly, criador do termo Web 2.0, sobre a mística de atração do Twitter aos hard users da internet. O’Reilly é claro e objetivo: a funcionalidade, simples, atrai cada vez mais pessoas ao microblogging de maior sucesso no mundo.
O’Reilly anotou seis motivos por sua “paixão” ao serviço de postagens de conteúdos de até 138 caracteres e, sinceramente, não escreveu nada demais: praticamente decifrou sua proposta e foi sincero na questão envolvendo facilidade, velocidade e informação.
Se você está preocupado sobre o que eu penso, você deve saber que o Twitter é a melhor maneira de visualizar como as pessoas “enxergam o mundo”. A ferramenta não promove discussões. Eu não procuro isso. Quero agregar dados.
O sentimento [egoísta e positivo] de agregar informação sem o próximo perceber deixa a ferramenta ainda mais interessante. Não há a questão “posso ser seu amigo?”. Você pode ser o espreitador, o famoso observador, sem ao menos que o próximo que você esteja seguindo perceba.
Quando há uma leve discussão envolvendo um fato, por exemplo, a arroba (@) torna-se imprescindível. Mostra como cada um exprime sua opinião no momento, criando sem perceber uma rede social por interesse, já que muitos utilizam o Twitter Search para ler o conteúdo alheio.
Outro ponto pertinente do argumento de O’Reilly é a mobilidade do serviço. O Twitter transcende a web. É um serviço que caiu nas graças de muitos apenas por seu uso no celular.
E toda essa receita, aliada claro ao buzz da rede, provocou a popularização do Twitter. A ferramenta não tem nada demais, não compartilha arquivos, não envia imagens, vídeos, mas por ser “básica”, eficiente a credenciou como um interessante artifício para promover mudanças, por exemplo, no jornalismo.


















