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	<title>De Repente &#187; culturaweb</title>
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	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>Preconceito virtual e, não, xenofobia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 21:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O offline como potencializador do online: intolerância do mundo &#8220;virtual&#8221; ao real Xenofobia é um termo costumeiramente usado nas aulas de Geografia do Ensino Médio ou Fundamental das escolas de todo o país. Principalmente no momento em que o professor &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/11/01/preconceito-virtual-e-nao-xenofobia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3282 aligncenter" title="imagem-flickr" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem-flickr.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
<span style="color: #ff0000;"><em>O offline como potencializador do online: intolerância do mundo &#8220;virtual&#8221; ao real</em></span></p>
<p>Xenofobia é um termo costumeiramente usado nas aulas de Geografia do Ensino Médio ou Fundamental das escolas de todo o país. Principalmente no momento em que o professor explana sobre o Velho Continente. Segundo o dicionário, <a href="http://dic.busca.uol.com.br/result.html?t=10&amp;ref=homeuol&amp;ad=on&amp;q=xenofobia&amp;group=0&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank">xenofobia</a> significa &#8220;aversão a pessoas e coisas estrangeiras&#8221;. Nesta segunda-feira, uma gritaria virtual em torno do tema chegou equivocadamente &#8211; e, mais uma vez -, ao Twitter.</p>
<p>A declaração em até 140 caracteres de uma jovem estudante <a href="http://www.google.com/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Apt-BR%3Aofficial&amp;q=Nordeste+Twitter+xenofobia&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">pipocou na rede</a>. Ela se mostrou revoltada com a vitória de Dilma Rousseff sobre José Serra na corrida presidencial e atribuiu o triunfo à população do Nordeste. Diz a jovem: &#8220;Nordestisto não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!&#8221;.</p>
<p>O tweet foi como um foguete – deixou o solo virtual do Twitter rapidamente. No entanto, a discussão em torno do assunto veio com um mero engano. Xenofobia pressupõe aversão a objetos e indivíduos de estrangeiros. No caso, a intolerância foi local. Xenofobia vem do grego. <em>Xénos</em> significa estrangeiro; <em>phobos</em>, medo.</p>
<p>A manifestação – que deve ser condenada – será um dos próximos princípios a serem discutidos no país. Não tem jeito. Com a popularização e acesso maciço à web, o episódio que sempre aconteceu na sociedade brasileira será transferido para plataformas digitais. É o on-line como potencializador do off-line e vice-versa. Para tanto, deixo uma sugestão de leitura, da pesquisadora <a href="http://www.zephoria.org/thoughts/archives/2010/07/21/myspace-and-facebook-how-racist-language-frames-social-media-and-why-you-should-care.html" target="_blank">Danah Boyd</a> (em inglês), que trata de forma brilhante sobre o assunto.</p>
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		<title>Por um Facebook com mais usuários do Orkut</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/10/25/por-um-facebook-com-mais-usuarios-do-orkut/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 07:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns meses, Orkut e Facebook travam um duelo nada silencioso – e esperado – pela preferência dos brasileiros nas redes sociais. O primeiro ainda reina no segmento, com mais de 29 milhões de visitantes únicos no mês de agosto, &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/10/25/por-um-facebook-com-mais-usuarios-do-orkut/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3259 aligncenter" title="facebook1" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/facebook1.jpg" alt="" width="500" height="196" /></p>
<p>Há alguns meses, Orkut e Facebook travam um duelo nada silencioso – e esperado – pela preferência dos brasileiros nas redes sociais. O primeiro ainda reina no segmento, com mais de <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/twitter/acesso-ao-facebook-sobe-480-orkut-ainda-reina-no-pais/" target="_blank">29 milhões de visitantes únicos no mês de agosto, segundo recente estudo da Comscore</a>. No entanto, tem visto o seu maior concorrente avançar de forma eficiente. O mais novo recente episódio da batalha estava previsto para ser lançado na última sexta-feira. De olho no confronto para atrair mais adeptos ao serviço, a rede social de <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/marck-zuckerberg-facebook-oferece-comeca-atrair-brasileiros" target="_blank">Mark Zuckeberg</a> apresentará aos mais de 500 milhões de cadastrados sua nova arma – a possibilidade de encontrar seus amigos do Orkut no Facebook.</p>
<p>O recurso, ainda não disponível, será a nova isca para conquistar novos adeptos. O Brasil é um dos poucos países em que ainda não há supremacia do Facebook.</p>
<p>Ao vincular os dois perfis nas plataformas sociais, os adeptos serão capazes de compartilhar informações, vídeos e fotos com todos os seus amigos. No caso, a opção irá aparecer na página principal do perfil do cadastrado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3258 aligncenter" title="facebook-orkut" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/facebook-orkut.jpg" alt="" width="500" height="113" /></p>
<p>Essa é a segunda tentativa do Facebook em atrair adeptos da rede social de maior popularidade no Brasil. Em setembro de 2009 – <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/como-visita-fundador-facebook-ao-brasil-comeca-incomodar-orkut" target="_blank">dias após a vinda de Mark Zuckerberg ao Brasil</a> – brasileiros visualizavam uma mensagem inusitada (<em>imagem acima</em>) ao acessar o serviço: “Encontre seus amigos do Orkut no Facebook!“. Na época, o interessado deveria clicar no link que estava disponível, que permitia receber orientações para importar contatos do Orkut.</p>
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		<title>O novo &#8211; e velho &#8211; alvo do Twitter: os spammers</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 12:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Lançamos o novo Twitter para descobrir o que é novo no seu mundo&#8221;, anunciou na noite da última terça-feira Evan Williams, um dos fundadores da empresa. Dias após a revelação, parece que a maior mudança na ferramenta desde o seu &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/09/20/o-novo-e-velho-alvo-do-twitter-os-spammers/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3197 aligncenter" title="spam" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/spam.jpg" alt="" width="500" height="374" /></p>
<p>&#8220;Lançamos o novo Twitter para descobrir o que é novo no seu mundo&#8221;, <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/video/2010/09/15/VI2010091501874.html" target="_blank">anunciou</a> na noite da última terça-feira Evan Williams, um dos fundadores da empresa. Dias após a revelação, parece que a maior mudança na ferramenta desde o seu nascimento virtual, em 2006, virou objeto de desejo. Diz um dos meus seguidores: “mudanças? Isso é verdade?&#8221;</p>
<p>As reformulações estruturais realmente pretendem garantir um uso mais simples e prático de uma rede, conforme explicou Williams no evento. E também mostra um <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/twitter/por-que-o-twitter-esta-de-cara-nova/" target="_blank">cenário de batalha contra terceiros</a>. No entanto, a nova roupa virtual do Twitter mostra uma perspectiva: a nova disputa contra desocupados virtuais que enviam de forma ininterrupta mensagens não solicitadas ao microblog, conhecidos na web como spammers. Até março, <a href="http://blog.twitter.com/2010/03/state-of-twitter-spam.html" target="_blank">11% das mensagens enviadas</a> pelo Twitter eram consideradas como spam. Hoje, este valor <a href="http://blog.twitter.com/2010/03/state-of-twitter-spam.html" target="_blank">caiu para 1%</a> &#8211; o que representa aproximadamente 900.000 tweets diários, se compararmos com os últimos números divulgados pela empresa.</p>
<p>Um dos recursos apresentados faz parte da estratégia de inibir a invasão de spammers, que encontraram no Twitter um tesouro &#8211; os encurtadores de link para distribuir links maliciosos e infectar computadores. Um link encurtado permite enxugar caracteres na mensagem a ser enviada se tornou essencial – e as extensas URLs jogavam contra essa lógica de escrever em até 140 caracteres.</p>
<p>Se facilita a vida do usuário, os encurtadores adicionam um problema à vida deles: uma vez que o novo código com a URL encurtada substitui a URL original, não é mais possível ler o endereço expresso no link. Com as novas mudanças, o problema foi solucionado: é possível visualizar, antes de clicar, o tipo de conteúdo da URL. Ou seja, os spammers sofreram um ataque pesado do microblog. Mas, aos poucos, se adaptam à nova estrutura para desferir ataques em perfis.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/63056612@N00/155554663/" target="_blank">freezelight</a>.</p>
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		<title>Há quem diga que os aplicativos irão salvar o Jornalismo&#8230;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/09/14/chegou-a-hora-dos-aplicativos-salvarem-o-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 07:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos fatos que mais me intriga nos últimos anos é a tentativa ininterrupta de buscar um produto, modelo ou fato para salvar o Jornalismo. Fala-se no fim apocalíptico do impresso, na lenda dos micropagamentos para direcionar a informação ao &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/09/14/chegou-a-hora-dos-aplicativos-salvarem-o-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3191 aligncenter" title="IMG_6884.CR2" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ipad-noticias1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Um dos fatos que mais me intriga nos últimos anos é a tentativa ininterrupta de buscar um produto, modelo ou fato para salvar o Jornalismo. Fala-se no <a href="http://derepente.com.br/2010/08/31/para-o-jb-o-100-digital-e-o-inicio-de-uma-era-para-os-jornalistas-e-o-fim/" target="_blank"><strong>fim apocalíptico do impresso</strong></a>, na lenda dos micropagamentos para direcionar a informação ao interagente e criação de modelos híbridos para gerar novas receitas em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas. Pura especulação e nenhuma reflexão. Desta vez, chegou a hora de dizer que os aplicativos podem salvar os jornais.</p>
<p>Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, concedeu uma entrevista no início do mês ao site da <a href="http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5iNuMzkfpfpcB0s2SKRX1_8BFkDwgD9I0O07O1" target="_blank">Associated Press</a> sobre quais são os possíveis formatos para garantir a sobrevivência de publicações do Jornalismo. Para o empreendedor, as aplicações disponíveis em novos dispositivos conectados à web &#8211; como um iPad &#8211; podem ser a chave para resgatar o segmento, que se diz em crise há mais de 10 anos.</p>
<p>Wales se apoiou nas gigantes Apple e Google para comprovar seu argumento. E citou o termo &#8220;impulso&#8221; para garantir que publicações terão leitores querendo consumir seus conteúdos. Só esqueceu de lembrar da dificuldade de transferir modelos de negócio da música, por exemplo, para o mundo da informação.</p>
<p>Não é de hoje que sites noticiosos tentam encontrar a fórmula mágica para acabar com a queda de receitas de empresas. Os aplicativos &#8211; indispensáveis em tempos de acesso à web por tablets, celulares e iPods &#8211; podem, sim, contribuir para novos lucros. Mas não podemos colocá-lo como o salva-vidas do Jornalismo.</p>
<p>Na necessidade de sair à frente de seus rivais, muitas empresas do setor não fazem esforço algum ao pensar na perspectiva de como o interagente irá consumir o conteúdo. Resultado: os aplicativos são espelhos das publicações em outros formatos &#8211; impresso ou on-line. E é aí que mora o perigo.</p>
<p>Durante uma <a href="http://derepente.com.br/2009/08/28/minhas-impressoes-ao-encontrar-chad-hurley-no-google/" target="_blank"><strong>conversa que tive no Google com Chad Hurley</strong></a>, um dos fundadores do YouTube, ele soltou a seguinte frase: &#8220;conteúdos distintos demandam modelos de publicidade distintos&#8221;. Ou seja, o conteúdo é distribuído em várias plataformas, mas apenas sob um único formato, passo que todos as publicações já deveriam ter dado. Agora, há outro objetivo: falta adicionar o ingrediente &#8220;inteligência&#8221; aos dispositivos. Logo, chegou a hora das empresas de mídia aprenderem com a navegação do usuário.</p>
<p><em>Em tempo: estive ausente da produção de posts por conta do fim do Mestrado. Nas próximas semanas, vou disponibilizar minha dissertação para download no blog.</em></p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/tismey/4582456154/sizes/m/in/photostream/" target="_blank">tismey</a>.</p>
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		<title>Por que você segue marcas no Facebook?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 07:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é suficiente para explicar o estímulo de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3143 aligncenter" title="Pesquisa sobre motivação de seguir marcas no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa-facebook.jpg" alt="" width="500" height="233" /></p>
<p>O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes   preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita   sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é   suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2010/08/11/google-looks-at-why-people-follow-brands-on-facebook" target="_blank">pesquisa</a> com o objetivo de conhecer o que move pessoas a seguir marcas em redes sociais como o Facebook. O resultado, infelizmente, revela uma preocupação &#8216;marketeira&#8217; sobre estímulos e motivação do usuário. Faltou apenas levantar a bandeira do auto-interesse pessoal. É o império do egoísmo.</p>
<p>Segundo o relatório, 25% dos entrevistados seguem uma empresa com a vontade de ganhar descontos ou promoções especiais. A fidelidade do indivíduo e a possibilidade de mostrar vínculo com uma marca à sua teia social aparece em segundo lugar, com 18%. Cerca de 10% das respostas coletadas se referem às características de acompanhar uma empresa por &#8216;diversão&#8217;.</p>
<p>Em pouco tempo, os dados pipocaram em <a href="http://alt1040.com/2010/08/por-que-seguimos-a-las-marcas-en-facebook#more-81553" target="_blank">blogs especializados em mídia</a>. E o argumento que fora mais analisado envolvia possíveis erros de estratégia em rede. Só esqueceram do principal: tentar <a href="http://derepente.com.br/2010/06/29/produzir-conteudo-na-web-motivacoes-incentivos-e-estimulos/" target="_blank"><strong>compreender a motivação</strong></a> o fenômeno do auto-interesse, que representou 1/4 das respostas dos entrevistados. O cenário é novo. A teoria, nem tanto.</p>
<p>Em 1776, Adam Smith escrevia &#8216;Riqueza das Nações&#8217; e entendia que o auto-interesse movia a participação alheia e estimulava o trabalho e sua divisão. Diz o autor: &#8220;dê-me aquilo que eu quero e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo.&#8221;</p>
<p>O egoísmo, um auto-interesse &#8216;excessivo&#8217; segundo Smith, é considerado uma característica natural ao homem, reflexo de uma concepção estética ligada ao &#8216;amor-próprio&#8217;. &#8220;Cada homem, portanto, é muito mais profundamente interessado no que quer que imediatamente lhe diga respeito, do que naquilo que diz respeito a qualquer outro homem&#8221;. O egoísmo, nada mais é, que a possibilidade de converter tudo em utilidade exclusiva. E, parte dos indivíduos conectados em rede começa a pensar assim.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/" target="_blank">Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</a></p>
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		<title>KaZaA voltou pela 3ª vez. E &quot;engessado&quot;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/09/kazaa-voltou-pela-3%c2%aa-vez-e-engessado/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 07:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[culturaweb]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos maiores símbolos de distribuição de música gratuita de uma geração digital, o KaZaA voltou a dar o ar da graça &#8211; virtual &#8211; pela terceira vez. Sem novidades, o serviço busca reconquistar a popularidade no segmento e ganhar &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/09/kazaa-voltou-pela-3%c2%aa-vez-e-engessado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3132 aligncenter" title="KazaA é lançado mais uma vez" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/kazaa.jpg" alt="" width="500" height="369" /></p>
<p>Um dos maiores símbolos de distribuição de música gratuita de uma geração digital, o <a href="http://www.kazaa.com/#" target="_blank">KaZaA</a> voltou a dar o ar da graça &#8211; virtual &#8211; pela terceira vez. Sem novidades, o serviço busca reconquistar a popularidade no segmento e ganhar novos adeptos. Para tal, tenta se levantar ostentando seu registro histórico. No entanto, chega &#8220;engessado&#8221;.</p>
<p>Em julho de 2009, falei <strong><a href="http://derepente.com.br/2009/07/20/e-o-kazaa-voltou-menos-rebelde-e-mais-napster/" target="_blank">aqui</a></strong>, no blog, sobre a sua segunda tentativa de ganhar visibilidade. De vilão, tornou-se o novo aliado das gravadoras – um produto de assinatura que oferece músicas por meio de parcerias com grandes empresas. Ou seja, de ícone virtual na esfera do áudio, buscou o mais do mesmo ao copiar modelos de sucesso no segmento, como o <a href="http://derepente.com.br/2009/06/09/como-o-spotify-se-movimenta-para-atrair-um-publico-alternativo/" target="_blank"><strong>Spotify</strong></a>. Foi a solução encontrada pelos seus novos proprietários.</p>
<p>Desta vez, o script quase não mudou &#8211; serviço de uso exclusivo nos Estados Unidos, com a possibilidade de ouvir 1,6 milhões de músicas via streaming e com um custo mensal de 15 dólares. Na primeira semana, o teste é gratuito.</p>
<p>As duas únicas novidades – se é que podemos considerá-las como inovações – é a nova maneira de citar o Kazaa (agora é <a href="http://www.prweb.com/releases/KaZaA/download_music/prweb4345624.htm" target="_blank">KaZaA</a>) e a possibilidade de acompanhar e compartilhar quais são as músicas mais ouvidas pelos seus amigos.</p>
<p>O fracasso do modelo gerou <a href="http://latimesblogs.latimes.com/technology/2010/08/kazaa-is-resurrected-but-why.html" target="_blank">críticas pesadas</a> ao serviço. O maior defeito que encontrei, no caso, foi a falta de uma estrutura móvel. Em tempos de uso da internet em celular, tablets ou automóveis, KazaA não possui uma versão móvel. Faltou pensar de forma menos centralizada e mais distribuída. De ícone de uma história recente da web, tornou-se um produto musical &#8220;engessado&#8221;. Para piorar, os fundadores do KaZaA acabam de lançar um serviço de áudio na web, o Rdio. E sua proposta já é vista com <a href="http://www.pcworld.com/article/202542/rdio_music_service_mobile_social_impressive_and_now_open_to_all.html?tk=hp_new" target="_blank">bons olhos no setor</a>.</p>
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		<title>Murdoch não se preocupa com a audiência</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/07/20/como-murdoch-nao-se-preocupa-com-audiencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 07:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando comentei em agosto a proposta de Rupert Murdoch, empresário detentor de 38 jornais em todo o mundo, em cobrar conteúdo em duas publicações inglesas, havia ressaltado o risco: &#8220;ele dará um tiro no pé em uma publicação que é &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/07/20/como-murdoch-nao-se-preocupa-com-audiencia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3091 aligncenter" title="the-times" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/07/the-times.jpg" alt="" width="500" height="361" /></p>
<p>Quando comentei em agosto a proposta de Rupert Murdoch, empresário detentor de <a href="../2009/03/12/a-sindrome-do-chicago-tribune-esta-em-murdoch/" target="_blank">38 jornais</a> em todo o mundo, em cobrar conteúdo em duas publicações inglesas, havia ressaltado o risco: &#8220;ele dará um tiro no pé em uma publicação que é um sucesso local britânico em, pelo menos, um dia da semana: o domingo.&#8221;</p>
<p>Ontem, saíram <a href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/07/19/the-times-perde-66-dos-leitores-apos-cobranca-por-conteudo-online/" target="_blank">novos resultados</a> &#8211; &#8220;os jornais The Times e The Sunday Times perderam dois terços de seus leitores depois de começarem a cobrar o acesso on-line as notícias dos sites. &#8221; A medida, mais do que esperada, cai como uma grande questão cansativa: cobrar conteúdo na web?</p>
<p>Segundo a empresa de <a href="http://topnews.co.uk/29312-times-audience-still-safer-side" target="_blank">métricas Hitwise</a>, as visitas ao site do The Times, por exemplo, caíram 66%, registro que não era esperado pelo magnata australiano. De distribuído, tornou-se uma publicação centralizadora e de alto custo. Um acesso avulso para ler uma reportagem custa quase três reais.</p>
<p>Fica evidente a migração de leitura para jornais tradicionais e com base consolidada de audiência na região, como o The Guardian, por exemplo. Mas Murdoch não está preocupado. O empresário prefere ter leitores fiéis que pagam a milhões de números de audiência registrados no Analytics &#8211; simplesmente quer reverter leitura on-line em valor monetário.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/09/22/quando-leitores-de-meios-digitais-nao-querem-pagar-para-obter-informacao-na-web/" target="_blank">Quando leitores de meios digitais não querem pagar para obter informação na web</a></p>
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		<title>Quando o Twitter vira &#039;caixa de comentários&#039;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/06/25/quando-o-twitter-vira-caixa-de-comentarios/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 07:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog há algum tempo percebe o cuidado pessoal para compreender o processo de reestruturação da &#8216;caixa de comentários&#8217;, espaço que já foi decretado como morto com a &#8220;avalanche&#8221; das redes sociais, que permitiram a distribuição de conteúdos &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/06/25/quando-o-twitter-vira-caixa-de-comentarios/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3031 aligncenter" title="Twitter vira caixa de comentários" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/06/comentarios_twitter.jpg" alt="" width="500" height="169" /></p>
<p>Quem acompanha o blog há algum tempo percebe o cuidado pessoal para compreender o processo de reestruturação da &#8216;caixa de comentários&#8217;, espaço que já foi decretado como morto com a &#8220;avalanche&#8221; das redes sociais, que permitiram a distribuição de conteúdos em várias plataformas.</p>
<p>Nos sites noticiosos, o tema começa a ser examinado com atenção: a Newsweek começou a <a href="http://derepente.com.br/2010/06/02/newsweek-echo-reunir-comentarios-espalhados-na-web/" target="_blank"><strong>usar o Echo</strong></a>; o Huffington Post se baseou em um sucesso local do Foursquare para gerar <a href="http://derepente.com.br/2010/04/29/a-competicao-de-comentarios-no-huffington-post/" target="_blank"><strong>medalhas aos usuários</strong></a> que produzem comentários; a Economist lançou uma <a href="http://www.mediabistro.com/fishbowlny/new_media/economistcom_launches_conversation_cloud_158567.asp" target="_blank">nuvem de tags</a> que reúne comentários produzidos em blogs e artigos da publicação.</p>
<p>Para todas as empresas de mídia, o discurso é semelhante &#8211; teremos uma <a href="../2010/01/04/uma-web-menos-anonima/" target="_blank"><strong>web cada vez menos anônima</strong></a>. Não discuto a legitimidade e possibilidade de não se identificar, mas a chance de comentar uma notícia a partir de um cadastro em uma rede social garante relevância e, principalmente, reputação ao seu círculo social.</p>
<p>Desta vez, conheci a oportunidade do <a href="http://jprim.com/introducing-a-simpler-blog-commenting-system/" target="_blank">Twitter virar o espaço de comentários</a>. Com o objetivo de centralizar em um único ambiente virtual opiniões a respeito de um artigo ou post, o jovem designer Joey Primiani desenvolveu um sistema que permite usar o perfil da rede de mensagens de 140 caracteres em uma caixa de comentários. O serviço já está disponível para a plataforma <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/jpcomments/" target="_blank">WordPress</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3032 aligncenter" title="Comentário falso de Silvio Luiz" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/06/silvio_luiz_twitter.jpg" alt="" width="500" height="135" /></p>
<p>A iniciativa é bem interessante, porém peca em um grande ponto &#8211; a possibilidade de você usar qualquer perfil do Twitter para comentar. Apesar da fase de testes, não há o recurso de autenticação do usuário. A imagem acima mostra a possibilidade de &#8216;falsificação&#8217;.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/11/18/em-numeros-como-as-pessoas-fogem-do-espaco-destinado-aos-comentarios/" target="_blank">Em números, como as pessoas fogem do espaço destinado aos comentários</a></p>
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		<title>UBizu, a rede social para baladeiros de SP e RJ</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/04/15/bizu-a-rede-social-para-baladeiros-de-sp-e-rj/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cauã Taborda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje começou a funcionar a Bizu, uma rede social voltada aos baladeiros de São Paulo e Rio de Janeiro. Muito ligada ao Twitter e com um ar de FourSquare, a rede se centra nos estabelecimentos (bares, casas noturnas, baladas, etc) &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/04/15/bizu-a-rede-social-para-baladeiros-de-sp-e-rj/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje começou a funcionar a Bizu, uma rede social voltada aos baladeiros de São Paulo e Rio de Janeiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muito ligada ao Twitter e com um ar de FourSquare, a rede se centra nos estabelecimentos (bares, casas noturnas, baladas, etc) para unir os interessados. Você pode “seguir” (sim, o termo e ideia são os mesmos do Twitter) seus estabelecimentos favoritos, grupos ou mesmo amigos. As informações, ou Bizus, de cada usuário irão aparecer numa espécie de timeline. A diferença é que, quando se segue um estabelecimento, tudo relacionado a ele irá aparecer por lá também, como uma lista ou search do Twitter.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A rede tem integração de duas vias com o Twitter, tanto para exibir os Bizus no perfil do usuário como para converter Tweets em Bizus.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O visual da rede é bem limpo, mas ainda há alguns problemas, como a busca, que dá bastante erro e a ferramenta para adicionar locais, que passa a impressão de “faltar alguma coisa”.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2911" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bizu3.jpg" alt="" width="656" height="599" /></p>
<blockquote><p>Você manda posts curtinhos (os bizus) pelo celular m.ubizu.com.br e pela web www.ubizu.com.br dizendo como está o lugar onde você está agora</p></blockquote>
<p>Hoje começou a funcionar de vez a <a href="http://www.ubizu.com.br " target="_blank">UBizu</a>, uma rede social voltada aos baladeiros de São Paulo e Rio de Janeiro.</p>
<p>Muito ligada ao <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a> e com um ar de <a href="http://foursquare.com" target="_blank">FourSquare</a>, a rede se centra nos estabelecimentos (bares, casas noturnas, baladas, etc) para unir os interessados. Você pode “seguir” (sim, o termo e ideia são os mesmos do Twitter) seus estabelecimentos favoritos, grupos ou mesmo amigos. As informações, ou Bizus, de cada usuário irão aparecer numa espécie de timeline. A diferença é que, quando se segue um estabelecimento, tudo relacionado a ele irá aparecer por lá também, como uma lista ou search do Twitter.</p>
<p>A rede tem integração de duas vias com o Twitter, tanto para exibir os Bizus no perfil do usuário como para converter Tweets em Bizus.</p>
<p>O visual da rede é bem limpo, mas ainda há alguns problemas, como a busca, que dá bastante erro e a ferramenta para adicionar locais, que passa a impressão de “faltar alguma coisa”.</p>
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		<title>Como não fazer um aplicativo de mídia para iPad</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/04/09/como-nao-fazer-um-aplicativo-de-midia-para-o-ipad/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 07:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[culturaweb]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo de mídia]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street Journal]]></category>

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		<description><![CDATA[Como não fazer um aplicativo de mídia para o iPad <a href="http://derepente.com.br/2010/04/09/como-nao-fazer-um-aplicativo-de-midia-para-o-ipad/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2893 aligncenter" title="iPad, da Apple, no Brasil" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/04/iPad.jpg" alt="iPad, da Apple, no Brasil" width="500" height="328" /></p>
<p>Já fiz alguns testes iniciais com o <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/onde-ipad-apple-avanca-onde-falha-544991.shtml" target="_blank">iPad, lançamento da Apple</a>, nesta quarta-feira, graças ao empréstimo do aparelho por @<a href="http://twitter.com/macmasi" target="_blank">macmasi</a>. Apesar do glamour em torno do dispositivo, (não sou a pessoa correta para avaliá-lo) destaco algumas coisas &#8211; é eficiente, simples, prático. Mas, por enquanto, sem utilidade às tarefas que desempenho durante o dia.</p>
<p>O que mais me chamou atenção é como um adepto desta plataforma irá consumir mídia, seja informação, foto, texto ou vídeo. Neste aspecto, iPad é espetacular &#8211; mas refém das próprias empresas de mídia, que devem readptar o conteúdo ao aparelho, peculiaridade que espero nos próximos anos ao Jornalismo.</p>
<p>No futuro, as <a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2010/mar/15/new-york-times-cnn-tech-companies" target="_blank">empresas de mídia serão também companias de tecnologia</a>: devem ter o bom senso de reformular interfaces de seus sites <a href="http://derepente.com.br/2010/01/09/quando-mobilidade-nao-e-sinonimo-de-celular/" target="_blank"><strong>às diferentes plataformas</strong></a> que terão acesso a internet &#8211; celular, tablet, carros e brinquedos. A <a href="http://www.npr.org/blogs/inside/2010/04/01/125471632/introducing-the-npr-ipad-app-and-site" target="_blank">NPR</a> e a <a href="http://app.time.com/" target="_blank">TIME</a> saíram na frente. O reacionário grupo do Wall Street Journal, por sua vez, já ficou pra trás.</p>
<p>Por mais que o WSJ esteja entre os aplicativos mais baixados na AppStore, fato configurado durante meus testes com o iPad em mãos, o aplicativo do jornalão é mais do mesmo &#8211; tem a mesma interface do tradicional papel e seus espaços de publicidades são mais modernos que seus próprios conteúdos. E, para ter acesso a informação, é necessário pagar 16 dólares por mês.</p>
<p>Um vídeo disponível no YouTube mostra como é o aplicativo.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="325" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VWRmzeVoj3k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="325" src="http://www.youtube.com/v/VWRmzeVoj3k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/01/27/new-york-times-tela-ipad-apple/" target="_blank">O New York Times na tela do iPad</a></p>
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