mar 01 2010

O uso global de ferramentas de comunicação web

Tag: culturaweb, curiosidade, videoRafael Sbarai @

Interessente a reunião de dados em um único vídeo produzido pelo designer Jesse Thomas a respeito do uso global de ferramentas de comunicação web (e-mail, redes sociais, plataformas de áudio, etc) no mundo.

Alguns números já são conhecidos, mas destaco a análise minuciosa com o Facebook. A rede social mais popular do mundo – hoje com 400 milhões de cadastrados – alcançou a marca de 260 bilhões de páginas visitadas por mês. Não à toa, o site fundado por Mark Zuckerberg tornou-se o segundo site mais visitado nos Estados Unidos, passando na semana passada o Yahoo.

O vídeo abaixo está em inglês, mas de fácil compreensão graças aos recursos gráficos:

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fev 25 2010

Como uma página do Facebook ajudou a capturar Saddam Hussein

Tag: curiosidade, facebook, redesocialRafael Sbarai @

Vale a pena acompanhar uma série de cinco boas reportagens da revista Slate sobre os últimos dias do iraquiano Saddam Hussein. A publicação mostra como o exército norte-americano produziu estratégias em ambientes virtuais online de grande participação e com uma malha de conexões – como o Facebook – para capturar o ditador.

A mesma teoria que originou o Facebook e sua própria página provocou a criação de uma malha de contatos – olha as teias sociais -  que levou dirertamente ao paradeiro de Hussein. A ideia partiu do Coronel James Hicke, que encontrava neste caminho um artifício para auxiliar na busca.

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jan 15 2010

Entrevista com Pablo Handl, empreendedor do The Hub

Tag: culturaweb, curiosidade, entrevistaRafael Sbarai @

hub-sp

Confesso que deixei de lado uma das seções que mais gostaria de destacar no blog: entrevistas. Com o vínculo a outros dois blogs (Vida em Rede e Blog da Copa de 2010) em VEJA, ficou mais difícil. No meio deste caminho, consegui coletar conversas que tive durante o percurso do meu mestrado. E, nele, encontrei Pablo Handl, carro-chefe do The Hub, um dos projetos mais interessantes de São Paulo.

O Hub-SP é um dos lugares com o conceito de trabalhar de forma colaborativa, compartilhando pensamentos, conteúdo e ferramentas. Localizado na região central de São Paulo, o espaço de coworking abriga startups e freelancers, com a possibilidade de resgatar o ar de “escritório” de grandes empresas. Segundo Pablo, para ingressar ao The Hub, é necessário uma única característica: empenho e desejo de colaborar com o próximo. A seguir, um bate-papo com o argentino de 32 anos.

Quem é Pablo Handl  e como começou a história de criar o The Hub?
Bom, antes de tudo, não sou brasileiro. Nasci na Argentina e cresci na Áustria, onde estudei Administração de Empresas, pedagogia teatral e mediação de conflitos. Estou no Brasil há  quatro anos. A idéia do Hub surgiu mesmo em 2007, mas foi aplicada em agosto de 2008, mês e ano de fundação do The Hub.

hub-sp-1

O que é o The Hub?
O The Hub é uma rede de espaços, uma franquia social. O primeiro foi criado em Londres, na Inglaterra. Trata-se de um local para expressar uma nova forma de trabalho. O Hubworld é a organização que centraliza toda a situação destes doze pontos que teremos até o final do ano.

Vamos falar então sobre coworking. A expressão, criada em 2005 por um engenheiro do Google, foi definida, mas pouco abordada. O The Hub é um espaço de coworking?

Coworking é o The Hub e vice-versa. Iria além. The Hub é uma incubadora de idéias. O Coworking já foi empregado até como um espaço dos cybercafés. Uma coisa é totalmente diferente da outra.

Qual é o objetivo do The Hub?
Simplesmente promover encontros improváveis. Algo que você nunca iria esperar. Temos que mudar a opinião de parte da sociedade. As idéias não surgem apenas com amigos próximos. As melhores coisas surgem com pessoas diferentes, que englobam temas distintos. O The Hub não é um fim; é um meio. As idéias acontecem para um Brasil melhor.

the-hub-sp

Você considera o Coworking um espaço físico?
Não. Trata-se de uma nova cultura.

Quais são os recursos para garantir a infra-estrutura do espaço?
Não existem patrocinadores no local. Você pode olhar agora, por exemplo. Não há um exemplo de patrocínio aqui. O único parceiro é a Artmicia, uma organização que apóia modelos de negócios sociais. Aqui, nós damos toda a estrutura: mesas, cadeiras, impressoras e uma boa conexão à internet. Há um espaço para fazer refeições rápidas. Enfim, é um grande local para produzir coisas boas.

Existem critérios para uma pessoa ser membro do The Hub?
Sim, tocou em um ponto interessante. Somos seletos. Temos critérios para o ingresso de uma pessoa. Se você não tem o espírito de compartilhar idéias e trabalhar em colaboração com o outro, você está fora. A idéia é de adaptação e, posteriormente, de confraternização.

the-hub-sp2

O Brasil começa a se organizar nesta prática de coworking?
Há um mercado enorme para ser explorado aqui no país. O Brasil está no caminho certo.

Você acredita que existe um motivo para pessoas comuns procurarem o The Hub como instalação de trabalho?

Conexão com outras pessoas. Hoje, o trabalho permitiu um novo nomadismo na sociedade. As pessoas que estão aqui pensam à frente. A principal idéia de estar no The Hub é compartilhar e potencializar relacionamentos improváveis.

Durante nossa conversa, você falou em ajudar a melhorar o país. O The Hub está ajudando a melhorar o Brasil?
Sim. Você conhece seus vizinhos? Fala com eles todos os dias? Sabe de suas funções diárias, famílias? Provavelmente não. Aqui estamos reaprendendo a viver em conjunto, a viver em sociedade. Estamos fazendo o caminho inverso da web. A experiência offline começa a complementar a vida online.

Se o The Hub fosse uma pessoa, em que fase da vida ele estaria?
The Hub ainda está na infância, mas é aquela criança que já tem um objetivo traçado.

Apesar de não gostar e usar o termo, projetos considerados “2.0” estão em queda, seja na web, seja na vida real. Você acredita que o The Hub sofra algum risco?
Risco todos nós temos. É uma empresa ali, outra lá Mas enquanto estiver perguntando o porquê de todo dia estar aqui, sei da minha resposta: estamos muito bem.

Foto: Reprodução, The Hub Network e Roberto Sena (2).


dez 28 2009

Os diferentes pesos da informação em 2009

Tag: curiosidade, midiaRafael Sbarai @

peso-noticia-2009

Em 2009, a informação quis sair do lugar-comum de texto, áudio ou vídeo para trazer maior entretenimento ao internauta. Trata-se da época da prestação de serviço lúdica.

Não à toa, nada mais justo ter a possibilidade de visualizar o peso da informação de 2009 em um infográfico que resume-se em imagem. E esta foi a premissa subjetiva do GOOD.is: reunir as notícias que marcaram o ano em diferentes segmentos e produzindo um peso ao produto.

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nov 18 2009

Em números, como as pessoas fogem do espaço destinado aos comentários

Tag: culturaweb, curiosidade, tendenciasRafael Sbarai @

Pertinente, interessante e pioneira a pesquisa divulgada nesta semana pelo PostRank sobre a mudança de configuração dos blogs e de suas estruturas nos últimos três anos. Segundo o estudo, as pessoas fogem aos poucos do espaço destinado aos comentários em um blog ou site para relatar percepções em plataformas sociais participativas, como o Facebook e o Twitter. O assunto também foi destaque no ReadWriteWeb.

PostRank exemplifica a situação com o uso constante do mecanismo de comentários do Facebook, rede social mais popular em todo o mundo. Soma-se a isso a possibilidade de discussão e o intenso feedback que o espírito que o Twitter possui. Há uma descentralização ainda não mapeável do que é opinado.

Os números são ingredientes imprescindíveis para Khris Loux vender ainda mais o seu peixe. Em julho deste ano. Loux lançou o Echo, serviço que promete reunir todos os comentários feitos a um post em blog ou matérias em sites noticiosos que estejam espalhados em redes sociais. O agregador, que segue em fase Beta e com problemas de indexação, busca “mudar a conversação” da web, promessa que ainda não foi cumprida.

Segue abaixo a apresentação em destaque no PostRank.

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nov 03 2009

Seesmic Desktop permite visualizar Listas do Twitter

Tag: curiosidade, dica, twitterRafael Sbarai @

seesmic-desktop

Estava contando os dias para um aplicativo ligado ao Twitter colocar em sua plataforma as Listas que foram anunciadas pela ferramenta de 140 caracteres há algumas semanas e que mostram, aos poucos, que tal funcionalidade será mais um critério de relevância dentro da plataforma social.

Hoje pela manhã conheci a nova atualização do Seesmic Desktop, serviço instalado no computador que permite a atualização de perfis de Twitter e Facebook. A partir de sua nova versão, é possível visualizar grupos criados por você em uma interface fora da layout web do microblogging (http://twitter.com).

A função, de extrema importância, ainda é limitada: não tem a opção, a priori, de ver as listas nas quais fomos agregados e compartilhados, além de ser impossível criar listas a partir do aplicativo da Seesmic. Segundo a empresa, novas atualizações serão incorporadas nas próximas semanas.

Seesmic Desktop sai na frente do popular Tweetdeck – usado por muitos brasileiros – e já evidencia a importância da criação de grupos específicos taggeados pelo usuário, que promove um mapeamento e novos filtros de assunto, necessidade cada vez mais destacável no fluxo de informações que rola no Twitter.

Ainda não vi dados oficiais, mas a liberação de uma nova funcionalidade – que tornar-se-á cada vez mais um novo critério de relevância de análise superficial de perfis – deve ter aumentado o tráfego do Twitter a partir de seu próprio site oficial.

Apesar de ser uma ferramenta popular que cresce mensalmente, poucos usavam o seu serviço a partir da página do microblogging. A facilidade e a abertura de API´s permitiu a criação de inúmeros serviços não-oficiais ao Twitter. Casos dos já citados acima, além de Twittercounter e Twitlyzer, ambientes virtuais de métricas de contas.

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out 23 2009

Enquanto a turma do Bolinha está no Hotmail, as Luluzinhas só pensam no Gmail

Tag: culturaweb, curiosidade, pesquisaRafael Sbarai @

e-mail-homens-mulheres

Interessante conhecer o processo de evolução e o uso de uma das ferramentas que nunca saem da moda na web, o e-mail. Um estudo divulgado pela empresa Rapleaf, especializada em mídia social, mostrou dados demográficos dos usuários de mensagens eletrônicas em idade, sexo e qual suporte utilizam.

O que me chamou mais atenção no estudo – que mapeou 120 mil e-mails – é saber que os homens são maioria no Hotmail (57% contra 43%), um dos serviços mais reacionários do segmento, enquanto as mulheres “dominam” o Gmail (53% contra 47%).

A diferença em percentual – mesmo que pequena – pode até ser reflexo do sistema de organização de cada sexo no cotidiano. O sistema de mensagens da Google é mais organizado, intuitivo e repleto de funcionalidades, enquanto o Hotmail possui características conservadoras, tem um caráter mais desorganizado e é simples e prático, apesar da sua lentidão ao encaminhar um e-mail.

Trata-se de um movimento offline como propulsor do online.

Outro detalhe pertinente é a presença maciça de pessoas com mais de 46 anos conectadas a AOL, serviço extinto no Brasil (com funções todas delegadas ao portal Terra), mas que no exterior continua com uma boa presença. Relaciono o alarde da empresa na primeira bolha da web, no início do século XXI, aos usuários em destaque que, na época, passaram dos 30 e eram grande parte da parcela dos conectados à rede.

No gancho do tema a respeito de mensagens eletrônicas, vale a pena dar uma lida no post do @andersoncosta a respeito do uso maciço do e-mail na campanha de Barack Obama, durante o Seminário Efeito Obama, realizado semana passada, em São Paulo.

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out 22 2009

Minha presença no Nokia Camp 2009

Tag: #camp, culturaweb, curiosidade, mobilidadeRafael Sbarai @

No próximo sábado, a partir das 10 horas, no Espaço Wynn, em São Paulo, acontece a segunda edição do Nokia Camp, evento que reunirá formadores de opinião, blogueiros, jornalistas, e moderadores de comunidades de fóruns da Nokia de todo o Brasil.

A idéia, pelo que foi descrito no e-mail recebido ontem, tem os mesmos moldes de uma desconferência: centralizar em um único ambiente físico pessoas para promover discussões e troca de experiências durante um dia. Infelizmente, o evento não é aberto ao público.

Não estive presente na primeira edição deste formato #camp, mas estou interessado em saber a movimentação da própria Nokia com a aquisição de redes sociais de nicho. Dentre todas as marcas de aparelhos de celular, por enquanto, é a única que aposta nesta convergência.

Segundo a organização, os principais acontecimentos serão transmitidos via streaming a partir do site oficial do Nokia Camp. No Twitter, é só acompanhar a partir da hashtag #nokiacamp09.

Foto: Kmmaran.


out 13 2009

Um dia de Twitter: 140 caracteres traduzidos no cotidiano das pessoas

Tag: culturaweb, curiosidade, twitterRafael Sbarai @

A empresa colombiana Zemoga divulgou há alguns dias um vídeo no YouTube mostrando o que passaria com os seres humanos se eles produzissem no cotidiano apenas mensagens de 140 caracteres. Uma espécie de Twitter na vida real.

Ficou bem bacana.

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out 09 2009

Para crianças do Reino Unido, sinônimo de credibilidade é aparecer na primeira página da Google

Tag: culturaweb, curiosidade, facebook, pesquisaRafael Sbarai @

As primeiras referências de busca apresentadas pela Google é sinônimo de veracidade da fonte. É o que mostra um excerto da pesquisa realizada no Reino Unido pela Ofcom, entre crianças de 12 e 15 anos. Para elas, os resultados de pesquisa encontradas nas últimas páginas têm menos credibilidade que as visualizadas na primeira.

Cerca de 32% das crianças entrevistadas usaram este tipo de argumento, descartando a relevância e as técnicas atribuídas por sites e blogs para ganharem maior visibilidade em uma das páginas mais acessadas da web. O mais interessante é que 21% dos entrevistados acreditam que sites pagam ter maior destaque a uma página na Google, por exemplo.

Outro assunto interessante e que tornar-se-á cada vez mais comum nos próximos meses envolve a questão de privacidade. Segundo o estudo, as crianças estão mais precavidas no momento de navegar na web e já têm a noção de proteger dados pessoais em plataformas sociais participativas, o que mostra um amadurecimento em rede. Neste caso, o único que está em 2009 é o Facebook.

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