Google+ em 2014: é vai ou racha

GOOGLE CALMA A LOS INVERSORES CON UN INCREMENTO DE BENEFICIOS DEL 26 POR CIENO ano de 2014 será decisivo para o Google+, um dos mais ambiciosos projetos desenvolvidos pelo gigante de buscas. Por um lado, há um cenário favorável. O arquirrival Facebook dá sinais de cansaço (ou melhor, os usuários jovens da maior rede social do mundo emitem tais sinais…), alvejado por novos concorrentes, como os aplicativos WhatsApp e Snapchat. O outro lado, contudo, mostra que a rede do Google tem muito o que fazer. A caminho dos três anos de vida, ele já possui meio bilhão de cadastrados (metade do Facebook), mas essa gente pouco visita a plataforma. A saída pode ser induzir os adeptos de outros serviços do Google a usar a rede social. É vai ou racha.

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Twitter, Facebook e Google travam a #batalha das hashtags

Na semana passada, o Google comemorou 15 anos lançando uma série de atualizações do produto que o fez gigante: seu motor de buscas. Entre as novidades, uma foi revelada discretamente, por meio de seu engenheiro de software Zaheed Sabur na rede Google+: a possibilidade de realizar pesquisas usando hashtags, recurso símbolo do Twitter que permite acompanhar um assunto em tempo real na web, bastando para isso acrescentar o símbolo # ao termo que se quer buscar. O acréscimo da funcionalidade ao buscador mostra a força de um recurso que, há cinco anos, era mais conhecido como um símbolo usado em partituras musicais. Era a faísca que faltava para iniciar uma nova batalha digital.

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O conteúdo no reino da web-semântica

Em 1996, Bill Gates escreveu um artigo para o site corporativo da Microsoft intitulado: Content is king, em português seria: “conteúdo é rei”. Como o título do artigo sugere, para Gates, o sucesso da web está no conteúdo. No primeiro parágrafo, Bill Gates afirma: “Content is where I expect much of the real money will be made on the Internet”, ou seja, para um dos homens que mais souberam fazer dinheiro na era digital: conteúdo = $$$.

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Facebook supera Google no Brasil – ao menos em um fim de semana

Pela primeira vez, o Facebook tomou do Google o posto de site mais visitado do Brasil. A proeza foi realizada por dois dias consecutivos, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pela empresa de métricas Experian Hitwise. Não foram divulgados números absolutos de visitas.

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Google+ se descola do Diaspora

Dias após o Facebook anunciar a compra, por 1 bilhão de dólares, do híbrido de aplicativo e rede social Instagram, o rival Google+ tratou de apresentar a seus usuários a nova interface do serviço. É a primeira grande reforma visual desde seu lançamento, em junho de 2011, de um produto que recebe cada vez mais atenção dentro da gigante de buscas. Trata-se, sobretudo, de uma aposta correta ao escolher um visual que se adapta facilmente em navegadores de dispositivos móveis com telas sensíveis ao toque.

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O Google derrubou o muro que separa idiomas

O sonho concebido por Douglas Adams no livro O Guia dos Mochileiros das Galáxias já foi concretizado pelo Google. Desde meados de 2011, a gigante de buscas oferece um intérprete virtual para smartphones com o nada singelo objetivo de diminuir barreiras linguísticas. Recentemente, o português entrou para a lista de 24 idiomas que possuem o recurso. Na entrevista a seguir, Hugo Barra, diretor de engenharia do Android, fala sobre o assunto e também sobre mudanças no sistema operacional da empresa para aparelhos móveis.

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Por que ficar atento aos novos termos de uso do Google

Na semana passada, o Google anunciou uma importante mudança em sua política de privacidade. Ao unificar os termos de serviço de produtos, mais de 60 conjuntos de regras serão substituídos por um único texto. Segundo o gigante de buscas, o novo termo de uso, disponível oficialmente a partir de 1º de março, busca facilitar a experiência do usuário na rede. Por trás da simplificação adotada pela empresa, há uma estratégia de monetização, que deixa claro que o conteúdo produzido pelo usuário é valiosíssimo para o Google e para empresas que anunciam em seus serviços.

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Google encerra mais um produto ‘social’ – é o fim do ‘Buzz’

O Google anunciou oficialmente nesta sexta-feira o fim do desenvolvimento do Google Buzz, serviço que dá um toque de rede social ao Gmail. Considerado um dos projetos mais audaciosos na web nos últimos anos, o fechamento do projeto expõe aquela que é talvez a maior fragilidade da empresa – a dificuldade em criar ferramentas bem-sucedidas com vocação para relacionamento e interação social. Além do Buzz, o Google anunciou a descontinuação do Jaiku, espécie de rival do Twitter comprada em 2007 e que tombou diante da versão original. A ideia, agora, é dar atenção maior ao seu mais novo e ambicioso projeto social, o Google+, considerado “patético” por um engenheiro da própria companhia.

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Google quer fazer barulho com o Rock in Rio

Há duas semanas, o Google iniciou uma estratégia dedicada ao Rock in Rio, festival de música que acontece entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro no Rio de Janeiro. A tática é disponibilizar recursos de Orkut, YouTube, Google Maps e Chrome para que os usuários compartilhem informações sobre os shows. O objetivo óbvio: alimentar o uso de seus recursos. A estratégia pode ter um significado especial para a empresa: fortalecer o Orkut, afinal, no mês passado, o site perdeu pela primeira vez a liderança no segmente de redes sociais para o Facebook, segundo dados Ibope Nielsen (30,9 milhões de usuários vs. 29 milhões). Flavia Simon, gerente de marketing do Google, fala mais sobre o assunto.

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