Huffington. Uma parada semanal para respirar

Capas da revista Huffington., do portal Huffington Post, exclusiva para iPad

Conhecido pelo alto volume de publicação e o poder de agregação, o lançamento da revista semanal do portal Huffington Post evidencia mais uma vez a importância da edição jornalística frente a velocidade do tempo real

Em sua passagem relâmpago pelo Brasil no ano passado, a mulher que empresta seu sobrenome para o maior (e mais veloz!) site de notícias do mundo me surpreendeu com seu andar sereno, a fala mansa, mas firme, e uma resposta que me intrigava muito até ontem.

Indagada pela platéia sobre como uma empresária com a agenda extremamente ocupada como ela conseguia se manter informada em meio a avalanche informativa da era das publicações em tempo real, incluindo aí seu próprio site, Arianna Huffington foi extremamente enfática: “Eu confio cegamente nos meus editores”.

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Como um aplicativo transforma o iPad, da Apple, em violino

Uma empresa especializada no desenvolvimento de produtos para o iPad colocou no mercado um aplicativo que reproduz a experiência de tocar o violino. O Magic Fiddle entra para a orquestra virtual de aplicativos para o tablet da Apple, que em poucos meses de vida – e oficialmente uma semana para os brasileiros -, já conta com piano, violão, bateria e trombone – todos, pagos.

Para comprovar a eficiência e fidelidade do Magic Fiddle (disponível na Apple Store por 2,99 dólares, aproximadamente 5 reais), a produtora Smule preparou um comercial com o quarteto canadense St. Lawrence String Quartet. O resultado do experimento já está disponível no YouTube – e pode ser visto no vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=U8wjFmLQJT4&feature=related

Tablets devem ‘matar’ netbooks

Uma nova geração de dispositivos móveis lançada no primeiro semestre de 2010 promete modificar a maneira pela qual as pessoas vão se informar, trabalhar e, é claro, divertir. Desde abril, os tablets vêm, pouco a pouco, se tornando o novo sonho de consumo dos que buscam unir os recursos de um computador à praticidade de smartphones. O iPad, tablet da Apple, é o maior símbolo desse novo reinado de telas sensíveis ao toque que, a partir de pequenos movimentos dos dedos, permite navegar por sites, blogs, livros, fotos e vídeos.

Em menos de três meses de vida, foram três milhões de unidades vendidas. Em 2011, analistas apontam que as vendas baterão em 48 milhões de dispositivos. “Chegamos a 1 milhão de iPads em apenas 28 dias; o iPhone só alcançou tal índice em 74 dias”, disse Steve Jobs, comemorando o próprio feito. O crescimento vertiginoso e invejável do dispositivo já permite discutir a hipótese de que os tablets podem provocar a extinção dos netbooks, aparelhos com menos recursos e telas de no máximo 12 polegadas, voltados apenas para lazer e navegação na internet e que debutaram no Brasil em 2007.

Vida em Rede conversou com Angela McIntyre, analista da empresa de pesquisa Gartner e diretora do Client Computing Markets, para entender a dinâmica do mercado e os novos gostos dos consumidores. Diz a pesquisadora: “O mercado de netbooks terá uma redução de vendas paulatina – em 2012, estimamos cerca de 5%. Nos próximos anos, a venda desses aparelhos será menor em relação aos notebooks, por exemplo. E um dos culpados pela mudança são dispositivos como o iPad”, explica. “Além disso, já existem empresas que pararam de criar modelos de netbooks”, finaliza.

Para Angela, empresas como HP, Dell e Acer, que priorizaram a criação de netbooks, já disponibilizam seus próprios tablets – levantando a suspeita de que os netbooks perderam o ar de novidade e, no momento, o que se busca é um dispositivo que ocupe, de forma decente, o espaço entre smartphones e notebooks. E os tablets começam a seguir neste caminho, na direção de desempenhar tarefas leves e triviais.

Foto: Getty Images.

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iPad como um dispositivo móvel coletivo

Conhecer o consumidor de conteúdo em plataformas que começam a se popularizar é um assunto suntuoso entre empresas de mídia. Ainda mais com tablets, como a sensação midiática iPad, da Apple. Os diversos estudos em torno de um suporte tecnológico não tão popular assim já refletem o seu impacto.

Desta vez, foi o Instituto Nielsen que entrevistou, em agosto, mais de 5 mil proprietários de dispositivos móveis – entenda-se netbooks, e-readers, tablets e smartphones – para mapear quem é este consumidor de conteúdo e o uso que faz da ferramenta. A pesquisa foi publicada nessa quinta-feira.

Notícias (44%) e músicas (41%) são os conteúdos regularmente mais acessados pelos adeptos do serviço. No entanto, um fato chama atenção – a possibilidade de emprestar o próprio iPad.

Pela segunda vez em menos de 15 dias (a primeira tem autoria da editora Conde Nast), uma pesquisa aborda o espírito de compartilhamento de quem é dono de tablets como iPad. Quase metade dos entrevistados (46%) admite emprestar a uma ou mais pessoas o seu dispositivo móvel. O número é superior, por exemplo, ao empréstimo de netbooks (44%), smartphones (34%) e e-readers (33%), como Kindle. O que é, no mínimo, curioso.

Essa manifestação realmente iria acontecer. Mas apenas no momento em que o gadget se tornasse popular – o que não acontece no momento. Tablets como iPad não são ferramentas tão pessoais como um celular. Nesse sentido, o iPad se aproxima da cultura de compartilhamento de livros, por exemplo. Emprestar pressupõe, sobretudo, confiança.

Nessa linha, o Paid Content levanta uma questão. O iPad é um dispositivo móvel?

O estudo completo do instituto Nielsen pode ser visualizado aqui.

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Como simular um holograma usando o iPad

(Foto: Reprodução)

Desde seu lançamento, o iPad, tablet da Apple, vem despertando a imaginação de muita gente. Publicitários e designers britânicos de duas agências se uniram para criar um vídeo que simula uma holografia com a ajuda da tela do dispositivo. Para criar o efeito, a equipe desenvolveu modelos de textos e animações em um software 3D.

Os especialistas usaram também uma técnica bastante popular entre os fotógrafos, o light painting. Consiste em registrar o rastro de luz deixado pelos textos e animações na tela do iPad em um ambiente escuro.

O resultado da experiência foi registrado em vídeo. Confira a seguir:

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(Por Renata Honorato)

Quando o velcro é útil ao iPad, tablet da Apple

Algum dia da semana você já fechou botões ou abriu uma carteira com fechos de velcro. Agora, só não sabia que o material é um dos objetos mais úteis ao iPad, tablet da Apple.

O vídeo abaixo mostra a utilidade do velcro em residências. Seu uso permite transformar um dos dispositivos tecnológicos mais desejados no ano em um porta-retratos, canal do tempo, livro de receitas, televisão ou navegador GPS.

httpv://www.youtube.com/watch?v=vTSDPKktbUk

(Por Paula Reverbel)

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Como um iPad pode virar um instrumento musical

Como o iPad pode virar um instrumento musical

Um dos objetos tecnológicos mais desejados no ano, o iPad ganhou utilidade também na indústria musical. Durante um concerto de uma orquestra em São Francisco, nos Estados Unidos, um pianista decidiu inovar – abandonou o instrumento musical para usar o tablet da Apple e tocar uma canção a partir de um aplicativo pago na Apple Store . O resultado é visto no vídeo abaixo:

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iPad, da Apple, já incomoda universidades dos EUA

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Duas das principais universidades dos Estados Unidos já começam a questionar o uso interno do iPad, tablet da Apple. Segundo a versão online de Wall Street Journal, a George Washington University e a Princeton University proibiram o uso do dispositivo por gerar problemas locais.

As instituições alegam dificuldades de manter seus alunos conectados à internet por alto consumo de banda dos aparelhos da empresa de Steve Jobs. Para o escritório de tecnologia da informação da Universidade de Princeton, o problema é semelhante aos já relatados por adeptos do iPad – a falta de estabilidade ao tentar-se conectar à web.

Para evitar boatos, a universidade já até emitiu um comunicado oficial aos seus alunos. “A Universidade de Princeton recomenda que você não conecte seu iPad à rede do campus. iPad´s que apresentarem o defeito enquanto conectados poderão ter de ser bloqueados a fim de se manter a estabilidade e a confiabilidade dos serviços de rede do campus”, informa o comunicado.

As falhas encontradas e já questionadas por adeptos do aparelho permeiam o lançamento internacional do iPad. Segundo a companhia de Steve Jobs, o dispositivo só poderá ser vendido fora dos Estados Unidos no fim do mês de maio.

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A versão do iPad de Alice no País das Maravilhas

Alice no País das Maravilhas, clássico de Lewis Carroll que voltou à cena com a mais recente produção do diretor Tim Burton, recebeu uma adaptação interessante e interativa de leitura para iPad, tablet da Apple lançado neste ano.

A possibilidade de ter a obra digitalizada no aparelho permite explorar recursos próprios, como movimentar (chacoalhar) o iPad para elementos da ilustração ganharem dinamismo.

O aplicativo está em duas versões: básica (distribuída gratuitamente) e completa (aproximadamente 18 reais). O vídeo abaixo, disponível no YouTube mostra como o uso do dispositivo transforma a experiência de ler um livro.

Como uma criança de 2 anos usa o iPad, da Apple

A praticidade e simplicidade para usar o iPad, da Apple, foram duas das características mais reverenciadas por especialistas de tecnologia das principais empresas de comunicação dos Estados Unidos. A ausência de um teclado físico e o uso do dispositivo a partir de sua tela mostra que suas funções são conhecidas naturalmente. Prova disso é um vídeo que circula no YouTube e que já teve mais de 400.000 visualizações.

Uma criança de apenas 2 anos brinca com o lançamento da compania de Steve Jobs por cinco minutos. O resultado é visto na produção abaixo:

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