Review: Sony Xperia Z1

xperiaz1_abreOlá companheiros de De Repente. Desde que deixei a posição de editor de reviews na INFO, tenho esbarrado em pedidos aqui e ali para dar minha opinião sobre um ou outro produto e voltar a fazer testes. Verdade seja dita, também sinto falta do mundo dos testes. Afinal, são quase 10 anos de jornalismo de tecnologia, três no comando do canal de Reviews no site da INFO.

Por isso, decidi inaugurar uma sessão de reviews para o De Repente. A ideia inicial é trazer ao menos um grande produto por mês com uma análise completa, com a perspectiva mais próxima da realidade do usuário e com o pouquinho de experiência que tenho sobre o assunto.

Para inaugurar essa empreitada, decidi avaliar o Xperia Z1, um smartphone topo de linha com muitos predicados.

Continuar lendo

LINE expõe estratégias para desbancar WhatsApp no Brasil

Aplicativo-LINE-mensagensNeste mês, mais um concorrente asiático desembarcou oficialmente no Brasil para integrar-se à guerra virtual no segmento de mensagens instantâneas. A japonesa LINE, aplicativo para smartphones com sistema operacional iOS (Apple) e Android (Google) que permite a troca gratuita de fotos, vídeos e textos, iniciou sua operação com um objetivo evidente: minar os laços de fidelidade existentes entre brasileiros e WhatsApp, preferido por nove de cada dez usuários de iPhone, segundo levantamento da empresa de inteligência móvel Onavo produzido a pedido do site de VEJA (não há dados disponíveis acerca de usuários de outras plataformas). Atuando em mais de 230 países, o serviço obteve êxito – pelo menos nesta semana – ao alcançar o topo entre os aplicativos gratuitos da App Store, loja virtual de serviços da Apple. Sua tarefa, contudo, não será nada fácil. Além de destronar o serviço americano no Brasil, a LINE tem outros dois concorrentes de peso: o Facebook Messenger e o chinês WeChat, que investiu pesado em publicidade na TV. Para ganhar adesão, a LINE aposta em diferenciais do serviço. “Queremos que nossos consumidores gastem menos tempo com mensagens de texto e aproveitem nossos stickers (ilustrações virtuais que transmitem mensagens)”, explica ao site de VEJA Jeanie Han, CEO da LINE nos Estados Unidos, América Latina e Europa e principal responsável por iniciar a operação no Brasil. Confira a entrevista a seguir:

Continuar lendo

‘Angry Birds’, pássaros dos ovos de ouro no mundo dos games

(Foto: Tim Whitby/Getty Images)

O Angry Birds foi eleito o melhor game para celular de 2010 no Webby Awards, o Oscar da internet. O game foi baixado mais de 140 milhões de vezes desde seu lançamento, em 2009, e transformou a Rovio, uma pequena companhia criada por três estudantes da Universidade de Helsinki, na Finlândia, em uma empresa com valor de mercado estimado em 284 milhões de dólares. Nada mal para um jogo cujo objetivo é lançar passarinhos rabugentos contra porcos verdes…

Presente no iPhone, iPod, iPad, Symbian (sistema operacional da Nokia) e Android (do Google), o game explora com eficiência invejável a tecnologia da tela sensível ao toque e já migra para outras plataformas, como BlackBerry PlayBook e PlayStation 3.

Para Ronaldo Bastos, diretor da Atrativa, líder no segmento de jogos casuais no país, o sucesso de Angry Birds é resultado de um conjunto de fatores, que incluem o bom uso do touch screen e a adoção de personagens carismáticos. O executivo acredita que a decisão de lançar o jogo no iPhone, o celular mais popular do mercado, contribuiu para a repercussão acerca do título e compara o fenômeno ao Yetisports, um game casual on-line, lançado em 2004, cujo objetivo é usar um yeti (figura mítica do Abominável Homem das Neves) para atirar pinguins o mais longe possível. “A própria mecânica é similar”, lembra Bastos. “A diferença é que em 2004 ninguém sabia como ganhar dinheiro com isso.”

Tela de 'Yetisports'

A onda Yetisports passou, mas o sucesso de Angry Birds nos celulares, tablets e videogames não tem data de validade, garante o diretor da Atrativa. “A Rovio tem apostado no download pago, nos micropagamentos dentro do jogo e na expansão da franquia para o universo off-line. Ou seja, tentativas diversas de monetizar o título e manter sua popularidade”, diz. “Como no caso do Club Penguin, da Disney, os personagens saíram do game para as lojas na forma de bichos de pelúcia”, lembra.

A manutenção do sucesso de Angry Birds, no entanto, não será uma tarefa fácil. Para mantê-lo no topo entre os aplicativos mais baixados na Apps Store e Android Market, as lojas da Apple e Google, respectivamente, a Rovio terá de ficar atenta ao cronograma de atualizações. “Lançar novos episódios a curto prazo é uma tentação, mas a prática deve ser evitada. Caso contrário, o interesse pelo jogo diminui e a qualidade de cada update é comprometida”, explica o executivo. “A PopCap, referência em jogos casuais no mundo, e a Blizzard, referência em títulos hardcore, provam que o segredo do sucesso no mercado de games está na qualidade. Não importa quanto tempo se gaste no desenvolvimento de um produto; o importante é que ele chegue perfeito ao consumidor.”

A Rovio deve ainda manter a jogabilidade perfeita em todas as plataformas que decidir apostar. A experiência do jogador deve ser a mesma no iPhone, no Android, no Nokia ou no iPad, caso a companhia pretenda aumentar sua base de usuários e, com isso, conquistar a simpatia de novos investidores. O desafio para 2011, portanto, é grande, mas a empresa finlandesa tem bala na agulha – e dinheiro no bolso – para manter Angry Birds nas paradas. No caso da Rovio, são pássaros rabugentos que botam ovos de ouro e não galinhas.

(Por Renata Honorato)

Tablets devem ‘matar’ netbooks

Uma nova geração de dispositivos móveis lançada no primeiro semestre de 2010 promete modificar a maneira pela qual as pessoas vão se informar, trabalhar e, é claro, divertir. Desde abril, os tablets vêm, pouco a pouco, se tornando o novo sonho de consumo dos que buscam unir os recursos de um computador à praticidade de smartphones. O iPad, tablet da Apple, é o maior símbolo desse novo reinado de telas sensíveis ao toque que, a partir de pequenos movimentos dos dedos, permite navegar por sites, blogs, livros, fotos e vídeos.

Em menos de três meses de vida, foram três milhões de unidades vendidas. Em 2011, analistas apontam que as vendas baterão em 48 milhões de dispositivos. “Chegamos a 1 milhão de iPads em apenas 28 dias; o iPhone só alcançou tal índice em 74 dias”, disse Steve Jobs, comemorando o próprio feito. O crescimento vertiginoso e invejável do dispositivo já permite discutir a hipótese de que os tablets podem provocar a extinção dos netbooks, aparelhos com menos recursos e telas de no máximo 12 polegadas, voltados apenas para lazer e navegação na internet e que debutaram no Brasil em 2007.

Vida em Rede conversou com Angela McIntyre, analista da empresa de pesquisa Gartner e diretora do Client Computing Markets, para entender a dinâmica do mercado e os novos gostos dos consumidores. Diz a pesquisadora: “O mercado de netbooks terá uma redução de vendas paulatina – em 2012, estimamos cerca de 5%. Nos próximos anos, a venda desses aparelhos será menor em relação aos notebooks, por exemplo. E um dos culpados pela mudança são dispositivos como o iPad”, explica. “Além disso, já existem empresas que pararam de criar modelos de netbooks”, finaliza.

Para Angela, empresas como HP, Dell e Acer, que priorizaram a criação de netbooks, já disponibilizam seus próprios tablets – levantando a suspeita de que os netbooks perderam o ar de novidade e, no momento, o que se busca é um dispositivo que ocupe, de forma decente, o espaço entre smartphones e notebooks. E os tablets começam a seguir neste caminho, na direção de desempenhar tarefas leves e triviais.

Foto: Getty Images.

Leia também
Como simular um holograma usando o iPad
Quando o velcro é útil ao iPad
Como uma criança de 2 anos usa o iPad

iPad como um dispositivo móvel coletivo

Conhecer o consumidor de conteúdo em plataformas que começam a se popularizar é um assunto suntuoso entre empresas de mídia. Ainda mais com tablets, como a sensação midiática iPad, da Apple. Os diversos estudos em torno de um suporte tecnológico não tão popular assim já refletem o seu impacto.

Desta vez, foi o Instituto Nielsen que entrevistou, em agosto, mais de 5 mil proprietários de dispositivos móveis – entenda-se netbooks, e-readers, tablets e smartphones – para mapear quem é este consumidor de conteúdo e o uso que faz da ferramenta. A pesquisa foi publicada nessa quinta-feira.

Notícias (44%) e músicas (41%) são os conteúdos regularmente mais acessados pelos adeptos do serviço. No entanto, um fato chama atenção – a possibilidade de emprestar o próprio iPad.

Pela segunda vez em menos de 15 dias (a primeira tem autoria da editora Conde Nast), uma pesquisa aborda o espírito de compartilhamento de quem é dono de tablets como iPad. Quase metade dos entrevistados (46%) admite emprestar a uma ou mais pessoas o seu dispositivo móvel. O número é superior, por exemplo, ao empréstimo de netbooks (44%), smartphones (34%) e e-readers (33%), como Kindle. O que é, no mínimo, curioso.

Essa manifestação realmente iria acontecer. Mas apenas no momento em que o gadget se tornasse popular – o que não acontece no momento. Tablets como iPad não são ferramentas tão pessoais como um celular. Nesse sentido, o iPad se aproxima da cultura de compartilhamento de livros, por exemplo. Emprestar pressupõe, sobretudo, confiança.

Nessa linha, o Paid Content levanta uma questão. O iPad é um dispositivo móvel?

O estudo completo do instituto Nielsen pode ser visualizado aqui.

Posts relacionados
Há quem diga que os aplicativos irão salvar o Jornalismo…

Facebook adota senha descartável para ampliar segurança

Com o objetivo de ampliar a segurança de seus mais de 500 milhões de usuários, o Facebook lançou um recurso que auxilia o acesso à rede social a partir de computadores em locais públicos, como lan-houses, em que o risco de roubo de dados em tese é maior.

Agora, os adeptos da rede podem usar uma senha temporária, alterada a cada vinte minutos. Para obtê-la, devem enviar um torpedo (SMS) com o texto “otp” (one-time password, em inglês) para o número 32665 – por ora, apenas os americanos têm acesso ao serviço. O Facebook promete oferecê-lo a todo o planeta nas “próximas semanas”.

O sistema segue o modelo adotado pelos bancos na internet por meio do dispositivo eletrônico conhecido como token. O aparelinho, que fica em posse do usuário, também produz novas senhas em intervalos regulares: o código, reconhecido pelo site do banco, deve ser informado pelo correntista antes do acesso à conta.

Leia também:

Facebook: Brasil ganha acesso gratuito pelo celular

O fim da divisão entre ‘on’ e ‘off-line’

Foto: Divulgação

Aos 39 anos, Ricardo Cavallini acaba de lançar seu quarto livro: Mobilize (download gratuito), em coautoria com Léo Xavier e Alon Sochaczewski. Trata-se de um desafio pessoal. Isso porque na obra o vice-presidente de convergência da agência Fischer+Fala! e seus parceiros se impõem a tarefa de mostrar qual o real impacto dos dispositivos móveis na publicidade e também na vida de cidadãos do mundo – e especialmente do Brasil. Diz o publicitário no texto: “Vivemos num país onde há mais acesso à telefonia móvel do que à rede de esgoto ou água tratada”. Por mais chocante que pareça a informação, ela reflete a grande penetração dos dispositivos móveis no país. O Brasil de 192 milhões de habitantes fechou o mês de agosto com o registro de 189,5 milhões de linhas de celulares, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Na entrevista a seguir, Cavallini comenta os reflexos da geolocalização, da realidade aumentada e da mobilidade sobre nossas vidas. E prevê: “No futuro, não teremos mais divisão entre mundo on-line e off-line”.

A rede 4G – próxima e mais rápida geração de transmissão de dados e voz com dispositivos móveis – já deu os primeiros passos nos Estados Unidos. Ainda não há data certa para a tecnologia aportar no Brasil, mas já é possível antever seus benefícios ao país?
O 4G pode acelerar a curva de adoção de banda larga no Brasil. E, com certeza, irá superar o número de pessoas que acessam a internet em residências. Teremos ainda mais pessoas conectadas. Consequentemente, o valor da rede aumenta exponencialmente. O que contribuiu com o pensamento de que, no futuro, não teremos mais divisão entre mundo on-line e off-line.

Então, será esse o cenário que nos aguarda?
No futuro próximo, estaremos conectados o tempo todo. Os objetos à nossa volta vão se comunicar entre eles, o que permite acabar com a ideia de dividir tarefas nos mundos on-line e off-line. E essa transição começa a acontecer no Brasil. Em um dos meus livros, O Onipresente, eu cito um exemplo retirado do cotidiano de um adolescente, que diz: “Eu vou estudar, depois irei à natação e depois ao Orkut”.

Os recursos de geolocalização, que permitem relacionar usuários de redes de comunicação e lugares do planeta, está se popularizando. Isso poderá colocar a privacidade em xeque?
A privacidade é algo complexo. Hoje, é um conceito subjetivo. Vamos pensar nas redes sociais. Grande parte dos brasileiros é adepta desses sites para se relacionar: quer ver e ser vista. O que eu considero como invasão de privacidade é, geralmente, o que cadastrados no Facebook ou Orkut fazem – revelando e buscando muitas informações pessoais. Mas isso tende a acabar. É um processo de amadurecimento. O cenário será exatamente igual ao ocorrido no início da estabilização da economia, com acesso ao crédito: muitos brasileiros se endividaram além da conta. Hoje, as pessoas lidam com isso de uma forma mais madura – já se programam, não entram em vários financiamentos. É a velha evolução natural do ser humano.

Qual é a sua opinião sobre o uso crescente da realidade aumentada?
Como em toda tecnologia, há o período de exagero em torno do recurso. Perde-se a relevância. Ao passar a febre, fica a sensação de que a funcionalidade não existe mais. Mas assim como o QR Code (código de barras bidimensional capaz de armazenar diversas informações, como textos e links), a realidade aumentada traz benefícios reais, como o já conhecido sistema usado pelas emissoras de TV em jogos de futebol para indicar, por meio de linhas virtuais, se um jogador está impedido ou não. Cabe aos profissionais da comunicação tornar os recursos relevantes. É importante lembrar algo de que muita gente se esquece: a realidade aumentada é um recurso antigo, usado há muitos anos no visor dos capacetes de pilotos de caça americanos: imagens projetadas ali ajudam os militares a controlar a aeronave.

Há quem diga que os aplicativos irão salvar o Jornalismo…

Um dos fatos que mais me intriga nos últimos anos é a tentativa ininterrupta de buscar um produto, modelo ou fato para salvar o Jornalismo. Fala-se no fim apocalíptico do impresso, na lenda dos micropagamentos para direcionar a informação ao interagente e criação de modelos híbridos para gerar novas receitas em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas. Pura especulação e nenhuma reflexão. Desta vez, chegou a hora de dizer que os aplicativos podem salvar os jornais.

Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, concedeu uma entrevista no início do mês ao site da Associated Press sobre quais são os possíveis formatos para garantir a sobrevivência de publicações do Jornalismo. Para o empreendedor, as aplicações disponíveis em novos dispositivos conectados à web – como um iPad – podem ser a chave para resgatar o segmento, que se diz em crise há mais de 10 anos.

Wales se apoiou nas gigantes Apple e Google para comprovar seu argumento. E citou o termo “impulso” para garantir que publicações terão leitores querendo consumir seus conteúdos. Só esqueceu de lembrar da dificuldade de transferir modelos de negócio da música, por exemplo, para o mundo da informação.

Não é de hoje que sites noticiosos tentam encontrar a fórmula mágica para acabar com a queda de receitas de empresas. Os aplicativos – indispensáveis em tempos de acesso à web por tablets, celulares e iPods – podem, sim, contribuir para novos lucros. Mas não podemos colocá-lo como o salva-vidas do Jornalismo.

Na necessidade de sair à frente de seus rivais, muitas empresas do setor não fazem esforço algum ao pensar na perspectiva de como o interagente irá consumir o conteúdo. Resultado: os aplicativos são espelhos das publicações em outros formatos – impresso ou on-line. E é aí que mora o perigo.

Durante uma conversa que tive no Google com Chad Hurley, um dos fundadores do YouTube, ele soltou a seguinte frase: “conteúdos distintos demandam modelos de publicidade distintos”. Ou seja, o conteúdo é distribuído em várias plataformas, mas apenas sob um único formato, passo que todos as publicações já deveriam ter dado. Agora, há outro objetivo: falta adicionar o ingrediente “inteligência” aos dispositivos. Logo, chegou a hora das empresas de mídia aprenderem com a navegação do usuário.

Em tempo: estive ausente da produção de posts por conta do fim do Mestrado. Nas próximas semanas, vou disponibilizar minha dissertação para download no blog.

Foto: tismey.

Foursquare: 3 milhões de usuários. Mas ainda é para poucos

O Foursquare atingiu neste domingo a marca de 3 milhões de usuários. O registro do site baseado em geolocalização foi alcançado por um usuário dos Estados Unidos – país que detém 60% dos cadastrados no site – e acontece dias após o anúncio do Facebook anunciar o Places, recurso ainda não aberto ao Brasil para concorrer com o serviço.

Criado em março de 2009, o 4sq evoluiu de forma vertiginosa, o que despertou o interesse de possíveis compradores, como o Yahoo. No entanto, o fundador Dennis Crowley nega que esteja interessado em vender o site neste momento. Em julho, a rede passou de 100 milhões de atualizações de dados de entrada de usuários em diferentes locais, conhecido como check-in – o que corresponde a um tweet.

A gritaria virtual foi propagada por blogs especializados na área neste final de semana. E está aquém de serviços do segmento como o Loopt, que possui uma base de mais de 4 milhões de usuários (grande parte concentrado, também, nos EUA).

Até o momento, os valores nem se comparam às gigantes das redes como o Twitter, que já conta com mais de 105 milhões de usuários. O motivo é simples: o uso da rede social necessita na maioria das vezes de um dispositivo móvel, como um celular ou tablet conectado à internet. No Brasil, por exemplo, apenas uma pequena parcela da população tem o recurso.

Rede Globo usa Copa para lançar primeiro aplicativo para Apple

Com uma versão da sua Central da Copa para o iPhone, a Rede Globo prepara a entrada de sua produção televisiva nos dispositivos móveis. O aplicativo, que já está disponível gratuitamente na Apple Store, incorpora a identidade visual do programa homônimo apresentado por Tiago Leifert e quer a atenção dos espectadores que assistem ao mundial pela TV enquanto navegam na rede com smartphones e notebooks nas mãos. Confira ao lado imagem da interface do aplicativo.

Projetado às pressas para aproveitar a euforia da Copa do Mundo, o primeiro produto da Globo para a plataforma Apple oferece trechos em vídeo dos momentos mais importantes dos jogos e abre um canal para a participação dos torcedores nas transmissões por meio de enquetes. Não é possível ter acesso ao sinal da emissora para assistir a partidas ao vivo.

Embora seja compatível com o iPad, a Globo planeja outra versão do aplicativo com mais recursos e layout adequado à tela de 9,7 polegadas do tablet da Apple.

(Por Carlos Eduardo Jorge)