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	<title>De Repente &#187; nyt</title>
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	<description>Pitadas de Cultura Web, Jornalismo, Mídia e Colaboração</description>
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		<title>A resposta do New York Times ao Wall Street Journal</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 07:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A resposta do New York Times ao Wall Street Journal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2803 aligncenter" title="Campanha do New York Times abre guerra contra o Wall Street Journal" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nyt-versus-wsj.jpg" alt="Campanha do New York Times abre guerra contra o Wall Street Journal" width="500" height="342" /></p>
<p>Desnecessária e ofensiva a campanha que será propagada pelo <a href="http://nyt.com/" target="_blank">New York Times</a> nas próximas semanas contra uma possível apropriação de segmento hiperlocal a um de seus maiores rivais, o <a href="http://wsj.com/" target="_blank">Wall Street Journal</a>. A iniciativa, definida como Numbers, reforça a importância que um veículo norte-americano dá a  um grupo restrito para distribuição e fidelização de conteúdo.</p>
<p>O assunto rapidamente foi discutido no <a href="http://paidcontent.org/article/419-nyt-marketing-campaign-aims-to-blunt-wsjs-metro-luxury-ad-effort/" target="_blank">PaidContent</a> e <a href="http://www.businessinsider.com/nyt-vs-wsj-war-continues-new-york-times-new-ad-campaign-slams-wall-street-journal-stats-2010-3?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+typepad%2Falleyinsider%2Fsilicon_alley_insider+%28Silicon+Alley+Insider%29&amp;utm_content=Google+Reader" target="_blank">Business Insider</a>, dois dos ambientes virtuais que mais acompanho ultimamente. A campanha começará em abril, terá a duração de seis semanas e focará em meios impressos e online.</p>
<p>A batalha para conquistar novos adeptos já é travada há alguns meses. O motivo é simples &#8211; o projeto de Rupert Murdoch, carro-chefe do WSJ, em disponibilizar um suplemento local aos nova-iorquinos em seu formato impresso. A estratégia é tirar o domínio de um terreno dominado até então por uma única marca &#8211; o NYT. A resposta, ofensiva, veio em números.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/28/como-o-nyt-quer-ganhar-dinheiro-com-um-projeto-hiperlocal-colaborativo/" target="_blank">Como o NYT quer ganhar dinheiro com um projeto hiperlocal colaborativo</a></p>
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		<title>O ato de compartilhar notícias do NYT por e-mail</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 23:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ato de compartilhar notícias do NYT por e-mail]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2721 aligncenter" title="e-mail" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/e-mail.jpg" alt="e-mail" width="500" height="242" /></p>
<p>Dois pesquisadores da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, produziram um <a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/documents/research/Virality.pdf" target="_blank">estudo</a> pertinente sobre o comportamento do internauta com a informação. A entidade fez uma análise da lista de notícias mais enviadas por e-mail do jornal The New York Times e, a partir da base constituída, <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html" target="_blank">caracterizou-a</a>. O resultado é extremamente interessante e reforça um caráter &#8216;emotivo&#8217; de compartilhamento.</p>
<p>Segundo o estudo &#8211; feito com mais de 3 mil artigos &#8211; leitores do NYT compartilham informações &#8216;positivas&#8217; e das editorias de Ciência e Saúde. O que mais me chamou atenção é, que, cerca de 20% do que fica na página principal do site noticioso é compartilhado, ampliando o pensamento de que disseminação e armazenamento de informação não é sinônimo de <a href="http://jpn.icicom.up.pt/documentos/livro_de_estilo_jpn.html" target="_blank">hardnews</a>.</p>
<p>Sobre a questão da extensão do texto, algo já esperado. Internautas compartilham notícias &#8216;longas&#8217;, de pouco destaque e com a premissa de que as pessoas tenham o mesmo sentimento ao ler o fato. Um caráter motivacional de <a href="http://arjournals.annualreviews.org/doi/abs/10.1146%2Fannurev.soc.24.1.183" target="_blank">reciprocidade</a>, segundo princípios do sociólogo Peter Kollock. Sai de cena os incentivos moral ou social, além do prestígio, para dar destaque a correlação.</p>
<p>Infelizmente, toda pesquisa envolvendo mídia na web tem os seus defeitos. Nesta ocasião, o estudo foi feito a partir dos cliques no botão de compartilhamento do NYT. Logo, o estudo não pode ser considerado o espelho da realidade no site noticioso. O que ainda é comum hoje, na web, é copiar o link da matéria, jogá-lo no corpo do texto de uma mensagem e, posteriormente, realizar o compartilhamento com os outros.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/andygural/3845705110/sizes/o/" target="_blank">Andygural</a>.</p>
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<a href="http://derepente.com.br/2009/09/22/quando-leitores-de-meios-digitais-nao-querem-pagar-para-obter-informacao-na-web/" target="_blank">Quando leitores de meios digitais não querem pagar para obter informação na web</a></p>
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		<title>O New York Times na tela do iPad</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/01/27/new-york-times-tela-ipad-apple/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O New York Times na tela do iPad]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2665 aligncenter" title="nyt-tablet" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/nyt-tablet.jpg" alt="nyt-tablet" width="500" height="317" /></p>
<p>Interessante conhecer como fica a interface de um dos maiores jornais do mundo no <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/steve-jobs-mostra-itablet-evento-eua-529086.shtml" target="_blank">iPad</a>, lançamento da Apple anunciado nesta quarta-feira, nos Estados Unidos. Desde o início do projeto, o New York Times <a href="http://online.wsj.com/article/BT-CO-20100127-719279.html" target="_blank">trabalhou</a> em conjunto com a empresa de Steve Jobs. Não à toa, anunciou no mesmo dia uma parceria.</p>
<p>O tablet confirma a tendência que teremos um <strong><a href="http://derepente.com.br/2010/01/09/quando-mobilidade-nao-e-sinonimo-de-celular/" target="_blank">futuro de dispositivos móveis</a></strong> e não apenas de celular. Mobilidade, há algum tempo, transcendeu a idéia de um aparelho que tornou-se um membro do corpo. E um acordo com o New York Times confirma esta tendência de marcas jornalísticas polivalentes.</p>
<p>Um iPad sozinho não faz verão. Logo, o jornalão não acredita que este formato salve a mídia impressa. Pelo contrário. Trata-se de mais um mecanismo de receita que comprova a necessidade de um meio tornar-se mais heterogêneo.</p>
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<a href="http://derepente.com.br/2009/12/21/nyt-videos-trafego-michael-jackson-celular-computador/" target="_blank">Por uma informação mais flexível e distribuída</a></p>
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		<title>Os 20 anos do Muro de Berlim do New York Times</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 06:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os 20 anos do Muro de Berlim do New York Times]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2280 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="muro-de-berlim" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/11/muro-de-berlim.jpg" alt="muro-de-berlim" width="500" height="294" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2281 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="muro-de-berlim-2" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/11/muro-de-berlim-2.jpg" alt="muro-de-berlim-2" width="500" height="277" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2282 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="muro-de-berlim-3" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/11/muro-de-berlim-3.jpg" alt="muro-de-berlim-3" width="500" height="262" /></p>
<p style="text-align: left;">Ousado e diferente o especial do <a href="http://nyt.com" target="_blank">New York Times</a> sobre os <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2009/11/09/world/europe/20091109-berlinwallthennow.html" target="_blank">20 anos do Muro de Berlim</a>. Sem o pensamento e valorização do texto, a publicação conseguiu agregar em um único ambiente virtual a sensação do antes e depois de um período histórico que pôs fim à estrutura que dividiu a Alemanha por 28 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados | NYT<br />
<a href="../2009/08/14/no-quesito-conteudo-pago-the-guardian-e-tao-wall-street-journal/" target="_blank"></a><a href="../2009/07/28/como-o-nyt-quer-ganhar-dinheiro-com-um-projeto-hiperlocal-colaborativo/" target="_blank">Como o NYT quer ganhar dinheiro com um projeto hiperlocal colaborativo</a></p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Quando leitores de meios digitais não querem pagar para obter informação na web</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 06:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando leitores de meios digitais não querem pagar para obter informação na web]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2050 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="Conteudo-pago" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Conteudo-pago.jpg" alt="Conteudo-pago" width="500" height="360" /></p>
<p>Bem interessante e reflexivo uma espécie de <a href="http://paidcontent.co.uk/article/419-pcukharris-poll-only-five-percent-of-readers-would-pay-for-online-news/" target="_blank">pesquisa</a> realizada pelo <a href="http://paidcontent.co.uk/" target="_blank">Paid Content</a> nos últimos dias. O canal britânico perguntava se os leitores de meios digitais pagariam por conteúdo na web. A velha máxima de informação paga. A resposta saiu nesta segunda-feira e diferente da premissa que o <a href="https://www.nytinsightlab.com/Portal/default.aspx?logout=1" target="_blank">New York Times</a> apresentou, apesar de acreditar que o jornalão anda no caminho certo.</p>
<p>Sem o mesmo &#8220;público-alvo&#8221; e com diversos modelos de negócio por aí, o estudo do Paid Content mostra que apenas 5% dos entrevistados pagaria para ler um conteúdo na web, enquanto a grande maioria (74%) buscaria a informação em um outro veículo rival ou ambiente especializado.</p>
<p>Pego, então, dois exemplos locais norte-americanos que promovem, quase mensalmente, mudanças para gerar novas receitas: NYT e WSJ.</p>
<p>Ponto para o <a href="http://nyt.com" target="_blank">New York Times</a>, que sabe <a href="http://derepente.com.br/2009/08/20/o-nyt-convoca-leitores-para-tomar-decisoes-e-mostra-como-o-wsj-anda-na-contramao/" target="_blank"><strong>andar pra frente</strong></a> e vaias intensas ao <a href="http://wsj.com" target="_blank">Wall Street Journal</a>, que continua com a <a href="http://derepente.com.br/2009/08/20/o-nyt-convoca-leitores-para-tomar-decisoes-e-mostra-como-o-wsj-anda-na-contramao/" target="_blank"><strong>marcha ré engatada</strong></a> na corrida do conteúdo. Enquanto o NYT abre espaço para discutir o futuro do jornal (um <a href="http://docs.google.com/View?id=df3sbp8m_46dn8wj3gf" target="_blank">ex-jornal</a>, por sinal), o WSJ vai no sentido oposto e, enquanto anda pra trás, tenta <a href="http://derepente.com.br/2009/08/10/the-sunday-times-sera-o-1º-veiculo-da-corrida-do-conteudo-pago-de-murdoch/" target="_blank">reinventar a roda</a>.</p>
<p>Fica clara a política corporativa hierárquica de duas das maiores publicações do mundo: o New York Times, cada vez mais, mostra que seu futuro não vem de cima pra baixo, produzindo <a href="http://derepente.com.br/2009/08/20/o-nyt-convoca-leitores-para-tomar-decisoes-e-mostra-como-o-wsj-anda-na-contramao/" target="_blank">pesquisas</a> e visualizando como o conteúdo pago afeta seus leitores. Já o Wall Street Journal tem um centralizador milionário com um discurso de <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2002/eleicoes/historia-1969.shtml" target="_blank">Médici</a>: <a href="http://derepente.com.br/2009/03/12/a-sindrome-do-chicago-tribune-esta-em-murdoch/" target="_blank">pague ou deixe-o</a>.</p>
<p>Alguns dos leitores reclamam que possuo uma crítica veemente ao <a href="http://derepente.com.br/category/wsj/" target="_blank">WSJ</a>. Acredito que seu <a href="http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/" target="_blank">modelo híbrido</a> para mixar conteúdo pago e aberto, infelizmente, é a solução para conter o desespero de executivo de jornalões. O problema é que seus <a href="http://www.google.com.br/news/search?pz=1&amp;ned=pt-BR_br&amp;hl=pt-BR&amp;q=Murdoch" target="_blank">recentes discursos</a> de seu chefão acabam, de certa forma, refletindo em outros países como uma espécie de praga.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/09/04/um-mapeamento-de-conteudos-pagos-em-meios-online/" target="_blank">Um mapeamento de conteúdos pagos em meios online</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/09/21/uma-web-para-consumir-mais-informacao-e-menos-comunicacao-por-e-mail/" target="_blank">Uma web para consumir mais informação e menos comunicação por e-mail</a><br />
<a href="../2009/09/17/jornais-que-ainda-estao-no-seculo-xx/" target="_blank">Jornais que ainda estão no século XX</a><br />
<a href="../2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/" target="_blank">Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</a></p>
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		<item>
		<title>O NYT convoca leitores para tomar decisões e mostra como o WSJ anda na contramão</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/08/20/o-nyt-convoca-leitores-para-tomar-decisoes-e-mostra-como-o-wsj-anda-na-contramao/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 11:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O NYT convoca leitores para tomar decisões e mostra como o WSJ anda na contramão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1847 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="Insight-lab-nyt" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Insight-lab-nyt.jpg" alt="Insight-lab-nyt" width="500" height="335" /></p>
<p>Mais de 3 mil fiéis leitores do <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a> <a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=131&amp;aid=168611" target="_blank">começaram</a> há alguns dias uma discussão no <a href="https://www.nytinsightlab.com/">The New York Times Insight Lab</a>, um ambiente com fins de diálogos comerciais, editoriais e, claro, modelos informacionais de negócio. Burocrático, cheio de perguntas, porém até o momento eficiente, a maior publicação no mundo pelo menos mostra como seus rivais andam cada vez mais na contramão.</p>
<p>O Insight Lab é a primeira aposta &#8211; ousada, diga-se de passagem &#8211; de uma grande publicação em todo o mundo. A intenção é ter uma percepção imediata de leitores, principalmente os mais assíduos, com um único objetivo: <strong>entender as reações com mudanças drásticas</strong> ou não em relação ao conteúdo.</p>
<p>A pauta do momento que aquece esta espécie de Fórum é a possibilidade ou não do New York Times ter <a href="http://derepente.com.br/2009/02/06/o-retrocesso-da-cultura-do-algo-a-mais-volta-a-rondar-o-new-york-times/" target="_blank">conteúdos pagos</a> nos próximos meses no site do jornalão. A decisão é discutida já há algum tempo entre seus executivos e nada mais justo que convocar quem visita o site todo dia: seus internautas.</p>
<p>Até o momento, pelo que vi lá, a opinião sobre pagar ou não por conteúdos é bem dividida, o que me surpreende até de certo ponto, já que o NYT não tem um <a href="http://derepente.com.br/2009/08/10/the-sunday-times-sera-o-1%C2%BA-veiculo-da-corrida-do-conteudo-pago-de-murdoch/" target="_blank">diferencial</a> ao seu &#8220;rival&#8221; WSJ, voltado a um nicho específico.</p>
<p>Mesmo assim, vale a pena dar uma olhada no argumento de cada um. É bem interessante ver pessoas dizendo: &#8220;pagar por 50 dólares por ano para ler a publicação online não me vai fazer mais rico ou mais pobre&#8221;.</p>
<p>Outros pensam desta maneira: &#8220;essa atitude de restringir a informação pode desencadear um processo muito grande na web. Aí só falta voltarmos ao início da internet, onde parte dos produtos que usávamos era pago. Se acontecer isso, blogueiros disponibilizarão a nós o conteúdo&#8221;.</p>
<p>A iniciativa vai bem no sentido oposto do australiano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch" target="_blank">Rupert Murdoch</a> com o <a href="http://online.wsj.com/home-page" target="_blank">Wall Street Journal</a>. Há poucos dias, <a href="http://derepente.com.br/2009/08/10/the-sunday-times-sera-o-1%C2%BA-veiculo-da-corrida-do-conteudo-pago-de-murdoch/" target="_blank">escrevi</a> no blog sobre a confirmação do todo-poderoso da News Corporation em cobrar por conteúdo visualizado em todos os sites de jornais de seu domínio. O primeiro <a href="http://derepente.com.br/2009/08/10/the-sunday-times-sera-o-1%C2%BA-veiculo-da-corrida-do-conteudo-pago-de-murdoch/" target="_blank">será</a> o simpático <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/newspapers/sunday_times/?days=Sunday" target="_blank">The Sunday Times</a>, do Reino Unido.</p>
<p>Fica evidente que o NYT é a <strong>antítese jornalística</strong> do WSJ. A discussão em um dos maiores jornais do mundo acontece de baixo pra cima e não ao contrário, como fez Murdoch com um discurso que mais me lembra a história dos Estados Unidos e a política do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Stick" target="_blank">Big Stick</a>: &#8220;fale macio, mas carregue um grande porrete&#8221;.</p>
<p>Posts relacionados | NYT<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/08/14/no-quesito-conteudo-pago-the-guardian-e-tao-wall-street-journal/" target="_blank">No quesito conteúdo pago, The Guardian é tão Wall Street Journal</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/28/como-o-nyt-quer-ganhar-dinheiro-com-um-projeto-hiperlocal-colaborativo/" target="_blank">Como o NYT quer ganhar dinheiro com um projeto hiperlocal colaborativo</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/24/quando-a-audiencia-nao-importa-aos-editores-do-new-york-times/" target="_blank">Quando a audiência não importa aos editores do New York Times</a><br />
<a href="../2009/08/10/the-sunday-times-sera-o-1%C2%BA-veiculo-da-corrida-do-conteudo-pago-de-murdoch/" target="_blank">The Sunday Times será o 1º veículo da corrida do conteúdo pago de Murdoch</a><br />
<a href="../2009/02/06/o-retrocesso-da-cultura-do-algo-a-mais-volta-a-rondar-o-new-york-times/" target="_blank">O retrocesso da cultura do “algo a mais” volta a rondar o New York Times</a><br />
<a href="../2008/10/31/o-retorno-da-cultura-do-algo-a-mais/" target="_blank">O retorno da cultura do “algo a mais”</a></p>
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		<title>Como o NYT quer ganhar dinheiro com um projeto hiperlocal colaborativo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 06:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o NYT quer ganhar dinheiro com um projeto hiperlocal colaborativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1749 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="nyt-the-local" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/nyt-the-local.jpg" alt="nyt-the-local" width="500" height="399" /><span style="color: #ff0000;"><em><br />
Self-Service Advertise é a aposta publicitária do NYT ao The Local</em></span></p>
<p>Quem acompanha o blog diariamente sabe do meu interesse em visualizar o caminho do <a href="http://derepente.com.br/category/nyt/" target="_blank">The New York Times</a> no mundo web. Uma das maiores marcas jornalísticas do mundo promove, mensalmente, mudanças e <a href="http://derepente.com.br/2009/07/24/quando-a-audiencia-nao-importa-aos-editores-do-new-york-times/" target="_blank">posturas</a> em busca de um único fim: <a href="http://derepente.com.br/2009/03/03/o-desespero-hiperlocal-do-new-york-times/" target="_blank">lucro</a> e, posteriormente, sobrevivência.</p>
<p>Foi com este princípio que lançou no primeiro trimestre do ano o <a href="http://www.nytimes.com/marketing/thelocal/">The Local</a>, projeto hiperlocal participativo que envolve blogs para fragmentar sua cobertura noticiosa no território norte-americano. Lá em <a href="http://derepente.com.br/2009/03/03/o-desespero-hiperlocal-do-new-york-times/" target="_blank">março</a>, falei do lançamento do serviço, avisando que ele não veio &#8220;à toa&#8221;.</p>
<p>Pois é. Segue, então, a frase que deixei no <a href="http://derepente.com.br/2009/03/03/o-desespero-hiperlocal-do-new-york-times/" target="_blank">post</a> após ver o anúncio oficial do negócio. &#8220;E é essa foi a sensação que tive ao descobrir a “novidade”. NYT quer alcançar <strong>anunciantes menores, LOCAIS</strong>, que não podem ou não tem condições de disputar um grande espaço em um dos maiores veículos de comunicação do mundo.&#8221;</p>
<p>Não deu outra. Depois de um pedido via e-mail de um amigo, resolvi tocar novamente no assunto. Para enfrentar a crise, NYT <a href="http://paidcontent.org/article/419-nytimes.com-introduces-self-serve-ads-for-hyperlocal-sites/" target="_blank">confirmou</a> há poucos dias o &#8220;<a title="NYT" href="http://www.nytimes.com/marketing/selfservice/index.html" target="_blank">Self-Service Advertise</a>&#8220;, espaço publicitário destinado às pequenas empresas.</p>
<p>A estrutura do <a title="NYT" href="http://www.nytimes.com/marketing/selfservice/index.html" target="_blank">Self-Service Advertise</a> é, ao menos, interessante. Em apenas três passos, será possível criar seu próprio anúncio. Uma forma simples, rápida e prática para gerar receita. Mais do que isso: o jornalão entra num mercado em que o Google domina, o <a title="NYT" href="https://www.google.com/adsense/login/es/?hl=es&amp;sourceid=aso&amp;subid=es-es-ha-bk&amp;medium=ha&amp;term=adsense&amp;gsessionid=PhCS1PLexV5GX3kBLVAkBw" target="_blank">Google AdSense.</a></p>
<p>NYT dá sinais de como a crise lhe afeta. Trata-se de mais um mecanismo para aumentar seu leque de receitas &#8211; que não anda nada bem &#8211; com um interesse curioso: tal artifício mostra sua postura e preocupação com uma informação específica, de bairro, com um caráter experimental colaborativo.</p>
<p>Trata-se de mais uma carta na manga que aparece no jornalão como solução para eventuais novos problemas. Você corta gastos com agências de notícia e acaba dando destaque a um dos pilares para a sobrevivência do impresso: a hiperlocalidade. Soma-se a isso, é claro, a geolocalização com uma integração ao Google Maps.</p>
<p>Os valores já até foram <a href="http://twitter.com/NiemanLab/status/2782941085" target="_blank">definidos</a>. Cinco dólares por 1000 visitantes únicos. A idéia é criar um novo mercado, absorvendo pequenas empresas ou negócios destes locais. No caso, bairros de Nova Jersey e Nova York, nos Estados Unidos.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/03/03/o-desespero-hiperlocal-do-new-york-times/" target="_blank">O desespero hiperlocal do New York Times</a><br />
<a href="../2009/06/25/como-o-new-york-times-foge-do-lugar-comum-com-um-mapa-de-homicidios/" target="_blank">Como o New York Times foge do lugar-comum com um mapa de homícidios</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/24/quando-a-audiencia-nao-importa-aos-editores-do-new-york-times/" target="_blank">Quando a audiência não importa aos editores do New York Times</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/05/29/lens-um-mix-de-belas-imagens-do-onipresente-new-york-times/" target="_blank">Lens, um mix de belas imagens do ‘onipresente’ New York Times</a></p>
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		<title>Quando a audiência não importa aos editores do New York Times</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 06:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando a audiência não importa aos editores do New York Times]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1732 aligncenter" style="border: 3px solid black;" title="nyt" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/nyt.jpg" alt="nyt" width="500" height="301" /></p>
<p>De certo ponto surpreendente a entrevista de um dos editores do The New York Times ao <a href="http://www.observer.com/2009/media/how-times-home-page-gets-made" target="_blank">The New York Observer</a> nesta semana. <a href="http://www.nytimes.com/2007/06/25/business/media/25asktheeditors.html?pagewanted=all" target="_blank">Jim Roberts</a>, responsável pela página principal de um dos maiores centros de informação online, <a href="http://www.observer.com/2009/media/how-times-home-page-gets-made" target="_blank">revelou</a> que a audiência não importa no momento de destacar um ou outro fato na home.</p>
<p>Roberts garante que o tráfego do internauta não é um fator essencial para hierarquizar acontecimentos, argumento que vai na contramão de qualquer pensamento jornalístico web em portais brasileiros.  Senão coisas como <a href="http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1240766-9798,00-EMANUELLE+ARAUJO+ATRAVESSA+A+RUA+CONCENTRADA.html" target="_blank">essa</a> não seriam destacas em um dos maiores ambientes virtuais do país.</p>
<p>Em parte da conversa no The Observer, fiquei com a sensação de <strong>velho salto alto</strong> de parte da imprensa tradicional ao ouvir argunentos como os de Roberts. O estudo de <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/10471/tendencias/entretenimento_online_esta_mudando_comportamento_do_internauta/" target="_blank">comportamento dos leitores</a> é um dos ingredientes mais importantes e pertinentes para avaliar e explicar o contexto informacional na web e como isso poderá refletir no futuro.</p>
<p>O editor do NYT produz argumentos tão fracos sobre valor e necessidade do leitor da web que sua soberba tornou-se um paradoxo das receitas do jornalão. Ontem mesmo, o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1240654-7084,00-GRUPO+NEW+YORK+TIMES+PERDE+US+MI+NO+SEMESTRE+DE.html" target="_blank">grupo NYT</a> anunciou um prejuízo de mais de 70 milhões de reais no 1º trimestre de 2009. No mesmo período do ano passado, havia lucrado 40 mi de reais.</p>
<p>Soma-se a isso o período turbulento e decisivo de rentabilizar o conteúdo online da publicação. Desde o mês passado, <a href="http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/mediatechnologyandtelecoms/media/5786429/New-York-Times-to-decide-how-to-charge-for-its-website-by-August.html" target="_blank">rumores</a> reforçam a idéia de pagar dez reais por mês, aproximadamente, para acessar todos os conteúdos e bons recursos do site.</p>
<p>Roberts anda de salta alto e tem grandes chances de cair enquanto estiver andando. O <a href="http://www.businessinsider.com/nytcom-front-page-editors-dont-know-what-stories-readers-are-clicking-on-2009-7" target="_blank">The Business Insider</a> já começou a dar um empurrãozinho nele.</p>
<p>Dica da <a href="http://twitter.com/patidecia/status/2781740159" target="_blank">Pati</a>.</p>
<p>Posts relacionados | Leia mais sobre o <a href="http://derepente.com.br/category/nyt/" target="_blank">NYT</a>:<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/03/globe-reader-o-leitor-digital-do-boston-globe/" target="_blank">Globe Reader, o leitor digital do Boston Globe</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/" target="_blank">Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/06/25/como-o-new-york-times-foge-do-lugar-comum-com-um-mapa-de-homicidios/" target="_blank">Como o New York Times foge do lugar-comum com um mapa de homícidios</a><br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/05/22/o-dia-em-que-o-google-quase-comprou-jornais/" target="_blank">O dia em que o Google quase comprou jornais</a></p>
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		<item>
		<title>Globe Reader, o leitor digital do Boston Globe</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/03/globe-reader-o-leitor-digital-do-boston-globe/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 06:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Globe Reader, o leitor digital do Boston Globe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1601 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="globe-reader" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/globe-reader.png" alt="globe-reader" width="500" height="384" /></p>
<p style="text-align: left;">Comecei a testar ontem o <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a>, o mais novo leitor digital do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a>. A publicação, de posse do grupo do <a href="http://www.nytimes.com/">New York Times</a>, foi mais uma vez na onda de sua matriz e <a href="http://www.editorandpublisher.com/eandp/news/article_display.jsp?vnu_content_id=1003989368" target="_blank">lançou</a> em 1º de julho sua versão impressa &#8220;offline&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a> é a cópia do <a href="https://timesreader.nytimes.com/webapp/wcs/stores/servlet/AppLogin?storeId=10001&amp;catalogId=10001" target="_blank">Times Reader</a>, atualizado no último mês de maio. Ambos estão sob a bela plataforma <a href="http://www.adobe.com/br/products/air/" target="_blank">AIR</a>, da Adobe, que permite criar aplicações de escritório a partir de páginas ou aplicações web.</p>
<p style="text-align: left;">Seu princípio e uso é simples: <strong>entregar conteúdo jornalístico em forma de software</strong>. A partir da instalação em seu computador é possível ter informação sem estar conectado à internet.</p>
<p style="text-align: left;">Esta é a premissa que tanto NYT e Boston Globe usam para atrair um nicho muito específico: executivos nômades que vivem em viagens pelo mundo todo e não possuem condições de estar inserido a rede mundial de computaores.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo assim, não vi nenhuma novidade com este lançamento do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a>. Não é de hoje que este impresso norte-americano <a href="http://derepente.com.br/2009/05/07/boston-globe-garante-sobrevivencia-impressa-mas-respira-por-aparelhos/" target="_blank"><strong>respira por aparelhos</strong></a> devido aos problemas financeiros que assolam o grupo NYT. Já dizia em maio que o estado de saúde da empresa <a href="http://derepente.com.br/2009/05/07/boston-globe-garante-sobrevivencia-impressa-mas-respira-por-aparelhos/" target="_blank">é delicado</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2126/3526627265_f3ae29349d.jpg?v=0" alt="" width="500" height="415" /></p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente, <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a> é um dos &#8220;<a href="http://derepente.com.br/2009/04/06/a-ameaca-do-new-york-times-e-um-possivel-fim-do-boston-globe/" target="_blank">brinquedinhos</a>&#8221; do New York Times que é largado no quarto. Em abril, por exemplo, o impresso esteve <a href="http://derepente.com.br/2009/04/06/a-ameaca-do-new-york-times-e-um-possivel-fim-do-boston-globe/" target="_blank">perto de acabar</a>, mas um acordo PROVISÓRIO para garantir sua sobrevivência foi feito, reduzindo salários de funcionários e despesas da empresa.</p>
<p style="text-align: left;">O lançamento do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a> não terá um grande efeito lucrativo. Apesar da publicidade explícita fixa gerada, não é um grande nicho de seu público-alvo. Fico com a sensação de um produto que está no mercado simplesmente por vontade da <strong>mãe NYT</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Tirando este pedido materno, o mais interessante desta movimentação é como NYT e Boston Globe brincam de &#8220;ratos de laboratório&#8221;: um pega a iniciativa do outro e vice-versa.</p>
<p style="text-align: left;">No presente, foi a vez dos leitores digitais. Em um <a href="http://derepente.com.br/2009/05/29/lens-um-mix-de-belas-imagens-do-onipresente-new-york-times/" target="_blank">passado recente</a> &#8211; neste ano mesmo &#8211; houve a criação do <a href="http://derepente.com.br/2009/05/29/lens-um-mix-de-belas-imagens-do-onipresente-new-york-times/" target="_blank">Lens</a>, uma espécie de <a href="http://www.boston.com/bigpicture/" target="_blank">The Big Picture</a> em outro formato.</p>
<p style="text-align: left;">Ao invés de centralizar todo e qualquer tipo de experimentação em sua filial &#8211; o Boston Globe &#8211; NYT adota uma estratégia desorganizada, porém pertinente.</p>
<p style="text-align: left;">Funcionalidades que são inseridas em um dos maiores jornais do mundo são mais fáceis de <a href="http://derepente.com.br/2008/12/04/a-fama-falsa-do-nyt-com-o-lancamento-do-times-extra/" target="_blank"><strong>serem propagadas</strong></a>. Assim, não sai das manchetes dos bons blogs e ambientes virtuais que abordam assuntos como mídia e tecnologia.</p>
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		<item>
		<title>Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 06:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1557 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="audiencia-estados-unidos" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/06/audiencia-estados-unidos.png" alt="audiencia-estados-unidos" width="500" height="375" /></p>
<p>Menos tempo em um ambiente noticioso, mas sempre informado. Este é o espírito de um estudo divulgado pelo instituto Nielsen que vi hoje no <a href="http://www.businessinsider.com/chart-of-the-day-time-spent-on-newspaper-websites-2009-6" target="_blank">The Business Insider</a>. Segundo a pesquisa, 17 dos 30 maiores sites de jornais norte-americanos perderam visitas em tempo médio.</p>
<p>No gráfico acima, quatro dos maiores jornais dos Estados Unidos tiveram um decréscimo de tempo de navegação do internauta comparando os meses de maio de 2008 e 2009. A maior queda acontece com o <a href="http://online.wsj.com/home-page?refresh=on" target="_blank">Wall Street Journal</a>, publicação que defende com unhas e dentes um modelo de assinatura rentável em seu site.</p>
<p><a href="http://online.wsj.com/home-page?refresh=on" target="_blank">WSJ</a> adota uma espécie de modelo híbrido, misturando conteúdo pago com gratuito, atributo mais que elogiável pois é voltado a um nicho e que necessita da informação da publicação, &#8220;rara&#8221; hoje na web e em papel. É a velha máxima do quanto mais específico e fora do lugar-comum, melhor. Situação que a <a href="http://derepente.com.br/2009/03/25/lastfm-da-um-tiro-no-proprio-pe-e-comeca-a-cobrar-seus-usuarios/" target="_blank">Last.fm</a> e o <a href="http://derepente.com.br/2009/05/18/blipfm-nao-aprende-e-sofre-mudancas-que-podem-decretar-seu-fim/" target="_blank">Blip.fm</a> não souberam lidar.</p>
<p>A métrica informada, por sua vez, vai na contramão aos números que <a href="http://derepente.com.br/2009/03/20/impressos-online-ganham-novo-folego-com-audiencia/" target="_blank">divulguei aqui</a> no mês de fevereiro. Na época, todos os citados acima &#8211; exceto o <a href="http://www.washingtonpost.com/" target="_blank">Washington Post</a> &#8211; tiveram um crescimento. Destaque para o <a href="http://www.usatoday.com/" target="_blank">USA Today</a>, que havia garantindo a segunda maior audiência no mercado local.</p>
<p>Mas em um todo, essa queda de segundos/minutos <strong>não é sinônimo de queda de tráfego</strong>. A página principal de um ambiente informativo n<strong>ão é mais a única fonte de tráfego</strong> para obter informações de um marca com <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>, <a href="http://www.usatoday.com/" target="_blank">USA Today</a>, <a href="http://www.washingtonpost.com/" target="_blank">Washington Post</a> ou até mesmo <a href="http://online.wsj.com/home-page" target="_blank">Wall Street Journal</a>.</p>
<p>A informação é uma <strong>espécie de <a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/figuras_linguagem.jhtm" target="_blank">sinédoque</a> do canal informativo</strong>. Trata-se da parte de um todo. Um excerto extreamente essencial e imprescindível de um contexto que pode garantir o retorno <em>a posteriori</em> do internauta ao site.</p>
<p>Cada vez mais, as conhecidas &#8220;homes&#8221; perdem espaço para canais &#8220;alternativos&#8221; e extremamente participativos, como <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a> e <a href="http://facebook.com" target="_blank">Facebook</a>. Por lá circula informação instantânea. O velho e bom buzz da rede. O Estadão conseguiu fazer isso muito bem ontem, com um bom <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=o_show_das_sub_celebridades_brasileiras&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1" target="_blank">post</a> sobre as &#8220;subcelebridades&#8221; que acham que sabe fazer política no Twitter.</p>
<p>Plataformas sociais já são, há algum tempo, formas de contato com conteúdos de jornal. Não é à toa que grandes empresas de comunicação já começam a estudar a contratação de um <a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/paginador/pagina_3" target="_blank">gerenciador de mídias sociais</a>, uma espécie de jornalista que tenha o faro e a experiência de apuração e reportagem, mesclado é claro à compreensão da dinâmica das redes.</p>
<p>Foi assim com o <a href="http://paidcontent.org/article/419-industry-moves-nyt-creates-social-media-editor/" target="_blank">New York Times</a> e <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2007/mar/28/theguardian.digitalmedia" target="_blank">The Guardian</a>, lá fora. No Brasil, uso meu caso profissional com a <a href="http://veja.com.br" target="_blank">Veja</a>.  A página principal do site começa a dividir as mesmas atenções que o <a href="http://twitter.com/veja" target="_blank">perfil no Twitter</a>. Conversas diárias, troca de links e <a href="http://veja.abril.com.br/010709/p_056.shtml" target="_blank">sugestões de pautas e matérias</a> mostram o feedback positivo e a importância de ter um contato com o internauta.</p>
<p>Antes, havia apenas um holofote (home) que direcionava apenas a um lugar (conteúdo do site). Agora, novos focos de luz (aplicativos sociais) incidem no meio do trajeto e alcançam facilmente o mesmo espaço, seja físico ou não.</p>
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			<wfw:commentRss>http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/feed/</wfw:commentRss>
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