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	<title>De Repente &#187; pesquisa</title>
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	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>Redes sociais não matam o e-mail</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 03:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[# Há algum tempo, publicações tradicionais e parte de pesquisadores especializados em mídia vaticinaram a morte do e-mail. O argumento, no mínimo questionável, garantia que a caixa de mensagens perde espaço, paulatinamente, para redes sociais como Twitter e Facebook – &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><img class="alignnone size-full wp-image-3631" title="redes-sociais-e-mail" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2011/02/redes-sociais-e-mail.jpg" alt="" width="640" height="427" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Há algum tempo, publicações tradicionais e parte de pesquisadores especializados em mídia vaticinaram a <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203803904574431151489408372.html" target="_blank">morte do e-mail</a>. O argumento, no mínimo questionável, garantia que a caixa de mensagens perde espaço, paulatinamente, para redes sociais como Twitter e Facebook – terrenos cada vez mais populares. Era o adeus dos conteúdos considerados pessoais para dar lugar aos tweets, likes e check-ins. Engano. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Nesta segunda-feira, uma <a href="http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1008254&amp;AspxAutoDetectCookieSupport=1" target="_blank">pesquisa produzida pela agência Merkle</a> aponta que o uso do e-mail continua firme, forte – e freqüente. Em 2010, 87% dos entrevistados conferiram diariamente mensagens pessoais. Entre aqueles que possuem dois e-mails – pessoal e comercial – 60% acessa a caixa diariamente, queda de apenas um ponto percentual desde 2008, período marcado pelo registro de 100 milhões de usuários no Facebook. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Este não é o primeiro relatório que aponta o uso freqüente do e-mail. Em 2010, uma <a href="http://ccsblog.burtongroup.com/collaboration_and_content/2010/03/social-sharing-e-mail-and-web-analytics.html" target="_blank">pesquisa</a> confirmou que grande parte do conteúdo distribuído em rede é feito por mensagens pessoais em caixas de correspondência virtuais. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
A popularização e o uso freqüente de dispositivos móveis (tablets e smartphones) contribuem para a estagnação da curva de popularidade do e-mail. Por lá, a pessoa realmente mostra quem é – cenário completamente diferente dos espaços considerados como redes sociais, quando o usuário constrói um personagem como um estímulo de sociabilidade ou mesmo por uma tentativa de reconhecimento. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
As informações postadas em e-mails são minas de ouro – mostram quais são nossas interações sociais que não são, de fato, públicas. Pensando nessas condições que o Facebook, por exemplo, <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/tag/messages/" target="_blank">criou o Messages</a>, serviço que integra mensagens de e-mail e de texto (SMS) e chat dentro da rede social de maior popularidade no mundo. O usuário muda a plataforma de acesso – computador, tablets e smartphones –, mas não troca de site para se comunicar. Seu objetivo é fazer com que as pessoas fiquem ali. Indefinidamente. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
Falta, portanto, cuidado aos pesquisadores e publicações tradicionais que usam uma única faixa etária – dos 18 a 34 anos – como único público na web. A faixa demográfica não representa o ecossistema virtual. Há, ainda, muita vida lá fora. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p6">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p7"></a>
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<a href="http://derepente.com.br/2010/02/09/o-ato-de-compartilhar-noticias-do-nyt-por-e-mail/" target="_blank">O ato de compartilhar notícias do NYT por e-mail</a> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p7">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p8"></a>
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/29143375@N05/4729228634/sizes/z/in/photostream/" target="_blank">Gamma Ray &#8211; Productions</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p8">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p9"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2011%2F03%2F01%2Fredes-sociais-nao-matam-o-e-mail%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/03/01/redes-sociais-nao-matam-o-e-mail/#p9">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Vivemos a era da superficialidade</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 02:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[174 jornais por dia]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Carr]]></category>
		<category><![CDATA[South California]]></category>
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		<description><![CDATA[# Blogs especializados em mídia e publicações do exterior, como o Telegraph, destacaram recentemente um estudo produzido por dois acadêmicos na Universidade de South Califórnia, nos Estados Unidos. Na ocasião, a pesquisa aponta que a população mundial transmitiu 1,9 zetabytes &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><img class="alignnone size-full wp-image-3597" title="overload-information" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2011/02/overload-information.jpg" alt="" width="640" height="480" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Blogs especializados em mídia e publicações do exterior, como o <a href="http://www.telegraph.co.uk/science/science-news/8316534/Welcome-to-the-information-age-174-newspapers-a-day.html" target="_blank"><em>Telegraph</em></a>, destacaram recentemente um <a href="http://www.sciencemag.org/content/early/2011/02/09/science.1200970.abstract" target="_blank">estudo produzido por dois acadêmicos na Universidade de South Califórnia</a>, nos Estados Unidos. Na ocasião, a pesquisa aponta que a população mundial transmitiu 1,9 zetabytes de dados por meio de tecnologias de comunicação – entenda-se aqui o equivalente ao consumo de 174 jornais por dia para cada habitante do planeta. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Para chegar a essa quimera, os pesquisadores calcularam a capacidade mundial de armazenamento, processamento e comunicação de informações a partir da análise de tecnologias, digamos, analógicas e disponíveis desde o ano de meu nascimento – 1986. Portanto, os números e a própria evolução da tecnologia – desde o telefone ao GPS &#8211; comprovaria o crescimento vertiginoso de dados pomposos. É inevitável. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
No entanto, faltou reflexão. Recentemente, <a href="http://www.nicholasgcarr.com/" target="_blank">Nicholas Carr</a> publicou o polêmico livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=0393072223&amp;sid=125221100121223608922593374" target="_blank"><em>The Shallows – What the Internet is Doing to Our Brains</em></a> (traduzindo, ao pé da letra: No Raso -O que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros) mostrando um alarmismo coerente: a rede, por si só, estaria nos deixando com um conhecimento superficial. Uma das frases mais interessantes escritas no livro sintetiza a estratégia do gigante Google: &#8220;o negócio deles é vender distração&#8221;. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
O próprio Carr relata, na obra, a dificuldade em escrever o livro com a disponibilidade de tantas plataformas tecnológicas e, consequentemente, tantas possibilidades de dispersão. A solução, no caso, foi se desconectar. E deu certo. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
Dos 174 jornais consumidos por dia por cada habitante, o que é possível absorver? De fato, sofremos de <a href="http://blog.lisbonlab.com/2005/12/20/information-overload/" target="_blank">overload information</a>. Não houve queda na leitura de um ser humano. Pelo contrário: lê-se muito, porém de forma fragmentada. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
Em 1967, em um festival da MPB, Caetano Veloso indagou: “<a href="http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/43867/" target="_blank">quem lê tanta noticia</a>?” Talvez a humanidade – ou parte dela que, paulatinamente, tenta ter o conhecimento por todos os lados. Contudo, cresce uma geração que existe apenas à superfície. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p6">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p7"></a>
Resta ao grupo, agora, separar o joio do trigo. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p7">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p8"></a>
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/timrich26/4880518454/sizes/z/in/photostream/" target="_blank">World of Good</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p8">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p9"></a>
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<a href="../espaco-academico/" target="_blank">Pesquisas sobre Jornalismo Digital</a> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p9">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p10"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2011%2F02%2F16%2Fvivemos-a-era-da-superficialidade%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2011/02/16/vivemos-a-era-da-superficialidade/#p10">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>No Twitter, tem usuário que apenas &quot;assiste&quot; o conteúdo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[# Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3181 aligncenter" title="Retweet no Twitter" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/retweet.jpg" alt="" width="500" height="352" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais uma vez, à área de exatas para compreender situações na área. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
O argentino Bernardo Huberman, um dos pesquisadores do HP Labs, disponibilizou neste mês <a href="http://www.hpl.hp.com/research/scl/papers/socialmedia/socialmedia.pdf" target="_blank">dois artigos</a> sobre reflexões, influência e passividade em plataformas sociais como o Twitter. No caso, o professor de Física Aplicada da Universidade de Pensilvânia e parte de sua equipe foram exceção: abordam o assunto do valor de repassar um conteúdo para o seu círculo social de seguidores. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Um dos argumentos mais interessantes &#8211; que não é novo &#8211; é a competição desenfreada que acontece na rede de mensagens: a importância não está no número de seguidores, mas na atenção dos seguidores. O <a href="http://www.scribd.com/doc/35401457/Influence-and-Passivity-in-Social-Media-HP-Labs-Research" target="_blank">estudo de Influência e Passividade</a> aponta algo interessante: a partir da mensuração de uma quantidade de &#8220;retweets&#8221;, percebe-se que a grande maioria dos perfis é passivo. Ou seja, fica como espreitador em rede: apenas assiste e não repassa. Falta &#8220;engajamento&#8221;. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
No mais, deixo outra leitura de Huberman &#8211; que é a mais antiga e, sinceramente, a que me chama atenção. <a href="http://www.amazon.com/Laws-Web-Patterns-Ecology-Information/dp/0262582252" target="_blank"><em>The Laws of the Web: Patterns in the Ecology of Information</em></a>, publicado em 2001 pelo MIT Press, é uma leitura essencial para entender a complexidade da informação em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/hulk4598/4447066051/#/" target="_blank">Rétrofuturs</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F09%2F02%2Fno-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/#p6">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Por que você segue marcas no Facebook?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 07:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[# O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é suficiente para explicar o estímulo &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3143 aligncenter" title="Pesquisa sobre motivação de seguir marcas no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa-facebook.jpg" alt="" width="500" height="233" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes   preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita   sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é   suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2010/08/11/google-looks-at-why-people-follow-brands-on-facebook" target="_blank">pesquisa</a> com o objetivo de conhecer o que move pessoas a seguir marcas em redes sociais como o Facebook. O resultado, infelizmente, revela uma preocupação &#8216;marketeira&#8217; sobre estímulos e motivação do usuário. Faltou apenas levantar a bandeira do auto-interesse pessoal. É o império do egoísmo. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Segundo o relatório, 25% dos entrevistados seguem uma empresa com a vontade de ganhar descontos ou promoções especiais. A fidelidade do indivíduo e a possibilidade de mostrar vínculo com uma marca à sua teia social aparece em segundo lugar, com 18%. Cerca de 10% das respostas coletadas se referem às características de acompanhar uma empresa por &#8216;diversão&#8217;. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Em pouco tempo, os dados pipocaram em <a href="http://alt1040.com/2010/08/por-que-seguimos-a-las-marcas-en-facebook#more-81553" target="_blank">blogs especializados em mídia</a>. E o argumento que fora mais analisado envolvia possíveis erros de estratégia em rede. Só esqueceram do principal: tentar <a href="http://derepente.com.br/2010/06/29/produzir-conteudo-na-web-motivacoes-incentivos-e-estimulos/" target="_blank"><strong>compreender a motivação</strong></a> o fenômeno do auto-interesse, que representou 1/4 das respostas dos entrevistados. O cenário é novo. A teoria, nem tanto. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
Em 1776, Adam Smith escrevia &#8216;Riqueza das Nações&#8217; e entendia que o auto-interesse movia a participação alheia e estimulava o trabalho e sua divisão. Diz o autor: &#8220;dê-me aquilo que eu quero e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo.&#8221; <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
O egoísmo, um auto-interesse &#8216;excessivo&#8217; segundo Smith, é considerado uma característica natural ao homem, reflexo de uma concepção estética ligada ao &#8216;amor-próprio&#8217;. &#8220;Cada homem, portanto, é muito mais profundamente interessado no que quer que imediatamente lhe diga respeito, do que naquilo que diz respeito a qualquer outro homem&#8221;. O egoísmo, nada mais é, que a possibilidade de converter tudo em utilidade exclusiva. E, parte dos indivíduos conectados em rede começa a pensar assim. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
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<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F08%2F17%2Fpor-que-voce-segue-marcas-no-facebook%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/#p7">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Quando os &#039;meios tradicionais e sociais&#039; não compartilham a mesma agenda</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[# Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2983 aligncenter" title="Twitter, Facebook e YouTube não compartilham a mesma agenda informativa da mídia tradicional" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/twitter.jpg" alt="" width="500" height="332" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras respostas à minha pergunta veio nesta semana, com um relatório do <a href="http://pewresearch.org/pubs/1602/new-media-review-differences-from-traditional-press" target="_blank">Pew Research Center</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Segundo estudo da consultoria, publicações como jornais, televisão e revistas não compartilham a mesma &#8216;agenda informativa&#8217; que é propagada em plataformas sociais, como Twitter, Facebook e YouTube. O mais interessante é descobrir que, em cada plataforma, há um assunto que ganha maior destaque. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Nos blogs, política aparece como preferência. No YouTube, política externa é o assunto de maior interesse. E, no Twitter, tecnologia domina &#8211; algo já esperado. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
No mais, foi no mínimo inusitado saber que, na pesquisa, foram coletadas informações do vídeo do apresentador Boris Casoy ridicularizando a participação de dois garis no Jornal da Band, no primeiro dia de 2010. Três das produções com imagens do fato geraram mais de 2,2 milhões de visitas no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f_E4j7vi3js" target="_blank">YouTube</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
Abaixo, um excerto dos resultados: <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2984 aligncenter" title="Estudo do Pew Research sobre Twitter, Facebook e YouTube" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/estudo.jpg" alt="" width="537" height="199" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p6">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p7"></a>
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<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F05%2F25%2Fquando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/#p8">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 08:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando há um limite na utilidade de usar o Twitter em palestras <a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3631/3620475308_a4df78e77a.jpg" alt="" width="500" height="334" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Há pelo menos dois anos é comum acompanhar pessoas adeptas ao Twitter postarem mensagens durante palestras e conferências para propagar idéias e conceitos aos seus seguidores que não têm condições de presenciar o fato no momento &#8211; premissa colaborativa que tem o seu <a href="http://www.connectedaction.net/wp-content/uploads/2009/05/2001-peter-kollock-economies-of-online-cooperation.htm" target="_blank">elemento de motivação</a>, como sugere o professor Peter Kollock: autopromoção, reciprocidade ou prestígio. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Este modelo de distribuição, discutível em rede, é o tema de um <a href="http://www.scribd.com/doc/30838691/Getting-Granular-on-Twitter-Tweets-from-a-Conference-and-their-Limited-Usefulness-for-Non-Participants" target="_blank"><em>paper</em></a> bem interessante produzidos por cinco alunos de diferentes instituições européias. Nota: mais uma vez, não há nenhum integrante voltado aos estudos da Comunicação &#8211; a grande maioria faz parte de cursos envolvendo Tecnologia e Ciências Sociais. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Trata-se de um documento de 13 páginas que mostra o limite da utilidade de usar a rede de mensagens de até 140 caracteres em conferências. Caso queira, há a possibilidade de <a href="http://www.scribd.com/doc/30838691/Getting-Granular-on-Twitter-Tweets-from-a-Conference-and-their-Limited-Usefulness-for-Non-Participants" target="_blank">baixar o conteúdo</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
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<a href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/" target="_blank">O Twitter e o século XVIII</a> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/32794929@N05/3620475308/" target="_blank">Haja Nirina</a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F05%2F04%2Fquando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/#p6">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>O Twitter e o século XVIII</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 07:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Humphreys]]></category>
		<category><![CDATA[século XVIII]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter e o século XVIII <a href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class=" aligncenter" title="O Twitter é tão século XVIII" src="http://farm4.static.flickr.com/3072/3001326607_485a8304df.jpg" alt="" width="500" height="306" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
<a href="http://comm.cornell.edu/people/5-faculty/54-lee-humphreys-l" target="_blank">Lee Humphreys</a> é um dos nomes acadêmicos que mais respeito no segmento. Seus artigos são serenos e sem oba-oba em torno de redes sociais ou dispositivos móveis. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
Professora do departamento de Comunicação e Ciência da Informação da <a href="http://www.cornell.edu/" target="_blank">Universidade de Cornell</a>, nos Estados Unidos, ela produziu um <a href="http://www.cs.unc.edu/~julia/accepted-papers/Humphreys_HistoricizingTwitter.pdf" target="_blank">paper</a> de quatro páginas que sintetiza muitos dos meus pensamentos envolvendo o contexto &#8220;revolução de comunicação com o advento da internet&#8221;. Na web, não há revolução, mas adaptação. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
Humphreys falou, nesta oportunidade, sobre como o Twitter é tão século XVIII &#8211; características e possibilidades de compartilhamento de conteúdo que já eram visíveis na época são evidentes na rede de mensagens de até 140 caracteres. Há mais de dois séculos, os tradicionais diários não eram considerados &#8220;publicações privadas&#8221; &#8211; eram compartilhados por amigos e familiares. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
A pesquisadora faz também um alerta irônico em torno das supostas novidades na área da comunicação. Tanto que usa renovação entre aspas. &#8220;Nem tudo que está na web é inteiramente novo e revolucionário&#8221;. E, em quatro páginas, convence com argumentos sobre a popularidade do Twitter. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
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<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F04%2F26%2Fo-twitter-e-o-seculo-xviii%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/#p6">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 07:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sherk]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[sites de notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia <a href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Twitter como fonte de tráfego aos jornalistas" src="http://farm5.static.flickr.com/4056/4399983123_8180ed238f.jpg" alt="" width="500" height="337" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Interessante, porém sem muitos detalhes a pesquisa executada pelo consultor de mídia <a href="http://www.adamsherk.com/about/" target="_blank">Adam Sherk</a> sobre <a href="http://www.adamsherk.com/social-media/twitter-traffic-to-news-sites/" target="_blank">números</a> envolvendo redes sociais e sites noticiosos do Reino Unido. Segundo o relatório, Twitter e Facebook geram menos de 2% de tráfego às dez maiores publicações on-line da região. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
A curva em destaque mostra um desempenho crescente da rede de mensagens de 140 caracteres, mas ainda de forma tímida. E, de certa forma, diferente dos parâmetros nacionais. Por aqui, Twitter chega a quase 8% de toda a audiência de um site de notícias. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
O único fato claro e de relevância é como o <a href="http://digg.com" target="_blank">Digg</a> perdeu espaço com a chegada de ambientes sociais participativos que circulam muita informação. Simplesmente parou no tempo. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
O relatório é um excerto do que já disse aqui em algumas oportunidades. É a velha idéia do fim do <a href="http://derepente.com.br/2010/03/12/quando-a-cnn-se-preocupa-com-o-facebook/" target="_blank"><strong>poder de uma página principa</strong></a>l e a valorização da <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/08/25/hyperdistribution/" target="_blank">hiperdistribuição</a> de conteúdo em redes. O cartão de visitas de um canal de notícias não é mais a grande fonte de tráfego &#8211; sua audiência está segmentada. E, para fazer parte da troca de links entre usuários em redes, é necessário estar nelas. De preferência sem robôs e, com humanos. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p4">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p5"></a>
Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/" target="_blank">Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</a> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p5">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p6"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F04%2F12%2Ftwitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/#p6">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>Quando os encurtadores de URL deixam a web mais lenta</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 07:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[encurtadores de link]]></category>
		<category><![CDATA[fb.me]]></category>
		<category><![CDATA[goo.gl]]></category>
		<category><![CDATA[Watch Mouse]]></category>
		<category><![CDATA[youtu.be]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os encurtadores de URL deixam a web mais lenta <a href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2841 aligncenter" title="Ranking dos encurtadores de link mais eficientes" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ranking-encurtador-link.jpg" alt="Ranking dos encurtadores de link mais eficientes" width="500" height="286" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
Interessante e, de certo ponto, coerente o estudo feito pela empresa de monitoramento web <span id="SearchKey_Text1"><a href="http://blog.watchmouse.com/2010/03/url-shorteners-make-the-web-substantially-slower-facebooks-fb-me-is-slowest/" target="_blank">WatchMouse</a>. A compania fez uma análise durante um mês com 14 encurtadores de link para avaliar a eficácia e relevância do serviço, cada vez mais usado em tempos de mensagens de até 140 caracteres. O <a href="http://migre.me" target="_blank">Migre.me</a>, popular no Brasil, não entrou na lista.<br />
</span> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
<span>Entre os dias 14 de fevereiro e 16 de março, 12 dos 14 sites que </span>diminuem o endereço (URL) apresentaram problemas de lentidão &#8211; atraso de mais de meio segundo para abrir uma página de web (em média, a marca de redirecionamento deve levar <span id="SearchKey_Text1">350 milisegundos)</span>. Apenas <span id="SearchKey_Text1"><a href="http://goo.gl/" target="_blank">goo.gl</a> e <a href="http://www.youtu.be/" target="_blank">youtu.be</a></span><span id="SearchKey_Text1"> garantiram um desempenho satisfatório.</span> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
<span>Surpreendente foi o péssimo resultado do </span><span id="SearchKey_Text1"><a href="http://mashable.com/2009/12/14/fb-me/" target="_blank">fb.me</a>, encurtador de link do Facebook. Criado em dezembro de 2009, o serviço apresentou a pior performance, acompanhado por tr.im.</span> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F03%2F26%2Fquando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/#p4">#</a>]]></content:encoded>
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		<title>O uso do Foursquare no Brasil</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 07:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[foursquare]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[numeros]]></category>
		<category><![CDATA[uso]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso do Foursquare no Brasil <a href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="winerlinks-enabled"><a name="p0"></a><p style="text-align: left;">Trata-se apenas de um excerto, mas vale a pena conhecer os primeiros números sobre o uso do <a href="http://foursquare.com/" target="_blank">Foursquare</a> no Brasil. Os dados foram divulgados há poucos dias por <a href="http://mmaia.tumblr.com/" target="_blank">Maurício Maia</a>, do <a href="http://www.buzzvolume.com/" target="_blank">BuzzVolume</a>. Destaque para o número de postagens nos finais de semana &#8211; fato que comprova como o online potencializa o offline e vice-versa. Uma amostra misturar <a href="http://www.buzzvolume.com/" target="_blank"><strong>vida social e virtual dá certo</strong></a>. <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/#p0">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p1"></a>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2818 aligncenter" title="O uso do Foursquare por cidades no Brasil" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/checkins-foursquare.jpg" alt="O uso do Foursquare por cidades no Brasil" width="500" height="323" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/#p1">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p2"></a>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2819 aligncenter" title="O uso do Foursquare em dias da semana" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/checkins-semana.jpg" alt="O uso do Foursquare em dias da semana" width="500" height="358" /> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/#p2">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p3"></a>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/11/23/a-supervalorizacao-do-social-location-e-o-oba-oba-em-torno-do-foursquare/" target="_blank">A supervalorização do ’social location’ e o oba-oba em torno do Foursquare</a> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/#p3">#</a><p class="winerlinks-enabled"><a name="p4"></a>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fderepente.com.br%2F2010%2F03%2F23%2Fo-uso-do-foursquare-no-brasil%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe> <a ref="permalink" title="Permalink to this paragraph" class="winerlink" href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/#p4">#</a>]]></content:encoded>
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