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	<title>De Repente &#187; pesquisa</title>
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	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>No Twitter, tem usuário que apenas &quot;assiste&quot; o conteúdo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3181 aligncenter" title="Retweet no Twitter" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/retweet.jpg" alt="" width="500" height="352" /></p>
<p>Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais uma vez, à área de exatas para compreender situações na área.</p>
<p>O argentino Bernardo Huberman, um dos pesquisadores do HP Labs, disponibilizou neste mês <a href="http://www.hpl.hp.com/research/scl/papers/socialmedia/socialmedia.pdf" target="_blank">dois artigos</a> sobre reflexões, influência e passividade em plataformas sociais como o Twitter. No caso, o professor de Física Aplicada da Universidade de Pensilvânia e parte de sua equipe foram exceção: abordam o assunto do valor de repassar um conteúdo para o seu círculo social de seguidores.</p>
<p>Um dos argumentos mais interessantes &#8211; que não é novo &#8211; é a competição desenfreada que acontece na rede de mensagens: a importância não está no número de seguidores, mas na atenção dos seguidores. O <a href="http://www.scribd.com/doc/35401457/Influence-and-Passivity-in-Social-Media-HP-Labs-Research" target="_blank">estudo de Influência e Passividade</a> aponta algo interessante: a partir da mensuração de uma quantidade de &#8220;retweets&#8221;, percebe-se que a grande maioria dos perfis é passivo. Ou seja, fica como espreitador em rede: apenas assiste e não repassa. Falta &#8220;engajamento&#8221;.</p>
<p>No mais, deixo outra leitura de Huberman &#8211; que é a mais antiga e, sinceramente, a que me chama atenção. <a href="http://www.amazon.com/Laws-Web-Patterns-Ecology-Information/dp/0262582252" target="_blank"><em>The Laws of the Web: Patterns in the Ecology of Information</em></a>, publicado em 2001 pelo MIT Press, é uma leitura essencial para entender a complexidade da informação em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/hulk4598/4447066051/#/" target="_blank">Rétrofuturs</a>.</p>
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		<title>Por que você segue marcas no Facebook?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 07:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é suficiente para explicar o estímulo de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3143 aligncenter" title="Pesquisa sobre motivação de seguir marcas no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa-facebook.jpg" alt="" width="500" height="233" /></p>
<p>O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes   preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita   sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é   suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2010/08/11/google-looks-at-why-people-follow-brands-on-facebook" target="_blank">pesquisa</a> com o objetivo de conhecer o que move pessoas a seguir marcas em redes sociais como o Facebook. O resultado, infelizmente, revela uma preocupação &#8216;marketeira&#8217; sobre estímulos e motivação do usuário. Faltou apenas levantar a bandeira do auto-interesse pessoal. É o império do egoísmo.</p>
<p>Segundo o relatório, 25% dos entrevistados seguem uma empresa com a vontade de ganhar descontos ou promoções especiais. A fidelidade do indivíduo e a possibilidade de mostrar vínculo com uma marca à sua teia social aparece em segundo lugar, com 18%. Cerca de 10% das respostas coletadas se referem às características de acompanhar uma empresa por &#8216;diversão&#8217;.</p>
<p>Em pouco tempo, os dados pipocaram em <a href="http://alt1040.com/2010/08/por-que-seguimos-a-las-marcas-en-facebook#more-81553" target="_blank">blogs especializados em mídia</a>. E o argumento que fora mais analisado envolvia possíveis erros de estratégia em rede. Só esqueceram do principal: tentar <a href="http://derepente.com.br/2010/06/29/produzir-conteudo-na-web-motivacoes-incentivos-e-estimulos/" target="_blank"><strong>compreender a motivação</strong></a> o fenômeno do auto-interesse, que representou 1/4 das respostas dos entrevistados. O cenário é novo. A teoria, nem tanto.</p>
<p>Em 1776, Adam Smith escrevia &#8216;Riqueza das Nações&#8217; e entendia que o auto-interesse movia a participação alheia e estimulava o trabalho e sua divisão. Diz o autor: &#8220;dê-me aquilo que eu quero e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo.&#8221;</p>
<p>O egoísmo, um auto-interesse &#8216;excessivo&#8217; segundo Smith, é considerado uma característica natural ao homem, reflexo de uma concepção estética ligada ao &#8216;amor-próprio&#8217;. &#8220;Cada homem, portanto, é muito mais profundamente interessado no que quer que imediatamente lhe diga respeito, do que naquilo que diz respeito a qualquer outro homem&#8221;. O egoísmo, nada mais é, que a possibilidade de converter tudo em utilidade exclusiva. E, parte dos indivíduos conectados em rede começa a pensar assim.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/" target="_blank">Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</a></p>
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		<title>Quando os &#039;meios tradicionais e sociais&#039; não compartilham a mesma agenda</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras respostas &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/05/25/quando-os-meios-tradicionais-e-sociais-nao-compartilham-a-mesma-agenda/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2983 aligncenter" title="Twitter, Facebook e YouTube não compartilham a mesma agenda informativa da mídia tradicional" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/twitter.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras respostas à minha pergunta veio nesta semana, com um relatório do <a href="http://pewresearch.org/pubs/1602/new-media-review-differences-from-traditional-press" target="_blank">Pew Research Center</a>.</p>
<p>Segundo estudo da consultoria, publicações como jornais, televisão e revistas não compartilham a mesma &#8216;agenda informativa&#8217; que é propagada em plataformas sociais, como Twitter, Facebook e YouTube. O mais interessante é descobrir que, em cada plataforma, há um assunto que ganha maior destaque.</p>
<p>Nos blogs, política aparece como preferência. No YouTube, política externa é o assunto de maior interesse. E, no Twitter, tecnologia domina &#8211; algo já esperado.</p>
<p>No mais, foi no mínimo inusitado saber que, na pesquisa, foram coletadas informações do vídeo do apresentador Boris Casoy ridicularizando a participação de dois garis no Jornal da Band, no primeiro dia de 2010. Três das produções com imagens do fato geraram mais de 2,2 milhões de visitas no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f_E4j7vi3js" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>Abaixo, um excerto dos resultados:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2984 aligncenter" title="Estudo do Pew Research sobre Twitter, Facebook e YouTube" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/estudo.jpg" alt="" width="537" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/" target="_blank">Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia</a></p>
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		<title>Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 08:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando há um limite na utilidade de usar o Twitter em palestras <a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3631/3620475308_a4df78e77a.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Há pelo menos dois anos é comum acompanhar pessoas adeptas ao Twitter postarem mensagens durante palestras e conferências para propagar idéias e conceitos aos seus seguidores que não têm condições de presenciar o fato no momento &#8211; premissa colaborativa que tem o seu <a href="http://www.connectedaction.net/wp-content/uploads/2009/05/2001-peter-kollock-economies-of-online-cooperation.htm" target="_blank">elemento de motivação</a>, como sugere o professor Peter Kollock: autopromoção, reciprocidade ou prestígio.</p>
<p>Este modelo de distribuição, discutível em rede, é o tema de um <a href="http://www.scribd.com/doc/30838691/Getting-Granular-on-Twitter-Tweets-from-a-Conference-and-their-Limited-Usefulness-for-Non-Participants" target="_blank"><em>paper</em></a> bem interessante produzidos por cinco alunos de diferentes instituições européias. Nota: mais uma vez, não há nenhum integrante voltado aos estudos da Comunicação &#8211; a grande maioria faz parte de cursos envolvendo Tecnologia e Ciências Sociais.</p>
<p>Trata-se de um documento de 13 páginas que mostra o limite da utilidade de usar a rede de mensagens de até 140 caracteres em conferências. Caso queira, há a possibilidade de <a href="http://www.scribd.com/doc/30838691/Getting-Granular-on-Twitter-Tweets-from-a-Conference-and-their-Limited-Usefulness-for-Non-Participants" target="_blank">baixar o conteúdo</a>.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/" target="_blank">O Twitter e o século XVIII</a></p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/32794929@N05/3620475308/" target="_blank">Haja Nirina</a>.</p>
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		<title>O Twitter e o século XVIII</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 07:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lee Humphreys]]></category>
		<category><![CDATA[século XVIII]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter e o século XVIII <a href="http://derepente.com.br/2010/04/26/o-twitter-e-o-seculo-xviii/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class=" aligncenter" title="O Twitter é tão século XVIII" src="http://farm4.static.flickr.com/3072/3001326607_485a8304df.jpg" alt="" width="500" height="306" /></p>
<p><a href="http://comm.cornell.edu/people/5-faculty/54-lee-humphreys-l" target="_blank">Lee Humphreys</a> é um dos nomes acadêmicos que mais respeito no segmento. Seus artigos são serenos e sem oba-oba em torno de redes sociais ou dispositivos móveis.</p>
<p>Professora do departamento de Comunicação e Ciência da Informação da <a href="http://www.cornell.edu/" target="_blank">Universidade de Cornell</a>, nos Estados Unidos, ela produziu um <a href="http://www.cs.unc.edu/~julia/accepted-papers/Humphreys_HistoricizingTwitter.pdf" target="_blank">paper</a> de quatro páginas que sintetiza muitos dos meus pensamentos envolvendo o contexto &#8220;revolução de comunicação com o advento da internet&#8221;. Na web, não há revolução, mas adaptação.</p>
<p>Humphreys falou, nesta oportunidade, sobre como o Twitter é tão século XVIII &#8211; características e possibilidades de compartilhamento de conteúdo que já eram visíveis na época são evidentes na rede de mensagens de até 140 caracteres. Há mais de dois séculos, os tradicionais diários não eram considerados &#8220;publicações privadas&#8221; &#8211; eram compartilhados por amigos e familiares.</p>
<p>A pesquisadora faz também um alerta irônico em torno das supostas novidades na área da comunicação. Tanto que usa renovação entre aspas. &#8220;Nem tudo que está na web é inteiramente novo e revolucionário&#8221;. E, em quatro páginas, convence com argumentos sobre a popularidade do Twitter.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/03/19/a-promessa-do-social-news-e-o-curador-de-conteudo/" target="_blank">A promessa do &#8220;social news&#8221; e o &#8220;curador de conteúdo&#8221;</a></p>
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		<item>
		<title>Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 07:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia <a href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Twitter como fonte de tráfego aos jornalistas" src="http://farm5.static.flickr.com/4056/4399983123_8180ed238f.jpg" alt="" width="500" height="337" /></p>
<p>Interessante, porém sem muitos detalhes a pesquisa executada pelo consultor de mídia <a href="http://www.adamsherk.com/about/" target="_blank">Adam Sherk</a> sobre <a href="http://www.adamsherk.com/social-media/twitter-traffic-to-news-sites/" target="_blank">números</a> envolvendo redes sociais e sites noticiosos do Reino Unido. Segundo o relatório, Twitter e Facebook geram menos de 2% de tráfego às dez maiores publicações on-line da região.</p>
<p>A curva em destaque mostra um desempenho crescente da rede de mensagens de 140 caracteres, mas ainda de forma tímida. E, de certa forma, diferente dos parâmetros nacionais. Por aqui, Twitter chega a quase 8% de toda a audiência de um site de notícias.</p>
<p>O único fato claro e de relevância é como o <a href="http://digg.com" target="_blank">Digg</a> perdeu espaço com a chegada de ambientes sociais participativos que circulam muita informação. Simplesmente parou no tempo.</p>
<p>O relatório é um excerto do que já disse aqui em algumas oportunidades. É a velha idéia do fim do <a href="http://derepente.com.br/2010/03/12/quando-a-cnn-se-preocupa-com-o-facebook/" target="_blank"><strong>poder de uma página principa</strong></a>l e a valorização da <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/08/25/hyperdistribution/" target="_blank">hiperdistribuição</a> de conteúdo em redes. O cartão de visitas de um canal de notícias não é mais a grande fonte de tráfego &#8211; sua audiência está segmentada. E, para fazer parte da troca de links entre usuários em redes, é necessário estar nelas. De preferência sem robôs e, com humanos.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/" target="_blank">Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</a></p>
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		<item>
		<title>Quando os encurtadores de URL deixam a web mais lenta</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 07:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando os encurtadores de URL deixam a web mais lenta <a href="http://derepente.com.br/2010/03/26/quando-os-encurtadores-de-url-deixam-a-web-mais-lenta/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2841 aligncenter" title="Ranking dos encurtadores de link mais eficientes" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ranking-encurtador-link.jpg" alt="Ranking dos encurtadores de link mais eficientes" width="500" height="286" /></p>
<p>Interessante e, de certo ponto, coerente o estudo feito pela empresa de monitoramento web <span id="SearchKey_Text1"><a href="http://blog.watchmouse.com/2010/03/url-shorteners-make-the-web-substantially-slower-facebooks-fb-me-is-slowest/" target="_blank">WatchMouse</a>. A compania fez uma análise durante um mês com 14 encurtadores de link para avaliar a eficácia e relevância do serviço, cada vez mais usado em tempos de mensagens de até 140 caracteres. O <a href="http://migre.me" target="_blank">Migre.me</a>, popular no Brasil, não entrou na lista.<br />
</span></p>
<p><span>Entre os dias 14 de fevereiro e 16 de março, 12 dos 14 sites que </span>diminuem o endereço (URL) apresentaram problemas de lentidão &#8211; atraso de mais de meio segundo para abrir uma página de web (em média, a marca de redirecionamento deve levar <span id="SearchKey_Text1">350 milisegundos)</span>. Apenas <span id="SearchKey_Text1"><a href="http://goo.gl/" target="_blank">goo.gl</a> e <a href="http://www.youtu.be/" target="_blank">youtu.be</a></span><span id="SearchKey_Text1"> garantiram um desempenho satisfatório.</span></p>
<p><span>Surpreendente foi o péssimo resultado do </span><span id="SearchKey_Text1"><a href="http://mashable.com/2009/12/14/fb-me/" target="_blank">fb.me</a>, encurtador de link do Facebook. Criado em dezembro de 2009, o serviço apresentou a pior performance, acompanhado por tr.im.</span></p>
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		<title>O uso do Foursquare no Brasil</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 07:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[foursquare]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[numeros]]></category>
		<category><![CDATA[uso]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso do Foursquare no Brasil <a href="http://derepente.com.br/2010/03/23/o-uso-do-foursquare-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Trata-se apenas de um excerto, mas vale a pena conhecer os primeiros números sobre o uso do <a href="http://foursquare.com/" target="_blank">Foursquare</a> no Brasil. Os dados foram divulgados há poucos dias por <a href="http://mmaia.tumblr.com/" target="_blank">Maurício Maia</a>, do <a href="http://www.buzzvolume.com/" target="_blank">BuzzVolume</a>. Destaque para o número de postagens nos finais de semana &#8211; fato que comprova como o online potencializa o offline e vice-versa. Uma amostra misturar <a href="http://www.buzzvolume.com/" target="_blank"><strong>vida social e virtual dá certo</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2818 aligncenter" title="O uso do Foursquare por cidades no Brasil" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/checkins-foursquare.jpg" alt="O uso do Foursquare por cidades no Brasil" width="500" height="323" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2819 aligncenter" title="O uso do Foursquare em dias da semana" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/03/checkins-semana.jpg" alt="O uso do Foursquare em dias da semana" width="500" height="358" /></p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/11/23/a-supervalorizacao-do-social-location-e-o-oba-oba-em-torno-do-foursquare/" target="_blank">A supervalorização do ’social location’ e o oba-oba em torno do Foursquare</a></p>
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		<title>O ato de compartilhar notícias do NYT por e-mail</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 23:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[nyt]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Pensilvania]]></category>

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		<description><![CDATA[O ato de compartilhar notícias do NYT por e-mail <a href="http://derepente.com.br/2010/02/09/o-ato-de-compartilhar-noticias-do-nyt-por-e-mail/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2721 aligncenter" title="e-mail" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/e-mail.jpg" alt="e-mail" width="500" height="242" /></p>
<p>Dois pesquisadores da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, produziram um <a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/documents/research/Virality.pdf" target="_blank">estudo</a> pertinente sobre o comportamento do internauta com a informação. A entidade fez uma análise da lista de notícias mais enviadas por e-mail do jornal The New York Times e, a partir da base constituída, <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html" target="_blank">caracterizou-a</a>. O resultado é extremamente interessante e reforça um caráter &#8216;emotivo&#8217; de compartilhamento.</p>
<p>Segundo o estudo &#8211; feito com mais de 3 mil artigos &#8211; leitores do NYT compartilham informações &#8216;positivas&#8217; e das editorias de Ciência e Saúde. O que mais me chamou atenção é, que, cerca de 20% do que fica na página principal do site noticioso é compartilhado, ampliando o pensamento de que disseminação e armazenamento de informação não é sinônimo de <a href="http://jpn.icicom.up.pt/documentos/livro_de_estilo_jpn.html" target="_blank">hardnews</a>.</p>
<p>Sobre a questão da extensão do texto, algo já esperado. Internautas compartilham notícias &#8216;longas&#8217;, de pouco destaque e com a premissa de que as pessoas tenham o mesmo sentimento ao ler o fato. Um caráter motivacional de <a href="http://arjournals.annualreviews.org/doi/abs/10.1146%2Fannurev.soc.24.1.183" target="_blank">reciprocidade</a>, segundo princípios do sociólogo Peter Kollock. Sai de cena os incentivos moral ou social, além do prestígio, para dar destaque a correlação.</p>
<p>Infelizmente, toda pesquisa envolvendo mídia na web tem os seus defeitos. Nesta ocasião, o estudo foi feito a partir dos cliques no botão de compartilhamento do NYT. Logo, o estudo não pode ser considerado o espelho da realidade no site noticioso. O que ainda é comum hoje, na web, é copiar o link da matéria, jogá-lo no corpo do texto de uma mensagem e, posteriormente, realizar o compartilhamento com os outros.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/andygural/3845705110/sizes/o/" target="_blank">Andygural</a>.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/09/22/quando-leitores-de-meios-digitais-nao-querem-pagar-para-obter-informacao-na-web/" target="_blank">Quando leitores de meios digitais não querem pagar para obter informação na web</a></p>
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		<title>Quando chamam o Facebook de &quot;site de notícias&quot;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/02/05/quando-o-facebook-e-um-site-de-noticias/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[leitor de notícias]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[site de notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o Facebook é um "site de notícias" <a href="http://derepente.com.br/2010/02/05/quando-o-facebook-e-um-site-de-noticias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2702 aligncenter" title="estudo-facebook-google-news" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/estudo-facebook-google-news.png" alt="estudo-facebook-google-news" width="500" height="400" /></p>
<p>A comparação é antiga. Descrever redes sociais como <a href="http://derepente.com.br/2008/04/23/tremor-em-sao-paulo-e-twitter/" target="_blank">nichos informativos</a> tornou-se lugar-comum na web. Que diga o Twitter, rede de 75 milhões de usuários, sendo que <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/twitter/pesquisa-numero-usuarios-twitter-rjmetrics/" target="_blank">40% dos cadastrados</a> nunca postou uma mensagem sequer.</p>
<p>Agora, é a vez do Facebook.</p>
<p><a href="http://paidcontent.org/article/419-facebooks-new-role-news-site/" target="_blank">PaidContent</a> e <a href="http://business.theatlantic.com/2010/02/is_facebook_not_google_the_real_global_newspaper.php" target="_blank">TheAtlantic</a> destacaram esta característica na plataforma social de <a href="http://derepente.com.br/2009/08/04/um-encontro-de-blogueiros-com-mark-zuckerberg-fundador-do-facebook/" target="_blank">Mark Zuckerberg</a> e sustentaram seus argumentos em uma pesquisa feita pelo <a href="http://weblogs.hitwise.com/us-heather-hopkins/2010/02/facebook_largest_news_reader_1.html" target="_blank">Hitwise</a>. A empresa de métricas afirma que o FB tornou-se, também, um leitor de notícias, depois de superar em números o Google News.</p>
<p>O Facebook, por sua vez, mostra que sabe administrar diversas categorias em seu ambiente virtual, que vão de <a href="http://derepente.com.br/2009/12/29/quando-os-social-games-preocupam-empresas/" target="_blank">social games</a> aos canais de empresas jornalísticas. Na última semana, <a href="http://blog.facebook.com/blog.php?post=276507062130" target="_blank">mostrou</a> que cada perfil tem a condição de manter um espaço de notícia personalizado, com filtros, produzido por amigos da rede e, claro, veículos de comunicação.</p>
<p>O argumento é precipitado e discutível. No Facebook, ainda existem caminhos centralizados pela mídia que são direcionados ao público como fonte oficial. A página de sites noticiosos e a &#8216;dificuldade&#8217; em repassar o dado é a prova da única direção que existe no momento. E, grande parte dos usuários desta rede social, produzem mais interação entre amigos do que compartilhamento de notícias.</p>
<p>Por outro lado, a facilidade em integrar Twitter e Facebook pode corroborar a ideia de que Facebook é um &#8220;site de notícias&#8221;. A construção de uma &#8216;busca em tempo real&#8217;, aliado ao nicho de <span style="text-decoration: line-through;">350 milhões</span> <a href="http://blog.facebook.com/blog.php?post=287542162130" target="_blank">400 milhões</a> de cadastrados na ferramenta, mostra como nichos constroem &#8216;realidades segmentadas e de interesse&#8217;. No caso, informação é um ingrediente implícito.</p>
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