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	<title>De Repente &#187; redesocial</title>
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	<description>Pitadas de Cultura Web, Jornalismo, Mídia e Colaboração</description>
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		<title>No Twitter, tem usuário que apenas &#8220;assiste&#8221; o conteúdo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais uma vez, à área de exatas para compreender situações na área. O argentino Bernardo Huberman, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3181 aligncenter" title="Retweet no Twitter" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/retweet.jpg" alt="" width="500" height="352" /></p>
<p>Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais uma vez, à área de exatas para compreender situações na área.</p>
<p>O argentino Bernardo Huberman, um dos pesquisadores do HP Labs, disponibilizou neste mês <a href="http://www.hpl.hp.com/research/scl/papers/socialmedia/socialmedia.pdf" target="_blank">dois artigos</a> sobre reflexões, influência e passividade em plataformas sociais como o Twitter. No caso, o professor de Física Aplicada da Universidade de Pensilvânia e parte de sua equipe foram exceção: abordam o assunto do valor de repassar um conteúdo para o seu círculo social de seguidores.</p>
<p>Um dos argumentos mais interessantes &#8211; que não é novo &#8211; é a competição desenfreada que acontece na rede de mensagens: a importância não está no número de seguidores, mas na atenção dos seguidores. O <a href="http://www.scribd.com/doc/35401457/Influence-and-Passivity-in-Social-Media-HP-Labs-Research" target="_blank">estudo de Influência e Passividade</a> aponta algo interessante: a partir da mensuração de uma quantidade de &#8220;retweets&#8221;, percebe-se que a grande maioria dos perfis é passivo. Ou seja, fica como espreitador em rede: apenas assiste e não repassa. Falta &#8220;engajamento&#8221;.</p>
<p>No mais, deixo outra leitura de Huberman &#8211; que é a mais antiga e, sinceramente, a que me chama atenção. <a href="http://www.amazon.com/Laws-Web-Patterns-Ecology-Information/dp/0262582252" target="_blank"><em>The Laws of the Web: Patterns in the Ecology of Information</em></a>, publicado em 2001 pelo MIT Press, é uma leitura essencial para entender a complexidade da informação em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/hulk4598/4447066051/#/" target="_blank">Rétrofuturs</a>.</p>
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		<title>Por que você segue marcas no Facebook?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 07:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3143 aligncenter" title="Pesquisa sobre motivação de seguir marcas no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa-facebook.jpg" alt="" width="500" height="233" /></p>
<p>O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes   preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita   sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é   suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2010/08/11/google-looks-at-why-people-follow-brands-on-facebook" target="_blank">pesquisa</a> com o objetivo de conhecer o que move pessoas a seguir marcas em redes sociais como o Facebook. O resultado, infelizmente, revela uma preocupação &#8216;marketeira&#8217; sobre estímulos e motivação do usuário. Faltou apenas levantar a bandeira do auto-interesse pessoal. É o império do egoísmo.</p>
<p>Segundo o relatório, 25% dos entrevistados seguem uma empresa com a vontade de ganhar descontos ou promoções especiais. A fidelidade do indivíduo e a possibilidade de mostrar vínculo com uma marca à sua teia social aparece em segundo lugar, com 18%. Cerca de 10% das respostas coletadas se referem às características de acompanhar uma empresa por &#8216;diversão&#8217;.</p>
<p>Em pouco tempo, os dados pipocaram em <a href="http://alt1040.com/2010/08/por-que-seguimos-a-las-marcas-en-facebook#more-81553" target="_blank">blogs especializados em mídia</a>. E o argumento que fora mais analisado envolvia possíveis erros de estratégia em rede. Só esqueceram do principal: tentar <a href="http://derepente.com.br/2010/06/29/produzir-conteudo-na-web-motivacoes-incentivos-e-estimulos/" target="_blank"><strong>compreender a motivação</strong></a> o fenômeno do auto-interesse, que representou 1/4 das respostas dos entrevistados. O cenário é novo. A teoria, nem tanto.</p>
<p>Em 1776, Adam Smith escrevia &#8216;Riqueza das Nações&#8217; e entendia que o auto-interesse movia a participação alheia e estimulava o trabalho e sua divisão. Diz o autor: &#8220;dê-me aquilo que eu quero e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo.&#8221;</p>
<p>O egoísmo, um auto-interesse &#8216;excessivo&#8217; segundo Smith, é considerado uma característica natural ao homem, reflexo de uma concepção estética ligada ao &#8216;amor-próprio&#8217;. &#8220;Cada homem, portanto, é muito mais profundamente interessado no que quer que imediatamente lhe diga respeito, do que naquilo que diz respeito a qualquer outro homem&#8221;. O egoísmo, nada mais é, que a possibilidade de converter tudo em utilidade exclusiva. E, parte dos indivíduos conectados em rede começa a pensar assim.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/" target="_blank">Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</a></p>
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		<title>&#8220;Estratégia em Mídia Social&#8221; existe?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/04/estrategia-em-midia-social-existe/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 07:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog conhece o meu ponto de vista crítico em torno do contexto do que se considera e conceitua como &#8220;mídia social&#8221; – minha última palestra, na Cásper Líbero, sintetiza meu atual espírito em torno do tema: é muito oba-oba, pouca criatividade e há um uso intenso de marketing em plataformas que foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3122 aligncenter" title="Estratégias em mídia social: isso existe?" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/social-media-strategy.jpg" alt="" width="500" height="240" /></p>
<p>Quem acompanha o blog conhece o meu ponto de vista crítico em torno do contexto do que se considera e conceitua como &#8220;mídia social&#8221; – minha <a href="http://www.slideshare.net/rafaelsbarai/o-que-faz-um-editor-de-mdia-social" target="_blank"><strong>última palestra, na Cásper Líbero</strong></a>, sintetiza meu atual espírito em torno do tema: é muito oba-oba, pouca criatividade e há um uso intenso de marketing em plataformas que foram desenvolvidas primeiramente para estreitar laços e facilitar a comunicação entre pessoas.</p>
<p>Em cada canto, ouço vozes veladas ubíquas que abordam o cargo de analista em mídias sociais. Até o momento, cheguei a uma conclusão: mídias sociais não existe – não há plural para mídia. E social, então: é possível defini-lo?</p>
<p>Nesta perspectiva, conheci o “<a href="http://whatthefuckismysocialmediastrategy.com/" target="_blank">What the fuck is my social media strategy?</a>”, criado por Mike Phillips, responsável por criar &#8220;<a href="http://uk.linkedin.com/in/imjustmike" target="_blank">projetos de engajamento</a> (?)&#8221; de uma agência de comunicação do Reino Unido. Antes de assumir este cargo, Phillips era responsável de mídia social de outra empresa.</p>
<p>O site basicamente reúne clichês utilizados por profissionais da área nos últimos dois anos, questionando realmente se as práticas realizadas em rede podem mesmo ser consideradas como estratégias. Acima da crítica, fica a reflexão: chegou o momento de repensar sobre o uso de ferramentas que a web dispõe e, claro, fugir do lugar-comum.</p>
<p>/via @<a href="http://twitter.com/james_rdv" target="_blank">james_rdv</a></p>
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		<title>A entrada do Huffington Post ao Foursquare é &#8216;mais do mesmo&#8217;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/07/08/a-entrada-do-huffington-post-ao-foursquare-e-mais-do-mesmo/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 06:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pipocou em blogs especializados em mídia o anúncio do ingresso do Huffington Post ao Foursquare, rede social baseada em recomendações que tem menos de dois milhões de usuários cadastrados. A entrada de um dos canais de informação mais interessantes da web mostra a política &#8216;mais do mesmo&#8217; das empresas de mídia em uma ferramenta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3066 aligncenter" title="huff-post" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/07/huff-post.jpg" alt="" width="500" height="446" /></p>
<p>Pipocou em blogs especializados em mídia o anúncio do <a href="http://aboutfoursquare.com/the-huffington-post-now-offers-tips-on-foursquare/" target="_blank">ingresso do Huffington Post</a> ao Foursquare, <a href="http://derepente.com.br/2009/07/29/foursquare-e-o-alarde-para-ser-o-novo-sucessor-do-twitter/" target="_blank"><strong>rede social baseada em recomendações</strong></a> que tem menos de dois milhões de usuários cadastrados. A entrada de um dos canais de informação mais interessantes da web mostra a política &#8216;mais do mesmo&#8217; das empresas de mídia em uma ferramenta que já foi taxada de &#8216;<a href="http://mashable.com/2009/07/25/foursquare-app/" target="_blank">novo Twitter</a>&#8216; por espaços virtuais que cobrem o superficial.</p>
<p>A prática encontrada pelo HuffPost é semelhante aos outros sites noticiosos que já foram destacados aqui, no <a href="http://derepente.com.br/category/foursquare/" target="_blank">blog</a>: caso a pessoa que acompanhe Huffington Post no Foursquare e produza um check-in (um <em>tweet</em> na rede) em um dos lugares recomendados pelo site de notícia, receberá automaticamente alertas de informações e dicas hiperlocais, de acordo com a região na qual percorre.</p>
<p>O perfil do HuffPost no Foursquare se junta às propostas de <a href="http://derepente.com.br/2010/06/10/a-parceria-entre-cnn-e-foursquare-para-a-copa-do-mundo/" target="_blank"><strong>CNN envolvendo Copa do Mundo</strong></a>, <a href="http://online.wsj.com/public/page/foursquare.html" target="_blank">Wall Street Journal</a> e <a href="http://derepente.com.br/2010/04/15/como-e-a-parceria-entre-financial-times-e-foursquare/" target="_blank">Financial Times</a>, esta última a que mais me chamou atenção até o momento &#8211; por fugir um pouco do lugar-comum.</p>
<p>O que me preocupa, nessas parcerias, é o anseio midiático em ser    pioneiro. Já critiquei em outras oportunidades a <a href="../2009/11/23/a-supervalorizacao-do-social-location-e-o-oba-oba-em-torno-do-foursquare/" target="_blank">supervalorização</a> do serviço, que é menos popular que seu rival Loopt, criado em 2005 e que conta com quase o dobro do número de adeptos do Foursquare (3,4 milhões)</p>
<p>Antes de conhecer, desvendar e aprender sobre a    rede, o mais importante – no momento – é se garantir. Mas nem toda    garantia pioneira é o mais importante. Não podemos esquecer da limitação    de uma rede.</p>
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		</item>
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		<title>Quando o Twitter vira &#8216;caixa de comentários&#8217;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/06/25/quando-o-twitter-vira-caixa-de-comentarios/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 07:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog há algum tempo percebe o cuidado pessoal para compreender o processo de reestruturação da &#8216;caixa de comentários&#8217;, espaço que já foi decretado como morto com a &#8220;avalanche&#8221; das redes sociais, que permitiram a distribuição de conteúdos em várias plataformas. Nos sites noticiosos, o tema começa a ser examinado com atenção: a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3031 aligncenter" title="Twitter vira caixa de comentários" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/06/comentarios_twitter.jpg" alt="" width="500" height="169" /></p>
<p>Quem acompanha o blog há algum tempo percebe o cuidado pessoal para compreender o processo de reestruturação da &#8216;caixa de comentários&#8217;, espaço que já foi decretado como morto com a &#8220;avalanche&#8221; das redes sociais, que permitiram a distribuição de conteúdos em várias plataformas.</p>
<p>Nos sites noticiosos, o tema começa a ser examinado com atenção: a Newsweek começou a <a href="http://derepente.com.br/2010/06/02/newsweek-echo-reunir-comentarios-espalhados-na-web/" target="_blank"><strong>usar o Echo</strong></a>; o Huffington Post se baseou em um sucesso local do Foursquare para gerar <a href="http://derepente.com.br/2010/04/29/a-competicao-de-comentarios-no-huffington-post/" target="_blank"><strong>medalhas aos usuários</strong></a> que produzem comentários; a Economist lançou uma <a href="http://www.mediabistro.com/fishbowlny/new_media/economistcom_launches_conversation_cloud_158567.asp" target="_blank">nuvem de tags</a> que reúne comentários produzidos em blogs e artigos da publicação.</p>
<p>Para todas as empresas de mídia, o discurso é semelhante &#8211; teremos uma <a href="../2010/01/04/uma-web-menos-anonima/" target="_blank"><strong>web cada vez menos anônima</strong></a>. Não discuto a legitimidade e possibilidade de não se identificar, mas a chance de comentar uma notícia a partir de um cadastro em uma rede social garante relevância e, principalmente, reputação ao seu círculo social.</p>
<p>Desta vez, conheci a oportunidade do <a href="http://jprim.com/introducing-a-simpler-blog-commenting-system/" target="_blank">Twitter virar o espaço de comentários</a>. Com o objetivo de centralizar em um único ambiente virtual opiniões a respeito de um artigo ou post, o jovem designer Joey Primiani desenvolveu um sistema que permite usar o perfil da rede de mensagens de 140 caracteres em uma caixa de comentários. O serviço já está disponível para a plataforma <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/jpcomments/" target="_blank">WordPress</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3032 aligncenter" title="Comentário falso de Silvio Luiz" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/06/silvio_luiz_twitter.jpg" alt="" width="500" height="135" /></p>
<p>A iniciativa é bem interessante, porém peca em um grande ponto &#8211; a possibilidade de você usar qualquer perfil do Twitter para comentar. Apesar da fase de testes, não há o recurso de autenticação do usuário. A imagem acima mostra a possibilidade de &#8216;falsificação&#8217;.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/11/18/em-numeros-como-as-pessoas-fogem-do-espaco-destinado-aos-comentarios/" target="_blank">Em números, como as pessoas fogem do espaço destinado aos comentários</a></p>
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		<item>
		<title>&#8216;O que faz um Editor de Mídia Social?&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 08:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participei no último sábado do IV Seminário Tendências Conectadas nas Mídias Sociais, evento anual realizado na Faculdade Cásper Líbero organizado mais uma vez pelo professor Walter Lima e o jornalista Tiago Dória. Infelizmente não consegui acompanhar todos os paineis, mas recebi ótimas indicações de quem esteve por lá o dia todo. Conforme havia prometido, segue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participei no último sábado do <a href="http://www.casperlibero.edu.br/noticias/index.php/,n=3050.html" target="_blank">IV Seminário Tendências Conectadas nas Mídias Sociais</a>, evento anual realizado na Faculdade Cásper Líbero organizado mais uma vez pelo professor <a href="http://twitter.com/walter_lima" target="_blank">Walter Lima</a> e o  jornalista <a href="http://twitter.com/tdoria" target="_blank">Tiago  Dória</a>. Infelizmente não consegui acompanhar todos os paineis, mas recebi ótimas indicações de quem esteve por lá o dia todo.</p>
<p>Conforme havia prometido, segue abaixo a conversa que tive com os presentes, além dos &#8216;tuiteiros&#8217; que acompanhavam o seminário via streaming. Foi uma honra ter a possibilidade de explicar o trabalho em VEJA ao lado de <a href="http://twitter.com/rodmartins" target="_blank">Rodrigo Martins</a>, do Estadão, e <a href="http://twitter.com/anabrambilla" target="_blank">Aninha  Brambilla</a>, do Terra &#8211; com quem eu não esperava dividir tão cedo uma mesa de discussões, já que sempre foi uma das minhas fontes de inspiração na área.</p>
<p>No mais, agradeço o convite do professor Walter Lima e a recepção de quem esteve presente no painel. Foi mais uma experiência bem interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><object id="__sse4557039" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="417" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=editordemidiasocial-jun10-100620094610-phpapp01&amp;stripped_title=o-que-faz-um-editor-de-mdia-social" /><param name="name" value="__sse4557039" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4557039" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="417" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=editordemidiasocial-jun10-100620094610-phpapp01&amp;stripped_title=o-que-faz-um-editor-de-mdia-social" name="__sse4557039" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="../category/palestra/" target="_blank">Algumas   das palestras já ministradas</a></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://derepente.com.br/2010/06/21/o-que-faz-um-editor-de-midia-social/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>A parceria entre CNN e Foursquare para a Copa do Mundo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/06/10/a-parceria-entre-cnn-e-foursquare-para-a-copa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 07:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um importante veículo acertou uma parceria com o Foursquare, rede social baseada em recomendações que alcançou há poucas semanas 1 milhão de adeptos. Nesta semana, foi a vez da CNN anunciar um acordo durante a disputa da Copa do Mundo, na África do Sul. O cenário da união entre a rede de TV norte-americana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3011 aligncenter" title="CNN acerta parceria com Foursquare durante a Copa do Mundo" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cnn.jpg" alt="" width="500" height="311" /></p>
<p>Mais um importante veículo acertou uma parceria com o Foursquare, <a href="../2009/07/29/foursquare-e-o-alarde-para-ser-o-novo-sucessor-do-twitter/" target="_blank"><strong>rede social baseada em recomendações</strong></a> que alcançou há poucas semanas 1 milhão de adeptos. Nesta semana, foi a vez da CNN anunciar um <a href="http://edition.cnn.com/2010/SPORT/football/06/08/world.cup.foursquare/?hpt=C2" target="_blank">acordo</a> durante a disputa da Copa do Mundo, na África do Sul.</p>
<p>O cenário da união entre a rede de TV norte-americana e o Fousquare é o mesmo já visto com outras marcas &#8211; e cansativo. Durante o Mundial, CNN oferecerá duas medalhas (badges) aos telespectadores que acompanharem o evento, seja na sede sul-africana ou em qualquer um dos 31 países que disputam a competição.</p>
<p>Locais específicos distribuídos nestas nações já foram mapeados. Para participar da iniciativa, é necessário estar cadastrado no Foursquare e seguir CNN na ferramenta. Além da rede dos EUA, o Foursquare já fez <strong><a href="http://derepente.com.br/2010/04/15/como-e-a-parceria-entre-financial-times-e-foursquare/" target="_blank">acordos com o diário britânico Financial Times</a></strong>. Neste caso, a estratégia é mais interessante e menos lugar-comum.</p>
<p>O que me preocupa, nessas parcerias, é o anseio midiático em ser pioneiro. Já critiquei em outras oportunidades a <a href="http://derepente.com.br/2009/11/23/a-supervalorizacao-do-social-location-e-o-oba-oba-em-torno-do-foursquare/" target="_blank">supervalorização</a> de pessoas e blogs especializados em torno do serviço. Antes de conhecer, desvendar e aprender sobre a rede, o mais importante &#8211; no momento &#8211; é se garantir. Mas nem toda garantia pioneira é o mais importante. Não podemos esquecer da limitação de uma rede. Que diga o Second Life.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/04/21/avoidr-para-nao-encontrar-seus-inimigos-no-foursquare/" target="_blank">Avoidr para não encontrar seus ‘inimigos’ no Foursquare</a></p>
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		<title>Quando os &#8216;meios tradicionais e sociais&#8217; não compartilham a mesma agenda</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pew Research]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras respostas à minha pergunta veio nesta semana, com um relatório do Pew Research Center. Segundo estudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2983 aligncenter" title="Twitter, Facebook e YouTube não compartilham a mesma agenda informativa da mídia tradicional" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/twitter.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Um dos fatos que mais me intriga na mecânica do Twitter é como buscar uma relação entre informações que são propagadas entre seguidores na rede e o próprio conteúdo publicado por meios que são considerados &#8216;tradicionais&#8217;. Uma das primeiras respostas à minha pergunta veio nesta semana, com um relatório do <a href="http://pewresearch.org/pubs/1602/new-media-review-differences-from-traditional-press" target="_blank">Pew Research Center</a>.</p>
<p>Segundo estudo da consultoria, publicações como jornais, televisão e revistas não compartilham a mesma &#8216;agenda informativa&#8217; que é propagada em plataformas sociais, como Twitter, Facebook e YouTube. O mais interessante é descobrir que, em cada plataforma, há um assunto que ganha maior destaque.</p>
<p>Nos blogs, política aparece como preferência. No YouTube, política externa é o assunto de maior interesse. E, no Twitter, tecnologia domina &#8211; algo já esperado.</p>
<p>No mais, foi no mínimo inusitado saber que, na pesquisa, foram coletadas informações do vídeo do apresentador Boris Casoy ridicularizando a participação de dois garis no Jornal da Band, no primeiro dia de 2010. Três das produções com imagens do fato geraram mais de 2,2 milhões de visitas no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f_E4j7vi3js" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>Abaixo, um excerto dos resultados:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2984 aligncenter" title="Estudo do Pew Research sobre Twitter, Facebook e YouTube" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/estudo.jpg" alt="" width="537" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;">Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/04/12/twitter-e-facebook-como-fonte-de-trafego-nos-sites-de-noticia/" target="_blank">Twitter e Facebook como fonte de tráfego nos sites de notícia</a></p>
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		<title>Como o Facebook redefine a privacidade, por TIME</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 07:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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		<category><![CDATA[usuários]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o Facebook redefine a privacidade, por TIME]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img.timeinc.net/time/magazine/archive/covers/2010/1101100531_400.jpg" alt="" width="400" height="529" /></p>
<p>Interessante e longa a reportagem que a <a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1990582,00.html" target="_blank">TIME</a> destaca sobre o Facebook &#8211; que virou capa. A publicação norte-americana explica, em sete páginas para impressão, como a polêmica em torno da <a href="http://derepente.com.br/2010/05/18/facebook-e-privacidade-o-que-merece-atencao/" target="_blank"><strong>privacidade</strong></a> do usuário com a maior rede social do mundo é intensa.</p>
<p>As justificativas partem por todos os lados. Desde o <a href="http://www.facebook.com/f8" target="_blank">F8</a>, conferência realizada em abril entre desenvolvedores do Facebook para anunciar novidades da plataforma, informações pessoais como álbum de fotos e atividades desenvolvidas na rede social são informações públicas aos cadastrados do FB. Para alterá-las, o usuário deve conhecer os seis campos de privacidade que prevê 36 mudanças em relação ao seu perfil – fato que poucos usuários conhecem.</p>
<p>Em meio às polêmicas, a publicação permeou os fatos com números.Alguns chamam atenção:</p>
<ol>
<li>TIME revela que, nas próximas semanas, o Facebook alcançará 500 milhões de usuários</li>
<li>Mais de 100 mil sites já usam as ferramentas sociais anunciadas pela rede em abril (Atividade Recente e botão &#8216;Curti&#8217;)</li>
<li>100 milhões de cliques únicos no botão Like (conhecido no Brasil como &#8216;Curti&#8217;</li>
</ol>
<p>Em uma busca na web, recebi algumas informações interessantes e que foram pouco destacadas: em seis anos de vida on-line, as <a href="http://www.tosback.org/policy.php?pid=39" target="_blank">políticas de privacidade</a> do site mudaram 17 vezes, uma média de quase três reformulações por ano. Os <a href="http://www.tosback.org/policy.php?pid=10" target="_blank">termos de uso</a>, outra importante configuração da rede, só fora modificada em sete oportunidades.</p>
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		<title>Facebook e privacidade: o que merece atenção</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 09:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, o Facebook foi alvo de inúmeros protestos e críticas distribuídas em rede pelas mudanças importantes nas regras de privacidade, além de graves problemas que permitiram visualizar conversas privadas entre adeptos da maior rede social do mundo. Coube aos sites noticosos, então, relatar o fato. Diariamente, fora uma enxurrada de informações por todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2967 aligncenter" title="Infográfico do New York Times mostra os passos da privacidade no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/05/facebook.jpg" alt="Infográfico do New York Times mostra os passos da privacidade no Facebook" width="500" height="504" /></p>
<p>Nos últimos dias, o Facebook foi alvo de inúmeros protestos e críticas distribuídas em rede pelas mudanças importantes nas regras de privacidade, além de graves problemas que permitiram <a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/confusao-facebook-privacidade-expoe-conversas-usuarios-557108.html" target="_blank">visualizar conversas privadas</a> entre adeptos da maior rede social do mundo.</p>
<p>Coube aos sites noticosos, então, relatar o fato. Diariamente, fora uma enxurrada de informações por todos os lados &#8211; o que provocou a ausência de contextualização e explicação do que permeia as polêmicas envolvendo o site fundado por Mark Zuckerberg.</p>
<p>De tudo que acompanhei até o momento, sugiro apenas duas leituras: o panorama desenhado pela pesquisadora <a href="http://www.zephoria.org/thoughts/archives/2010/05/14/facebook-and-radical-transparency-a-rant.html" target="_blank">Danah Boyd</a> &#8211; que inclui em seu texto um belo <a href="http://mattmckeon.com/facebook-privacy/" target="_blank">infográfico</a> das mudanças que acontecem no FB &#8211; além da contextualização produzida pelo <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2010/05/12/business/facebook-privacy.html" target="_blank">New York Times</a> (<em>imagem acima</em>). A publicação mostra pontos específicos de dados pessoais abertos.</p>
<p>Veja também</p>
<p><a href="http://derepente.com.br/2009/12/03/para-o-facebook-a-privacidade-e-o-mais-importante/" target="_blank">Para o Facebook, a privacidade é o mais importante</a></p>
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