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	<title>De Repente &#187; redesocial</title>
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	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>Google+ tem boas ideias, mas não convence: falta o ‘plus’ ao usuário</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 14:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google apresentou na última terça-feira o Google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos, digamos, mais sociais. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com pessoas específicas – em círculos, no caso – acerta ao reproduzir &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus-ao-usuario/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google apresentou na última terça-feira o Google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos, digamos, mais sociais. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com pessoas específicas – em círculos, no caso – acerta ao reproduzir ideias desenvolvidas em outros serviços populares, como Twitter, Facebook e Skype. Mas a falta de um recurso exclusivo coloca em xeque seu uso. Indefinidamente, não há – por ora – motivos reais para o usuário migrar parte de seu tempo – e conteúdo – ao Google+.</p>
<p>Para provocar gritaria on-line, a gigante de buscas usou da velha estratégia de divulgação de seus novos serviços: escassos convites foram distribuídos, disputados virtualmente a tapas. A ferramenta, que não é descrita pela empresa como uma rede social, propõe uma nova maneira de compartilhamento de conteúdo a partir de recursos já disponíveis no Google, como o Maps e o Chat. A grande aposta da empresa é dar maior relevância a um recurso pouco usado em outros produtos similares no mercado – entenda-se aqui Facebook. A seção Grupos, presente na maior rede social do mundo, possui pouca visibilidade. O Google+ prega privacidade às informações do usuário. Cabe a ele, no caso, escolher o que vai exibir e com quem vai compartilhar o conteúdo em um espaço denominado de círculos (circles, em inglês).</p>
<p>Seu apelo estético é algo sem precedentes na história da empresa: apesar de estar apenas em uma única versão, em inglês, o serviço é belo, totalmente intuitivo e prático. A barra superior fixada à página do usuário, exibida quando estiver em qualquer ferramenta do Google, é outro atrativo: em tempo real, notificações do próprio Google+ aparecem no topo (imagem abaixo), provocando a ideia de que se trata uma rede dinâmica – e recheada de amigos, claro.</p>
<p>Mas nem todas as inovações apresentadas brotaram da cabeça dos desenvolvedores e engenheiros do Google. O projeto acerta ao apresentar recursos de sucesso em empresas de sucesso, como Twitter, Facebook e o próprio Skype, adquirido recentemente pela Microsoft. Não é por acaso que sua função Stream guarda semelhanças com a linha do tempo (timeline) do Twitter – copiada, por sua vez, na atual estrutura do Facebook, chamado de Feed de notícias (lista de atualizações dos amigos). A barra lateral à esquerda, que apresenta os grupos (chamados de Circles), é idêntica a da rede de Zuckerberg. O Hangout, por sua vez, recurso que permite realizar videoconferências com até dez pessoas, é a aposta do Google frente ao modelo pago apresentado no Skype. Talvez aqui seja possível delimitar os rivais do novo projeto da gigante de buscas: Facebook e Microsoft – parceiros em vários projetos, por sinal. O Google+ é a ferramenta mais eficiente e intuitiva para compartilhar documentos e arquivos com diferentes grupos de trabalho.</p>
<p>A lista de problemas, no entanto, é grande. Até o momento, o Google não disponibilizou URL´s customizáveis, artifício que permite ao usuário buscar de forma mais eficiente um usuário na rede. Twitter e Facebook usam deste artifício. A decisão de manter suas API´s fechadas também é outro fator determinante para seu crescimento: uma vez públicas, desenvolvedores independentes poderiam criar serviços úteis atrelados ao Google+. Especula-se que essa característica seja o fato de catapultar o Facebook como maior rede social do planeta. A estratégia permite que o site se renove à medida que mais terceiros criam jogos, enquetes e outras aplicações de interação.</p>
<p>É difícil vaticinar se o novo projeto da gigante de buscas irá arrancar pessoas do Facebook, Twitter ou Orkut. Mas, a isca para pescá-los o Google, por ora, não tem. Falta o ‘plus’ ao Google+.</p>
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		<title>MySpace fecha parceria com Facebook. E sai no lucro</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/11/18/myspace-fecha-parceria-com-o-facebook-e-sai-no-lucro/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 22:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MySpace tentou sobrevida longe do Facebook, lançou há poucas semanas uma nova versão de seu site, com novo foco em música e entretenimento, na tentativa de retomar o prestígio no mercado que ajudou a criar. Não conseguiu. A rede &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/11/18/myspace-fecha-parceria-com-o-facebook-e-sai-no-lucro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3335 aligncenter" title="myspace-facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/11/myspace-facebook.jpg" alt="" width="500" height="359" /></p>
<p>O <a href="http://www.myspace.com/" target="_blank">MySpace</a> tentou sobrevida longe do Facebook, lançou há poucas semanas uma nova versão de seu site, com novo foco em música e entretenimento, na tentativa de retomar o prestígio no mercado que ajudou a criar. Não conseguiu. A rede social de nicho, que já foi considerada a mais popular do planeta, foi humilde, pediu socorro ao site de Mark Zuckerberg e conseguiu. Agora, <a href="http://www.myspace.com/pressroom/2010/11/myspace-introduces-mashup-with-facebook/" target="_blank">Facebook e MySpace são parceiros</a>.</p>
<p>A expectativa que tomou conta por parte da imprensa para o encontro desta quinta-feira foi de uma fusão dos sites &#8211; o que era improvável, já que Mark Zuckerberg, comandante do Facebook, nem estava presente. Na ocasião, o acordo é simples e, um pouco tardio: prevê que os usuários do MySpace acessem seus perfis por meio do cadastro feito no Facebook. Fundado em 2003, o MySpace chegou a ser a maior rede social do mundo com mais de 100 milhões de usuários. E perdeu o trono para o novo parceiro, em 2008.</p>
<p>Neste caso, o MySpace sai em vantagem. Lutando contra a perda excessiva de popularidade – e enxergando &#8220;rivais&#8221; como Twitter e Facebook crescerem de forma vertiginosa – a rede vai tentar recrutar o máximo possível de dados dos usuários, como nome e e-mail, além de conhecer um pouco mais do perfil de quem acessa o site, com a possibilidade de saber quais são os interesses dos cadastrados. Para o Facebook, a empresa terá a possibilidade de angariar ainda mais novos usuários, já que a base ainda significativa do MySpace é, em grande parte, fiel.</p>
<p>O acordo deixa claro que o MySpace jogou a tolha: não é mais adversário direto do Facebook na briga intensa pelo trono das redes sociais. &#8220;O MySpace é agora um espaço de entretenimento social&#8221;, admitiu Mike Jonas, presidente-executivo do site.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2009/06/16/como-o-facebook-alcancou-a-popularidade-do-myspace-nos-eua-e-a-corrida-por-registros-de-nomes/" target="_blank">Como o Facebook alcançou a popularidade do MySpace nos EUA e a corrida por registros de nomes</a></p>
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		<title>Facebook não quer ser apenas uma rede social</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/11/08/facebook-nao-quer-ser-apenas-uma-rede-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 07:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando o Facebook alcançou a marca de 300 milhões de cadastrados, em setembro de 2009, Mark Zuckerberg, seu criador e comandante, definiu o rumo do serviço (e do negócio): &#8220;Nosso objetivo é conectar pessoas&#8220;. De fato. Com a popularização do &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/11/08/facebook-nao-quer-ser-apenas-uma-rede-social/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3302 aligncenter" title="facebook-celular" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/11/facebook-celular.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Quando o Facebook alcançou a marca de 300 milhões de cadastrados, em  setembro de 2009, Mark Zuckerberg, seu criador e comandante, definiu o  rumo do serviço (e do negócio): &#8220;<a href="http://blog.facebook.com/blog.php?post=136782277130" target="_blank">Nosso objetivo é conectar pessoas</a>&#8220;.  De fato. Com a popularização do site, a rede social (que já ultrapassou  a barreira de 500 milhões de usuários) há muito deixou de ser uma  brincadeira entre universitários e vem se tornando uma eficiente base de  comunicação. É o canal entre cadastrados. Ou o telefone do século XXI.</p>
<p>Ligar o conceito de telefone ao Facebook não é um ato gratuito. Há  tempos, boatos da indústria e <a href="http://techcrunch.com/2010/09/19/facebook-is-secretly-building-a-phone/" target="_blank">apostas da imprensa </a>vêm alimentando a  versão de que a rede poderá lançar seu próprio aparelho de celular &#8211; um  dispositivo, que, é claro, completaria o leque de possibilidades de produzir diálogos entre pessoas. O único meio ainda sem o seu domínio era a conversa por voz. É a única condição ainda não-presente no contexto de &#8220;<a href="http://derepente.com.br/2009/08/04/um-encontro-de-blogueiros-com-mark-zuckerberg-fundador-do-facebook/" target="_blank"><strong>social utility</strong></a>&#8221; (&#8216;utilitário social&#8217;) tão defendido por seu fundador. No entanto, fora apenas um rumor.</p>
<p>A empresa de  Zuckerberg convocou a imprensa na última semana apenas para revelar funcionalidades  específicas que facilitam a vida de um usuário que se conecta na  internet por meio de plataformas móveis &#8211; smartphones ou tablets -,  importante fatia do público que começa a crescer de forma vertiginosa.  Segundo o próprio fundador, 200 milhões de pessoas (quase metade dos  cadastrados) acessam a rede a partir de dispositivos móveis. No mesmo  período, em 2009, o número era de 65 milhões.</p>
<p>Na oportunidade, o executivo revelou, entre tantos recursos, a  criação do <a href="http://developers.facebook.com/docs/guides/web#login" target="_blank"><em>Single Sign-on</em></a>, novo sistema de login que permite o acesso a  aplicativos no celular apenas clicando em um único botão. O artifício,  sem previsão de chegar ao Brasil, simplifica a vida do usuário, que não  precisa digitar várias senhas.</p>
<p>Sobre a possibilidade de criar um celular próprio, Zuckerberg  garantiu que &#8211; por ora &#8211; a empresa tem o objetivo de apenas investir em  ambientes virtuais sociais, independente do aparelho. &#8220;Não vamos  produzir telefones&#8221;, avisou. Contudo, suas próprias parcerias vão contra  seu argumento. Em outubro, o Facebook acertou uma <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/10/nova-versao-do-skype-integra-contatos-do-facebook.html" target="_blank">parceria com o Skype</a>, principal serviço de telefonia pela internet, que previu o uso de  recursos da rede social diretamente pela interface do programa. Portanto, não será nenhuma surpresa se a empresa aparecer com um  aparelho disponível aos seus usuários.</p>
<p>Veja também<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/02/05/quando-o-facebook-e-um-site-de-noticias/" target="_blank">Quando chamam o Facebook de um &#8220;site de notícias&#8221;</a></p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/babyben/4757347232/lightbox/" target="_blank">Babyben</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por um Facebook com mais usuários do Orkut</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/10/25/por-um-facebook-com-mais-usuarios-do-orkut/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 07:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns meses, Orkut e Facebook travam um duelo nada silencioso – e esperado – pela preferência dos brasileiros nas redes sociais. O primeiro ainda reina no segmento, com mais de 29 milhões de visitantes únicos no mês de agosto, &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/10/25/por-um-facebook-com-mais-usuarios-do-orkut/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3259 aligncenter" title="facebook1" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/facebook1.jpg" alt="" width="500" height="196" /></p>
<p>Há alguns meses, Orkut e Facebook travam um duelo nada silencioso – e esperado – pela preferência dos brasileiros nas redes sociais. O primeiro ainda reina no segmento, com mais de <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/twitter/acesso-ao-facebook-sobe-480-orkut-ainda-reina-no-pais/" target="_blank">29 milhões de visitantes únicos no mês de agosto, segundo recente estudo da Comscore</a>. No entanto, tem visto o seu maior concorrente avançar de forma eficiente. O mais novo recente episódio da batalha estava previsto para ser lançado na última sexta-feira. De olho no confronto para atrair mais adeptos ao serviço, a rede social de <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/marck-zuckerberg-facebook-oferece-comeca-atrair-brasileiros" target="_blank">Mark Zuckeberg</a> apresentará aos mais de 500 milhões de cadastrados sua nova arma – a possibilidade de encontrar seus amigos do Orkut no Facebook.</p>
<p>O recurso, ainda não disponível, será a nova isca para conquistar novos adeptos. O Brasil é um dos poucos países em que ainda não há supremacia do Facebook.</p>
<p>Ao vincular os dois perfis nas plataformas sociais, os adeptos serão capazes de compartilhar informações, vídeos e fotos com todos os seus amigos. No caso, a opção irá aparecer na página principal do perfil do cadastrado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3258 aligncenter" title="facebook-orkut" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/facebook-orkut.jpg" alt="" width="500" height="113" /></p>
<p>Essa é a segunda tentativa do Facebook em atrair adeptos da rede social de maior popularidade no Brasil. Em setembro de 2009 – <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/como-visita-fundador-facebook-ao-brasil-comeca-incomodar-orkut" target="_blank">dias após a vinda de Mark Zuckerberg ao Brasil</a> – brasileiros visualizavam uma mensagem inusitada (<em>imagem acima</em>) ao acessar o serviço: “Encontre seus amigos do Orkut no Facebook!“. Na época, o interessado deveria clicar no link que estava disponível, que permitia receber orientações para importar contatos do Orkut.</p>
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		<title>Novas falhas escancaram o maior defeito do Facebook</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/10/19/novas-falhas-escancaram-o-maior-defeito-do-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 15:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o início do ano, uma escala começa a ser configurada no Facebook. Simultaneamente ao avanço da rede social de maior popularidade no mundo, com mais de 500 milhões de cadastrados, crescem as críticas aos problemas de privacidade encontrados pelo &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/10/19/novas-falhas-escancaram-o-maior-defeito-do-facebook/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3244 aligncenter" title="Facebook Privacidade" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/facebook-privacidade.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Desde o início do ano, uma escala começa a ser configurada no Facebook. Simultaneamente ao avanço da rede social de maior popularidade no mundo, com mais de 500 milhões de cadastrados, crescem as críticas aos problemas de privacidade encontrados pelo site. O novo espinhoso episódio da empresa de Mark Zuckerberg aconteceu nessa segunda-feira. O Facebook admitiu que dados confidenciais de usuários cadastrados em aplicativos populares da rede como o <strong><a href="http://derepente.com.br/2009/12/29/quando-os-social-games-preocupam-empresas/" target="_blank">Farmville</a></strong> foram transmitidos a empresas de publicidade e de rastreamento na internet. Na prática, informações valiosas de dezenas de milhões de pessoas – como nome, idade, e-mail e localização geográfica – estavam nas mãos de empresas como a <a href="http://www.rapleaf.com/" target="_blank">Rapleaf</a>, capazes de cruzar informações disponíveis na web e vendê-las a anunciantes. Neste caso, o movimento aponta para uma única direção – o histórico de problemas que ilustra a vulnerabilidade da ferramenta.</p>
<p>Em abril, período que marcou a conquista de 400 milhões de cadastrados no site, <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/cada-vez-mais-exposicao-facebook-privacidade" target="_blank">dados como nome, profissão, cidade, lista de amigos e álbum de fotos passaram a ser considerados públicos</a>. E pior: sem um aviso claro. Na ocasião, órgãos reguladores de diversos países condenaram a atitude, que previa a autorização de sites parceiros a extrair informações pessoais para personalizar seu conteúdo na página. Pressionado, Mark Zuckerberg publicou uma carta aberta no jornal <em>Washington Post</em> pedindo desculpas. &#8220;Erramos o alvo&#8221;, <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/05/23/AR2010052303828.html" target="_blank">afirma</a>. Desde a sua fundação, em 2006, o Facebook já mudou suas regras de privacidade em 23 oportunidades – uma média de quatro reformulações por ano.</p>
<p>E os tropeços virtuais não param. Em julho, o consultor de segurança online <a href="http://www.skullsecurity.org/blog/2010/return-of-the-facebook-snatchers" target="_blank">Ron Bowes</a>, da Skull Security, reuniu e disponibilizou para download dados pessoais de 100 milhões de usuários. Segundo Bowes, os conteúdos foram publicados para alertar a população conectada na plataforma social.</p>
<p>Há dois meses, uma função criada para tornar o Facebook mais amigável levantou uma <a href="http://www.informationweek.com/news/security/vulnerabilities/showArticle.jhtml?articleID=226700058" target="_blank">nova suspeita</a>. Na época, a funcionalidade fazia com que a tela de &#8220;senha incorreta&#8221; do site mostrasse o nome completo do usuário – acompanhado de uma imagem e e-mail. Mais um erro, primário e básico, que um gigante das redes sociais como o Facebook não pode cometer. Mas comete, comprometendo o principal interessado da ferramenta: o dono da informação.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/itia4u/4837749967/" target="_blank">iti4u</a>.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="Uma web menos anônima" target="_blank">Uma web menos anônima</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>&quot;Editor de Mídia Social realmente existe?&quot;</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/10/18/editor-de-midia-social-realmente-existe/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 08:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídia social]]></category>

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		<description><![CDATA[Por conta dos projetos acadêmicos produzidos no mestrado e uma série de palestras e painéis ministrados em Universidades nas últimas semanas, postar no blog se tornou uma das tarefas mais árduas. No entanto, abasteço o espaço com os conteúdos apresentados &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/10/18/editor-de-midia-social-realmente-existe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por conta dos projetos acadêmicos produzidos no mestrado e uma série de<strong> <a href="http://derepente.com.br/category/palestra/" target="_blank">palestras e painéis ministrados</a> </strong>em Universidades nas últimas semanas, postar no blog se tornou uma das tarefas mais árduas. No entanto, abasteço o espaço com os conteúdos apresentados aos interessados sobre a adaptação do Jornalismo Digital com o uso intensivo de recentes plataformas de mídia, como Twitter e Facebook.</p>
<p>Nesta oportunidade, compartilho a conversa que tive na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Na ocasião, aconteceu o <a href="http://www.meetup.com/Mashable/20721/" target="_blank">Mashable Meetup</a> e, ao lado de <a href="http://twitter.com/papodehomem" target="_blank">Guilherme Valladares</a> e equipe do <a href="http://papodehomem.com.br/" target="_blank">Papo de Homem</a>, <a href="http://twitter.com/burgos" target="_blank">Pedro Burgos</a> (<a href="http://www.gizmodo.com.br/" target="_blank">Gizmodo</a>), falei sobre &#8220;conteúdo, independente do meio&#8221; – tema capitaneado por <a href="http://twitter.com/inagaki" target="_blank">Alexandre Inagaki</a> (<a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" target="_blank">Pensar Enlouquece, Pense Nisso</a>). Desta vez, foi o tema &#8220;<a href="http://www.slideshare.net/rafaelsbarai/editor-de-mdia-social-realmente-existe" target="_blank">Editor de Mídia Social realmente existe</a>?&#8221;</p>
<p>O conteúdo faz parte de um processo de reflexão – colaborativo – sobre um tema tão alardeado. Na prática, ouço vozes veladas ubíquas que abordam o assunto. Contudo, faltam discussões que envolvam o conceito.</p>
<p style="text-align: center;"><object id="__sse5467857" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=editor-mdia-social-realmente-existe-101017165706-phpapp01&amp;stripped_title=editor-de-mdia-social-realmente-existe&amp;userName=rafaelsbarai" /><param name="name" value="__sse5467857" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse5467857" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="385" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=editor-mdia-social-realmente-existe-101017165706-phpapp01&amp;stripped_title=editor-de-mdia-social-realmente-existe&amp;userName=rafaelsbarai" name="__sse5467857" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Reestruturação do Twitter aponta para um lado – o financeiro</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/10/06/reestruturacao-do-twitter-aponta-para-um-lado-o-financeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 07:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[reflexoes]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Evan Williams]]></category>
		<category><![CDATA[financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saida]]></category>

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		<description><![CDATA[Leitores do blog pediram para comentar a repentina mudança que ocorreu nesta semana no Twitter. Na última segunda, Evan Williams, um dos fundadores do microblog, decidiu deixar sua posição de CEO do site. E resolveu colocar Dick Costolo, diretor de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/10/06/reestruturacao-do-twitter-aponta-para-um-lado-o-financeiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/evan-williams.jpg"><img class="size-full wp-image-3218 aligncenter" title="evan-williams" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/evan-williams.jpg" alt="" width="500" height="336" /></a></p>
<p>Leitores do blog pediram para comentar a repentina mudança que ocorreu nesta semana no Twitter. Na última segunda, Evan Williams, um dos fundadores do microblog, <a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4717028-EI12884,00-Twitter+anuncia+novo+executivochefe.html" target="_blank">decidiu deixar sua posição de CEO do site</a>. E resolveu colocar Dick Costolo, diretor de operações no cargo. No entanto, a reformulação não vem à toa. Só fortalece e escancara uma preocupação – comum – corporativa: tornar um produto não apenas popular. Mas rentável.</p>
<p>O anúncio fomentou blogs e sites especializados em mídia e tecnologia. Não houve, em nenhum momento, uma convocação à imprensa para a confirmação da reformulação da empresa. A notícia foi confirmada no próprio blog do Twitter, com assinatura de Williams.</p>
<p>Em um primeiro momento, especulou-se que essa movimentação seria a primeira para Williams <a href="http://www.mediapost.com/blogs/raw/?p=4123" target="_blank">vender o microblog</a>, assim como fez com o Blogger, plataforma de blogs do Google. No livro <a href="http://www.amazon.com/Founders-Work-Stories-Startups-Early/dp/1590597141" target="_blank"><em>Startup</em></a>, ele admite não ter o costume de se focar em um único projeto: inicia um serviço, espera crescer e, posteriormente, passa adiante.</p>
<p>Engano. Por trás do discurso rebuscado de Williams, há um motivo – real – do problema: a rentabilidade do microblog. Não é de hoje que o Twitter busca, de forma desesperada, formatos para gerar receitas. O anúncio das novas funcionalidades e a crescente aparição de recursos pagos mostra que o sonho de manter uma startup não é tão lindo assim. Por trás da mecânica de um serviço que conta com mais de 105 milhões de usuários cadastrados, alguém precisa pagar a conta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dick-costolo.jpg"><img class="size-full wp-image-3219 aligncenter" title="dick-costolo" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dick-costolo.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>No ano passado, havia comentado, no <a href="http://derepente.com.br/2009/12/23/como-a-microsoft-e-a-google-salvaram-o-twitter/" target="_blank"><strong>blog</strong></a>, os reais motivos do Twitter ter finalizado 2009 no azul. Aos 45 minutos do segundo tempo, Google e Microsoft fecharam uma parceria com a empresa. Nessa jogada, o Twitter faturou 25 milhões de dólares.</p>
<p>Desta vez, Williams deixa o principal cargo da empresa para ser o homem das estratégias. No seu lugar, entra a vertente financeira do produto – Dick Costolo. Aos 47 anos, o executivo é considerado a peça-chave dos novos investimentos ao Twitter. Está na empresa a pouco mais de um ano e vem de uma recente – e positiva – experiência do FeedBurner, site que fornece recursos para auxiliar a otimizar e divulgar o RSS do seu site ou blog. Nesta história, um ponto de intersecção: assim como Williams, Costolo vendeu um produto ao Google. Em 2009, <a href="http://techcrunch.com/2007/05/23/100-million-payday-for-feedburner-this-deal-is-confirmed/" target="_blank">FeedBurner foi negociado por 100 milhões de dólares</a>. Coincidência?</p>
<p>Foto: <a href="  http://www.flickr.com/photos/joi/3879422100/sizes/m/in/photostream/" target="_blank">Joi</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/jolieodell/4521765838/" target="_blank">Jolie</a>.</p>
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		<title>No Twitter, tem usuário que apenas &quot;assiste&quot; o conteúdo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Huberman]]></category>
		<category><![CDATA[influencia]]></category>
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		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/09/02/no-twitter-tem-usuario-que-apenas-assiste-o-conteudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3181 aligncenter" title="Retweet no Twitter" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/09/retweet.jpg" alt="" width="500" height="352" /></p>
<p>Compartilho com os leitores do blog duas das minhas leituras nos últimos dias sobre a mensuração do que pode ser considerado como &#8220;mídia social&#8221;. Por conta do fraco referencial teórico presente no Jornalismo sobre o tema, tive que recorrer, mais uma vez, à área de exatas para compreender situações na área.</p>
<p>O argentino Bernardo Huberman, um dos pesquisadores do HP Labs, disponibilizou neste mês <a href="http://www.hpl.hp.com/research/scl/papers/socialmedia/socialmedia.pdf" target="_blank">dois artigos</a> sobre reflexões, influência e passividade em plataformas sociais como o Twitter. No caso, o professor de Física Aplicada da Universidade de Pensilvânia e parte de sua equipe foram exceção: abordam o assunto do valor de repassar um conteúdo para o seu círculo social de seguidores.</p>
<p>Um dos argumentos mais interessantes &#8211; que não é novo &#8211; é a competição desenfreada que acontece na rede de mensagens: a importância não está no número de seguidores, mas na atenção dos seguidores. O <a href="http://www.scribd.com/doc/35401457/Influence-and-Passivity-in-Social-Media-HP-Labs-Research" target="_blank">estudo de Influência e Passividade</a> aponta algo interessante: a partir da mensuração de uma quantidade de &#8220;retweets&#8221;, percebe-se que a grande maioria dos perfis é passivo. Ou seja, fica como espreitador em rede: apenas assiste e não repassa. Falta &#8220;engajamento&#8221;.</p>
<p>No mais, deixo outra leitura de Huberman &#8211; que é a mais antiga e, sinceramente, a que me chama atenção. <a href="http://www.amazon.com/Laws-Web-Patterns-Ecology-Information/dp/0262582252" target="_blank"><em>The Laws of the Web: Patterns in the Ecology of Information</em></a>, publicado em 2001 pelo MIT Press, é uma leitura essencial para entender a complexidade da informação em ambientes estruturados por tecnologias digitais conectadas.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/hulk4598/4447066051/#/" target="_blank">Rétrofuturs</a>.</p>
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		<title>Por que você segue marcas no Facebook?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 07:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[culturaweb]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[seguir marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é suficiente para explicar o estímulo de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/17/por-que-voce-segue-marcas-no-facebook/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3143 aligncenter" title="Pesquisa sobre motivação de seguir marcas no Facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa-facebook.jpg" alt="" width="500" height="233" /></p>
<p>O que faz o ser humano escolher uma opção entre as diferentes   preferências que lhe são oferecidas é ainda uma questão intrigante e feita   sob diversas perspectivas. Uma simples regra geral estabelecida não é   suficiente para explicar o estímulo de cada indivíduo. Para tentar entender essa relação, a consultoria especializada em web E-marketer realizou uma <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2010/08/11/google-looks-at-why-people-follow-brands-on-facebook" target="_blank">pesquisa</a> com o objetivo de conhecer o que move pessoas a seguir marcas em redes sociais como o Facebook. O resultado, infelizmente, revela uma preocupação &#8216;marketeira&#8217; sobre estímulos e motivação do usuário. Faltou apenas levantar a bandeira do auto-interesse pessoal. É o império do egoísmo.</p>
<p>Segundo o relatório, 25% dos entrevistados seguem uma empresa com a vontade de ganhar descontos ou promoções especiais. A fidelidade do indivíduo e a possibilidade de mostrar vínculo com uma marca à sua teia social aparece em segundo lugar, com 18%. Cerca de 10% das respostas coletadas se referem às características de acompanhar uma empresa por &#8216;diversão&#8217;.</p>
<p>Em pouco tempo, os dados pipocaram em <a href="http://alt1040.com/2010/08/por-que-seguimos-a-las-marcas-en-facebook#more-81553" target="_blank">blogs especializados em mídia</a>. E o argumento que fora mais analisado envolvia possíveis erros de estratégia em rede. Só esqueceram do principal: tentar <a href="http://derepente.com.br/2010/06/29/produzir-conteudo-na-web-motivacoes-incentivos-e-estimulos/" target="_blank"><strong>compreender a motivação</strong></a> o fenômeno do auto-interesse, que representou 1/4 das respostas dos entrevistados. O cenário é novo. A teoria, nem tanto.</p>
<p>Em 1776, Adam Smith escrevia &#8216;Riqueza das Nações&#8217; e entendia que o auto-interesse movia a participação alheia e estimulava o trabalho e sua divisão. Diz o autor: &#8220;dê-me aquilo que eu quero e você terá isto aqui, que você quer – esse é o significado de qualquer oferta desse tipo.&#8221;</p>
<p>O egoísmo, um auto-interesse &#8216;excessivo&#8217; segundo Smith, é considerado uma característica natural ao homem, reflexo de uma concepção estética ligada ao &#8216;amor-próprio&#8217;. &#8220;Cada homem, portanto, é muito mais profundamente interessado no que quer que imediatamente lhe diga respeito, do que naquilo que diz respeito a qualquer outro homem&#8221;. O egoísmo, nada mais é, que a possibilidade de converter tudo em utilidade exclusiva. E, parte dos indivíduos conectados em rede começa a pensar assim.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2010/05/04/quando-ha-um-limite-na-utilidade-de-usar-o-twitter-em-palestras/" target="_blank">Quando há um limite ao usar o Twitter em palestras</a></p>
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		<title>&quot;Estratégia em Mídia Social&quot; existe?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2010/08/04/estrategia-em-midia-social-existe/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 07:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[reflexoes]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[existe]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[práticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog conhece o meu ponto de vista crítico em torno do contexto do que se considera e conceitua como &#8220;mídia social&#8221; – minha última palestra, na Cásper Líbero, sintetiza meu atual espírito em torno do tema: é &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2010/08/04/estrategia-em-midia-social-existe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3122 aligncenter" title="Estratégias em mídia social: isso existe?" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2010/08/social-media-strategy.jpg" alt="" width="500" height="240" /></p>
<p>Quem acompanha o blog conhece o meu ponto de vista crítico em torno do contexto do que se considera e conceitua como &#8220;mídia social&#8221; – minha <a href="http://www.slideshare.net/rafaelsbarai/o-que-faz-um-editor-de-mdia-social" target="_blank"><strong>última palestra, na Cásper Líbero</strong></a>, sintetiza meu atual espírito em torno do tema: é muito oba-oba, pouca criatividade e há um uso intenso de marketing em plataformas que foram desenvolvidas primeiramente para estreitar laços e facilitar a comunicação entre pessoas.</p>
<p>Em cada canto, ouço vozes veladas ubíquas que abordam o cargo de analista em mídias sociais. Até o momento, cheguei a uma conclusão: mídias sociais não existe – não há plural para mídia. E social, então: é possível defini-lo?</p>
<p>Nesta perspectiva, conheci o “<a href="http://whatthefuckismysocialmediastrategy.com/" target="_blank">What the fuck is my social media strategy?</a>”, criado por Mike Phillips, responsável por criar &#8220;<a href="http://uk.linkedin.com/in/imjustmike" target="_blank">projetos de engajamento</a> (?)&#8221; de uma agência de comunicação do Reino Unido. Antes de assumir este cargo, Phillips era responsável de mídia social de outra empresa.</p>
<p>O site basicamente reúne clichês utilizados por profissionais da área nos últimos dois anos, questionando realmente se as práticas realizadas em rede podem mesmo ser consideradas como estratégias. Acima da crítica, fica a reflexão: chegou o momento de repensar sobre o uso de ferramentas que a web dispõe e, claro, fugir do lugar-comum.</p>
<p>/via @<a href="http://twitter.com/james_rdv" target="_blank">james_rdv</a></p>
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