Twitter ganha nova versão – e fica parecido com Facebook

O Twitter anunciou nesta terça-feira a terceira grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que fica bastante parecida com a do Facebook, já está disponível a usuários e será aplicada tanto nas versões web quanto naquelas exibidas em dispositivos móveis.

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Twitter pede desculpas por suspender perfil de usuário

O Twitter emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira para fazer um raro pedido de desculpas público. A empresa reconheceu que errou ao suspender a conta de Guy Adams, correspondente do jornal britânico The Independent em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Na semana passada, o jornalista usou a rede social para criticar a cobertura das Olimpíadas de Londres realizada pelo canal de televisão americana NBC. Na mensagem, ele publicou o e-mail de um executivo da emissora. “O responsável pela NBC de fingir que a Olimpíada ainda não começou é Gary Zenkel”, diz em um dos tuítes (abaixo, em inglês). A NBC, que detém os direitos de transmissão dos jogos nos EUA, exibiu a cerimônia de abertura da competição em Londres com um atraso de seis horas.

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Acordo entre Twitter e Apple pode acirrar batalha nas redes

No último sábado, o jornal americano The New York Times revelou uma ofensiva da Apple nas redes sociais. Segundo a publicação, a empresa estuda investir milhões de dólares para integrar seus produtos ao microblog Twitter. Se confirmada a negociação, a rede social pode elevar seu valor de mercado a 10 bilhões de dólares, fato que pode beneficiar não só seus usuários finais – que somam mais de meio bilhão -, mas, sobretudo, as próprias companhias de tecnologia.

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Nicholas Carr, um escritor contra a internet e as redes sociais

Em geral, o surgimento de uma tecnologia provoca também o aparecimento de grupos antagônicos, que em relação a ela se dividem em entusiastas e céticos. Foi assim com o rádio e com a TV. O mesmo aconteceu com a internet e, em tempos mais recentes, com as redes sociais. O escritor Nicholas Carr é um dos líderes dos céticos. Aos 53 anos, o americano, mestre em literatura pela Universidade de Harvard, afirma que as características mais brilhantes da internet podem cegar (no sentido figurado, é claro) seus usuários. Segundo ele, a miríade de conteúdos oferecidos na web termina por minar o poder do usuário de se concentrar em qualquer um deles. O saldo, portanto, é zero, na visão de Carr. As ideias foram parar em um livro, A Geração Superficial – O que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros (Agir, 384 páginas, 49,90 reais), que combina análise da tecnologia com descobertas da neurociência. O livro foi malhado no exterior, mas a discussão suscitada pelo autor merece lugar. Na entrevista ao site de VEJA reproduzida a seguir, o autor reconhece os benefícios provenientes da web, mas volta a atacar: diz que o Google é motor da desconcentração na web “O negócio deles é vender distração” e promete manter-se como um dos poucos americanos a ficar fora das redes sociais: “Não pretendo reativar meus perfis no Twitter e Facebook.” Confira.

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Empresas jornalísticas se decepcionam com redes sociais

Plataformas de redes sociais, como Twitter e Facebook, têm papel relevante na distribuição de conteúdos jornalísticos. Contudo, esse papel vinha sendo superestimado. A conclusão consta da edição 2012 do The State of The News Media, relatório divulgado nesta segunda-feira pelo instituto Pew Internet Research sobre o mercado americano.

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Com novo visual, Twitter quer ser a grande ágora da web

Recentemente, Jack Dorsey, um dos fundadores do Twitter e atual CEO da companhia, convidou a imprensa para apresentar uma série de novidades do serviço. Entre as inovações reveladas – como a instalação dos 700 funcionários da empresa em um novo escritório, em São Francisco –, o destaque foi a nova interface do microblog, já disponível para dispositivos móveis com sistemas operacionais Android e iOS e, nas próximas semanas, para usuários que acessam a plataforma na web. O projeto valoriza a essência do microblog: compartilhamento e discussão de histórias.

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Twitter promove 2ª grande mudança visual de sua história

O Twitter anunciou nesta quinta-feira a segunda grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que estará disponível a usuários nas próximas semanas, será aplicada nas versões web e para dispositivos móveis com sistema operacional iOS e Android.

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Abrigar site pessoal ou corporativo em rede social é aposta arriscada

A polêmica decisão de Kevin Rose: seu perfil no Google+ é, agora, seu lar virtual oficial

Recentemente, Kevin Rose – criador do Digg, popular ferramenta de compartilhamento de conteúdo criada no início dos anos 2000 – postou o seguinte comentário em seu perfil no Google+: “A partir de agora, vou direcionar meu site pessoal kevinrose.com para minha conta no Google+. A rede proporciona maior engajamento de usuários ou leitores do que meu antigo blog”, disse. Mais de 1.100 pessoas usaram o +1, botão do Google similar ao Curtir, do Facebook, para compartilhar a informação. Ao todo, foram quase 300 comentários sobre a intrepidez de Rose. Ficou, contudo, uma dúvida: redes sociais são o local mais adequado da internet para abrigar páginas pessoais e até corporativas?

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Twitter perde asas: está sem rumo

O americano Biz Stone surpreendeu o acanhado mundo dos 140 caracteres ao revelar que deixará o Twitter, produto que ajudou a criar em março de 2006. O novo desafio do executivo – se é possível considerar como novo – será à frente da Obvious Corporation, incubadora de projetos de tecnologia. A saída do Stone, no entanto, dá sinais de que o microblog passa por extremas dificuldades – a falta de estratégias em monetizá-lo. A web e seus viajantes, porém, ganham nova chance de consumir um novo popular produto virtual.

A  saída de Stone não pode ser considerada uma surpresa. Trata-se de um movimento natural. Há menos de dois meses, Evan Williams – outro fundador da rede de mensagens – havia se desligado da startup para novos projetos. Ambos permanecerão como conselheiros da empresa, mas irão retornar à Obvious Corporation, lançada em 2000, e conhecida por ser, talvez, o principal motor de criação e existência do Twitter.

Ao lado de Jason Goldman, outro profissional do alto-escalão que deixou o Twitter, Biz e Evan irão trabalhar na mesma perspectiva de Mark Zuckerberg: permitir que a internet conecte, cada vez mais, pessoas. A tarefa não é das mais fáceis: é só visualizar a missão do Google com seu novo projeto, o Google+. A missão é, no mínimo, claudicante.

Evan é um visionário tecnológico: além do Twitter, criou o Blogger, a plataforma de blogs do Google. Biz, por sua vez, tem espírito de líder e sabe trazer ingredientes de sucesso em produtos populares da web em seu próprio trabalho.

No entanto, o fim do ciclo diário de Stone e Williams no Twitter escancara a maior fraqueza da rede – a monetização de seu produto. A missão nada trivial de fazê-la um negócio rentável será destinada apenas a Jack Dorsey, único cofundador a permanecer à frente do negócio, e Dick Costolo, considerado pelo próprio Williams como o responsável a encontrar a trilha monetária.

O Twitter perdeu as próprias asas – e, pelo jeito, está sem rumo.

Enfim, Twitter ganha versão em português

Após cinco anos de vida – e inúmeros apelos de usuários brasileiros –, o Twitter, enfim, colocou no ar, nesta terça-feira, sua versão do microblog totalmente em português. Para alterar o idioma do site em seu browser, o usuário deve acessar sua página na rede, clicar na seção Settings e, em seguida, Language: ali, procurar pela opção “Português”. Além do novo idioma, a rede de mensagens está disponível em inglês, espanhol, alemão, turco, coreano, francês e japonês.

Quem aderir à versão em português pode estranhar um pouco. Expressões tradicionais como “What’s happening?”, “Unfollow” e “Trending Topics” foram substituídas por “O que está acontecendo?”, “Deixar de seguir” e “Tópicos da Tendência”, respectivamente.

Segundo dados divulgados pela empresa de métrica Comscore, o Brasil ocupa a terceira posição entre as nações em que o Twitter registra maior penetração entre os usuários de internet. O país tem uma taxa de 23,7%, atrás de Holanda (26,7%) e Japão (26,6%).

De acordo com a própria Comscore, o microblog é a quarta rede social mais acessada no Brasil (confira o infográfico abaixo).Os líderes são, em ordem, Orkut, Facebook e Windows Live Profile (página criada pela Microsoft para armazenar informações de seu Instant Messenger, o popular MSN).

Encurtador de link – A empresa aproveitou o lançamento da nova versão do microblog para anunciar também o encurtamento automático de links para publicação na rede de até 140 caracteres. Na prática, o usuário deve colar qualquer link no campo de mensagens da plataforma e, automaticamente, a URL será reduzida para até 19 caracteres.

A tentativa da empresa é reduzir o número de mensagensque apontam para sites que contenham vírus. Todos os endereços contaminados serão redirecionados, agora, a uma página de alertas.

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