Google+ em 2014: é vai ou racha

GOOGLE CALMA A LOS INVERSORES CON UN INCREMENTO DE BENEFICIOS DEL 26 POR CIENO ano de 2014 será decisivo para o Google+, um dos mais ambiciosos projetos desenvolvidos pelo gigante de buscas. Por um lado, há um cenário favorável. O arquirrival Facebook dá sinais de cansaço (ou melhor, os usuários jovens da maior rede social do mundo emitem tais sinais…), alvejado por novos concorrentes, como os aplicativos WhatsApp e Snapchat. O outro lado, contudo, mostra que a rede do Google tem muito o que fazer. A caminho dos três anos de vida, ele já possui meio bilhão de cadastrados (metade do Facebook), mas essa gente pouco visita a plataforma. A saída pode ser induzir os adeptos de outros serviços do Google a usar a rede social. É vai ou racha.

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Instagram Direct expõe estratégia do Facebook para segurar jovens

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Nesta quinta-feira, o Instagram anunciou o lançamento do Instagram Direct, recurso que permite enviar mensagens de texto – sempre relacionadas a fotos e vídeos – em modo privado para grupos de até 15 pessoas. Já disponível para os sistemas operacionais iOS, da Apple, e Android, do Google (ainda não há previsão de lançamento para Windows Phone), a funcionalidade faz parte de uma ação estratégica traçada pela nave-mãe do Instagram, o Facebook, para enfrentar a fadiga de alguns usuários, principalmente os adolescentes, com seu ambiente. Com o Direct, o gigante das redes sociais procura o antídoto para seu rejuvenescimento. Atrair os jovens, contudo, não é tarefa fácil.

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Por que a Apple adquiriu o Topsy por 200 milhões de dólares

Apple-compra-TopsyA gigante americana Apple está mais social. Nesta semana, a empresa adquiriu o site Topsy, ferramenta que mensura e monitora em tempo real conteúdos publicados no Twitter e Google+. Ao arrematar a startup por cerca de 200 milhões de dólares, a companhia reinicia uma trajetória em um universo no qual não tem bom histórico.

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Curso de Jornalismo de Dados (Comunicação em Dados) na Faap

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Noventa por cento de todo o conhecimento humano já está disponível digitalmente e gratuitamente à população interconectada. Governos – em todo o mundo, incluindo o Brasil – começam a disponibilizar paulatinamente informações detalhadas de suas atuações, assim como gastos (excessivos ou desnecessários) para serem investigados por milhões e milhões de pessoas. Esses ingredientes são pedras preciosas para avaliar problemas endereçadas a um público: a sociedade. Falta, no entanto, uma lupa – e um jornalista para separar o joio do trigo, o importante do irrelevante. É com esse objetivo que tenho o orgulho de compartilhar com vocês um projeto do qual serei coordenador, ao lado de Alec Duarte: a abertura da primeira turma do Curso de extensão de Jornalismo de Dados (Comunicação em Dados) da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), que acontecerá nos próximos meses deste ano.

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Review: Sony Xperia Z1

xperiaz1_abreOlá companheiros de De Repente. Desde que deixei a posição de editor de reviews na INFO, tenho esbarrado em pedidos aqui e ali para dar minha opinião sobre um ou outro produto e voltar a fazer testes. Verdade seja dita, também sinto falta do mundo dos testes. Afinal, são quase 10 anos de jornalismo de tecnologia, três no comando do canal de Reviews no site da INFO.

Por isso, decidi inaugurar uma sessão de reviews para o De Repente. A ideia inicial é trazer ao menos um grande produto por mês com uma análise completa, com a perspectiva mais próxima da realidade do usuário e com o pouquinho de experiência que tenho sobre o assunto.

Para inaugurar essa empreitada, decidi avaliar o Xperia Z1, um smartphone topo de linha com muitos predicados.

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Facebook sabe quais são as chances de um namoro acabar

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Fotos e frases apaixonadas no Facebook parecem indicar que tudo vai bem em uma relação. Mas, garante um estudo, a tecnologia é a chave para identificar, por meio da rede social, as chances reais de um namoro ter sucesso – ou fracassar. Jon Kleinberg, cientista de computação da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, e Lars Backstrom, engenheiro do Facebook, revelaram ter criado um algoritmo capaz de identificar quando um relacionamento terá fim.

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LINE expõe estratégias para desbancar WhatsApp no Brasil

Aplicativo-LINE-mensagensNeste mês, mais um concorrente asiático desembarcou oficialmente no Brasil para integrar-se à guerra virtual no segmento de mensagens instantâneas. A japonesa LINE, aplicativo para smartphones com sistema operacional iOS (Apple) e Android (Google) que permite a troca gratuita de fotos, vídeos e textos, iniciou sua operação com um objetivo evidente: minar os laços de fidelidade existentes entre brasileiros e WhatsApp, preferido por nove de cada dez usuários de iPhone, segundo levantamento da empresa de inteligência móvel Onavo produzido a pedido do site de VEJA (não há dados disponíveis acerca de usuários de outras plataformas). Atuando em mais de 230 países, o serviço obteve êxito – pelo menos nesta semana – ao alcançar o topo entre os aplicativos gratuitos da App Store, loja virtual de serviços da Apple. Sua tarefa, contudo, não será nada fácil. Além de destronar o serviço americano no Brasil, a LINE tem outros dois concorrentes de peso: o Facebook Messenger e o chinês WeChat, que investiu pesado em publicidade na TV. Para ganhar adesão, a LINE aposta em diferenciais do serviço. “Queremos que nossos consumidores gastem menos tempo com mensagens de texto e aproveitem nossos stickers (ilustrações virtuais que transmitem mensagens)”, explica ao site de VEJA Jeanie Han, CEO da LINE nos Estados Unidos, América Latina e Europa e principal responsável por iniciar a operação no Brasil. Confira a entrevista a seguir:

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‘Tinder é mais que um app. Ele recria sensação da paquera’

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Recentemente, um aplicativo disponível gratuitamente para smartphones com sistemas operacionais iOS (Apple) e Android (Google) vem chamando a atenção de jovens – principalmente dos brasileiros. O Tinder, criado há pouco mais de um ano pelos americanos Justin Mateen e Sean Rad, resgata a tradicional missão de facilitar encontros amorosos. Nele é possível encontrar um novo amor (ou apenas sexo casual) a partir de um perfil no Facebook, que deve ser conectado ao app.  Ao aderir, o usuário escolhe o gênero (masculino ou feminino), idade (acima de 18 anos) e possíveis pretendentes a uma distância de até 100 quilômetros. Seu uso se resume a uma rápida observação de uma ou várias fotos, seguida de um deslize com o dedo sobre a tela: ao se movimentar para a esquerda, aprovação; para a direita, rejeição. Caso exista interesse mútuo, as pessoas serão notificadas. Os números, até o momento, são representativos: os usuários acessam o serviço onze vezes por dia e fazem mais de três bilhões de avaliações de parceiros por mês. “O Tinder é mais do que um aplicativo para encontrar novos pretendentes”, afirma Justin Mateen, 26 anos, em entrevista exclusiva ao site de VEJA. “Representa o interesse antigo do ser humano em conhecer novas pessoas, com privacidade e certa discrição”. Confira a conversa a seguir:

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Minha participação no Virei Viral

Entre os dias 24 e 27 de outubro, acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, o Virei Viral, festival que visa apresentar o modo como as pessoas consomem distribuem conteúdos digitais. Na ocasião, estarei presente no último dia para partilhar experiências de empresas que descobriram, nesse universo, a maneira de potencializar suas marcas na rede.

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Twitter, Facebook e Google travam a #batalha das hashtags

Na semana passada, o Google comemorou 15 anos lançando uma série de atualizações do produto que o fez gigante: seu motor de buscas. Entre as novidades, uma foi revelada discretamente, por meio de seu engenheiro de software Zaheed Sabur na rede Google+: a possibilidade de realizar pesquisas usando hashtags, recurso símbolo do Twitter que permite acompanhar um assunto em tempo real na web, bastando para isso acrescentar o símbolo # ao termo que se quer buscar. O acréscimo da funcionalidade ao buscador mostra a força de um recurso que, há cinco anos, era mais conhecido como um símbolo usado em partituras musicais. Era a faísca que faltava para iniciar uma nova batalha digital.

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