jun 24 2009

A presença do De Repente no HHMOnline

Tag: dicaRafael Sbarai @

Eu, Cauã e Nikolas estaremos presentes nesta quinta-feira na nona edição do HHMOnline, iniciativa que começou em 2008 e atrai nichos publicitários, jornalistas, mídias sociais e afins. Desta vez, o Happy Hour acontece no Maevva, Vila Olímpia. Das 19h às 3h.

O objetivo do evento é unir o útil ao agradável. Um ambiente de descontração com princípios de trocas de experiências com desconhecidos – a priori – e bom e velho networking. Para mais informações, convites, preço, sugiro que visite a página criada no Ning.


jun 24 2009

A excelente estratégia de Obama e seu discurso em persa aos iranianos

Tag: dica, redesocial, tendencias, twitterRafael Sbarai @

Positiva a continuação do posicionamento do governo Barack Obama com o uso de ferramentas sociais para transmitir comunicados de sua administração. Nesta quarta-feira, o Twitter da Casa Branca enviou uma mensagem em persa para demonstrar sua preocupação com os últimos acontecimentos no Irã.

O conteúdo foi marcado com a hashtag #iranelection – com a intenção explícita de protesto – e chama a atenção da população do país asiático para conhecer a declaração feita por Obama.

O chefe de estado norte-americano fez a boa e velha política de vizinhança, afirmando que respeita a “soberania iraniana”, porém lamenta a violência desenfreada nas ruas de Teerã, bombardeios visuais chocantes que apareceram nos players de vídeo e, posteriormente, nos veiculos de comunicação.

A estratégia digital de propagação da equipe de Obama é tão interessante que o vídeo indexado ao Youtube na noite de ontem já mostrava seu pronunciamento com o idioma local iraniano, permitindo que a mensagem seja enviada e compreendida pela população.

Obama usou de uma receita simples para garantir mais popularidade e, eventualmente, alarde. Não reinventou a roda e utilizou um serviço extremamente disseminador – o YouTube – para potencializar o seu laço de preocupação alheia.


jun 23 2009

O fim do FizTV: triste e preocupante


Fiz? Fim!

FizTV, o canal independente, criado pelo grupo Abril em 2007, cuja iniciativa era promover um vínculo entre o conteúdo da internet e um canal de TV, chega tristemente a seu fim! Já tinha comentado aqui que o canal tinha uma ótima premissa: a de dar uma plataforma a realizadores independentes no Brasil para que seus vídeos estivessem em um site 100% brasileiro e ainda pagar pelo conteúdo que fosse eventualmente escolhido e/ou votado para passar em seu canal de TV a cabo (afinal de contas vídeo é algo que ainda é caro de ser feito apesar de a tecnologia viabilizar cada vez mais a qualidade do produto).

Em nota no próprio blog, a Abril se pronunciou dizendo que encerrará a partir de 30 de junho de 2009 as atividades dos Canais Abril, o que inclui o FizTV e o Ideal (um outro canal de perfil mais empresarial/institucional) em função prioritariamente da  “… dificuldade em romper uma barreira praticamente intransponível que existe no Brasil para a distribuição de canais pagos”. Traduzindo superficialmente: não foi possível entrar em acordo com a Globo para que o FizTV entrasse na programação da NET (empresa do Grupo Globosat).


No meio do jogo de interesses quem fica sem opção é o espectador… só no Brasil mesmo

A crise, claro, agravou a questão: a instabilidade financeira que o mercado das comunicações vem passando evita investimentos e trava iniciativas mais inovadoras.

O pior de tudo é que o FizTV tinha tudo pra dar certo, repito: uma plataforma que incentiva a produção independente (e até mesmo amadora – o que tem tudo a ver com o clima de colaboração que reina sobre as comunicações) promovendo uma forte relação entre a interatividade da internet e a tradicional estrutura da Televisão com o compromisso acertado de pagar pelo conteúdo disponibilizado pelo usuário. Sensacional!

Porém, na prática viu-se que a realidade é um pouco mais complicada: para tornar uma iniciativa como essa financeiramente viável era necessário torná-la mais interessante aos anunciantes -> para isso a audiência teria de ser expressiva -> para isso o conteúdo deveria ser interessante -> para atrair conteúdo de maior qualidade a janela deveria ter maior visibilidade (e ônus cada vez mais atraente) -> para uma estrutura mais aprimorada eram necessários contínuos investimentos -> dinheiro? Anunciantes!

Até aí, o FizTV estava no caminho certo e rumo às estrelas, e talvez esse tenha sido o motivo de seu fim: inserido na lógica da TV tradicional o canal foi fortemente barrado pelos interesses da Globo e por alguns lobbys políticos que realmente só se materializam no Brasil.

O ciclo no qual qualquer plataforma de comunicação de massa se insere acabou tornando o FizTV inviável: o crossover entre internet e TV se demonstra somente possível com a predominância dos interesses dos grupos da mídia mais tradicional, que apesar de perderem força econômica a cada ano, ainda contam com um forte respaldo político.

E o que é preocupante: até agora o modelo de colaboração, que na mídia escrita mais tradicional vem dando passos sólidos e sustentáveis, no audiovisual ainda não achou uma rota certa de sucesso (antes que venha à cabeça: o Youtube representa um prejuízo de 1,6 milhões de doláres diários ao Google).


The End

Será que vai ser impossível unir uma plataforma bem estruturada, conteúdo audiovisual de qualidade disponibilizado pelo próprio usuário com uma contrapartida interessante para os envolvidos num modelo de negócios sustentável e lucrativo?

O FizTV poderia ter sido a resposta para essa pergunta: preparado para um usuário-espectador (com o perdão da nova regra gramatical) mais participativo, conectado com o produtor independente que busca portas para seu trabalho e com uma proposta financeira eticamente correta (atribuir um valor monetário ao conteúdo produzido pelo usuário). E ele acabou.

De fato, preocupante.


jun 23 2009

Como homens e mulheres usam apps no Facebook

Tag: facebook, redesocial, tendenciasRafael Sbarai @

Interessante e reflexivo um excerto de um estudo do Facebook que foi divulgado nesta segunda-feira no Indo Asian News Service. Rebekah Russell-Bennett, professora da boa universidade de Queensland, na Austrália, promoveu uma pesquisa sobre como homens e mulheres usam aplicativos (aos moldes de BuddyPoke, no Orkut) na maior rede social do mundo.

Ficou constatado, por exemplo, que o sexo influencia na busca de serviços dentro do ambiente. Enquanto mulheres se interessam por apps para auto-expressão, homens dão preferência ao ato de competir, escolhendo ferramentas para estimular desafios. O relatório completo será divulgado no final deste mês, na Inglaterra.

A idéia de transferir conjunto de princípios acadêmicos para o ambiente mercadológico é extremamente válida. Situação que – infelizmente – não é valorizada no Brasil. Tornou-se lugar-comum, por exemplo, portais bombardearem o Orkut com aplicativos de futebol. Foi assim com Uol, Terra, Globo e agora com o iG. Mesmice pura.

Enquanto o país vai no mais do mesmo, é interessante analisar a infinidade de grupos e ferramentas produzidas exclusivamente ao Facebook, nicho que pode atrair tráfego/consumo a sua marca. No jornalismo, a receita não muda.

Já há alguns meses foco o Facebook para tentar entender e promover conteúdos pertinentes dentro da rede social. Apesar de não ser tão popular no Brasil, FB conquista adeptos no território nacional. Não à toa que o país obteve o maior crescimento na América do Sul, segundo estudo divulgado recentemente pelo O´Reilly Radar.

Foto: Amber Rhea.


jun 22 2009

Assetize e o princípio de vender perfis no Twitter e Facebook

Tag: dica, facebook, redesocial, twitterRafael Sbarai @

A existência de uma URL personalizável no Twitter e a desenfreada corrida pelo registro e customização no Facebook a partir de links me fez procurar ambientes virtuais que realizassem negociações de contas online.

Já conhecia tal prática com o tweexchange.com, que promovia a venda e compra de domínio dentro da ferramenta de 140 caracteres. Nesta segunda, me esbarro com um produto que gerou pequenos comentários no último dia 15, no New York Times.

Assetize é só mais um que pretende ganhar fama a partir de ambientes sociais participativos ou de grande popularidade. Trata-se de uma ferramenta de negócios de contas online. É possível vender e comprar perfis no Facebook, Ning, Gmail, Twitter, Yahoo Groups e Friend Feed, além de blogs do Wordpress.

Existem URL´s personalizáveis de um até 50 mil dólares. Até o momento, nomes de séries norte-americanas, palavras comuns e celebridades, como Sergey Brin, do Google, já tinham grandes ofertas por compra de contas em Facebook e Twitter.


jun 19 2009

MundoFox, o Hulu brasileiro, e a técnica do webisodes

Tag: tendenciasRafael Sbarai @

Cinco meses depois de processos de experimentação – a famosa fase em Beta – a Fox confirmou, por meio de seu presidente, o início oficial do MundoFox, site que agrega e transmite de graça seriados e programas do grupo em alta definição e em streaming.

Segundo anúncio de Hernán Lopez, carro-chefe da empresa, capítulos completos de séries populares da TV, como Simpsons, 24 horas e Prison Break, estão no acervo. Para assistir, não há a necessidade de um cadastro.

A diferença do início do projeto – em fevereiro – para o atual cenário é a disponibilidade de um número maior de conteúdo. Mais capítulos, mais séries, mais desenhos. De 200 para 800 horas de programação na web. O suporte, mais uma vez, é monopolista. Provém do BrigthCove, o queridinho das mídias online.

O projeto, um dos mais interessantes visualizados em território brasileiro, é tão interessante que MundoFox já é considerado o Hulu da América Latina.

Desde o início do ano, a mídia especializada em tecnologia do exterior só rasga elogios ao Hulu, ambiente de seriados e filmes gratuitos completos restrito apenas aos Estados Unidos que tornou-se em março o 3º canal de vídeo mais acessado no país.

O princípio de Hulu é o mesmo do MundoFox: oferecer conteúdo de uma mídia tradicional na internet. Sem burocracia, sem intervalos comerciais extensos (publicidade inteligente e facultativa) e no momento que desejar. E com bons lucros. Hulu, por exemplo, faturou 12 milhões de dólares no ano passado, segundo a Folha. Muito mais que o Youtube, que nada em dívidas.

Durante a apresentação de MundoFox, Lopez garantiu que o ambiente é mantido único e exclusivamente por publicidade, embora não espalhe conteúdos comerciais que prejudiquem na hora da navegação. Para atrair fiéis telespectadores, usa uma arma poderosa e bem velha: a exclusividade.

Aos poucos, MundoFox vai usar do artifício do webisodes, episódios e seriados feitos especialmente para a veiculação na internet. A idéia não é nova e é ótima: a TV complementa a internet e vice-versa.

Toda essa movimentação e estrutura criada pela Fox mostra cada vez mais o rompimento de um paradigma dito por muitos na internet: a Velha Mídia sabe criar bons produtos web. Não sou ufano como Ali Kamel, diretor-executivo da Globo que disse no último dia 16: “a grande riqueza da internet, em termos de conteúdo, é produzida pelas chamadas mídias tradicionais”. Mas é necessário ser justo.

A questão, hoje, é saber se movimentar e não reinventar a roda. Tornar-se um político de boa vizinhança. E agradar, é claro, Gregos e Troianos.


jun 18 2009

Spotifm, um Blip.fm do Spotify

Tag: dicaRafael Sbarai @

Já comentei há algum tempo, aqui no blog, a importância da criação de uma plataforma colaborativa aberta para incentivar a construção de programas que podem ser anexados a ela. Este ‘fenômeno’ – que não é recente – acontece há uns dois anos com o Twitter. O Twitter Search, por exemplo, é fruto de um produto construído por terceiros, o Summize.

Há alguns dias, comecei a procurar serviços como estes compartilhados com o Spotify – mix de  iTunes, Last.fm e Pandora – e um dos aplicativos que mais elogio ultimamente. Ontem mesmo, vi no Bitelia a existência do Spotifm, extensão do Spotify que permite o compartilhamento das músicas que você ouve.

O aplicativo não reinventa a roda e tem o mesmo princípio do Blip.fm, uma espécie de Twitter musical. O único ruído é a necessidade de instalação de uma pequena aplicação e que está disponível apenas para Windows. É possível criar uma playlist e deixá-la aberta para o compartilhamento de áudio, com a criação de listas das 100 canções mais populares da semana, do mês, além de usuários mais ativos.

Não consegui fazer o teste completo pois o Spotify está aberto ao Brasil com um asterisco de restrição, mas percebe-se que o ambiente musical segue passos de Facebook e New York Times de atrair conteúdo alheio para garantir a fidelização do internauta/leitor.

Enquanto Facebook tem condições de ser a rede social das redes sociais, NYT dá indícios de tornar-se uma plataforma aberta informacional, Spotify cada vez mais me parece com uma biblitoeca flexível de músicas em streaming.


jun 17 2009

A falta de informações e o sumiço midiático com a fatalidade envolvendo Rafael Gomes de Freitas e Vinícius Mauri

Tag: justicaRafael Sbarai @

Reflexivo e de excelente qualidade o texto proferido pelo jornalista Cláudio Leal, divulgado ontem no Terra Magazine, a respeito da fatalidade envolvendo dois grandes amigos meus no último dia 30, na zona sul da capital paulista.

O ambiente, um dos mais sérios e relevantes da imprensa online do país, começou a produzir desde o dia 15 de junho uma série chamada “Brasil: guerra urbana” para mostrar e evidenciar as faces ignoradas da violência e o sumiço midiático de acontecimentos que merecem ser questionados para promover mudanças legislativas e judiciais no país.

Terra Magazine conta as vidas esquecidas de dez brasileiros que não tiveram a chance de concluir desejos ínfimos. O extraordinário cotidiano de homens e mulheres comuns. Histórias finalizadas pela violência, quase sempre banal e mal revelada.

Nesta segunda edição, foi a vez de relatar a bela história de vida de Buiu, bem aos moldes do bom e velho New Journalism.

As belas palavras proferidas por Cláudio realçam a necessidade de acompanhar o fato que, até o momento, não teve um desfecho. Vini segue em estado grave e em coma, porém com um quadro de recuperação surpreendente. O comerciante Paulo César Carneiro, acusado de atropelar os dois jovens, é considerado foragido há mais de dez dias.

Seu advogado, por sua vez, bate diariamente na porta de uma delegacia – localizada na zona sul de São Paulo – pra avisar que seu cliente irá se entregar, mas ao mesmo tempo, promove uma pressão garantindo que “irá largar o caso”. Argumento que já foi proliferado por diversas vezes. Acreditar no mais do mesmo?

O único movimento que fez desde o início do mês de junho foi entregar as placas do carro de Paulo César, já que o sujeito retirou-as após atropelar Vini e Rafa.

A questão do momento é que o problema da violência no país não é mais apenas de narcotráfico, de segurança, ação de milícias ou simplesmente briga entre quadrilhas. O ruído está ao seu lado. Ao nosso lado. A fatalidade – envolvendo Vini e Rafa – é reflexo da irracionalidade do homem.


jun 16 2009

Como o Facebook alcançou a popularidade do MySpace nos EUA e a corrida por registros de nomes

Tag: facebook, redesocialRafael Sbarai @

Quem esteve conectado neste final de semana e está integrado ao Facebook, percebeu a desenfreada corrida para garantir o registro de seu nome no site em forma de URL. Ao mesmo tempo em que é lançada tal funcionalidade, o ambiente conquista um feito local e de grande importância em seu segmento: a maior rede social do mundo, enfim, alcança o número de visitantes únicos do MySpace.

Desde o último sábado, Facebook permite que o usuário que esteja em sua rede escolha um novo endereço para representar seu perfil no ambiente social. É possível, desde então, trocar a URL tradicional, terminada em códigos numéricos, por uma personalizada, que mostre o nome do usuário, o que facilita na hora da busca e, consequentemente, sua indexação ao Google, claro.

Flexível e, de certo ponto, autoritário, Facebook limitou e avisou que este princípio poderia ser feito apenas uma vez e obriga o usuário a ter um nome com, no mínimo, cinco letras. Não era possível, por exemplo, colocar as duas primeiras iniciais, “moda” propagada por Evan Williams no Twitter.

Premissa totalmente diferente do serviço de até 140 caracteres, que possui um princípio mais “aberto” e deixa você trocar seu nickname – ou URL – em qualquer momento. Desde que o apelido escolhido já esteja cadastrado.

Enquanto isso, a corrida segue frenética e mostra a importância que o Facebook possui como a “rede social das redes sociais”, princípio que bato no blog há um certo tempo. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira, houve o registro de 550 recadastramentos de URL por segundo. 33 mil por minuto.

Ao todo, já foram seis milhões de novos registros. E, consequentemente, os problemas. Já existem perfis com URL´s como iPhones, HPcomputers e PageNotFound.

É óbvio que esta curva tende a decrescer com o tempo, mas é um belo sinal do fenômeno social que é Facebook. Não é um ambiente tão popular no Brasil, possui seu nicho de agregar indivíduos aqui no país, mas tem um objetivo de tirar usuários fiéis do Orkut, por exemplo. Não à toa já tem – há alguns meses – uma versão do site inteiramente em português, o que facilita na migração.

Ao mesmo tempo que acontece a positiva mudança, a maior rede social do mundo alcança o último de seus objetivos norte-americanos. Segundo dados divulgados pela ComScore desta segunda-feira, Facebook finalmente alcançou o MySpace em visitantes únicos, último atributo que ainda não havia superado em termos de números.

A tabela aponta que maio foi crucial para apontar o equilíbrio – neste quesito – entre as duas redes sociais. Enquanto o instável MySpace não atrai novos usuários, a curva do Facebook é crescente. 70.278 milhões para FB, enquanto MS teve 70.255 milhões de visitantes únicos no mês passado.

O lado peculiar e interessante de toda essa história é a “rotatividade” de fundadores de bons produtos da internet, que acabam abandonando o barco em tão pouco tempo. Eles inventam e popularizam a marca, que é posteriormente vendida a uma grande empresa e, em tão pouco tempo, deixam de dirigr o que criaram. MySpace, por exemplo, segue o mesmo caminho de Last.fm.

O caminho da saída dos fundadores da Last.fm, que falei na semana passada, não é novidade neste mercado. Em abril deste ano, Tom Anderson – cofundador do MySpace – anunciou sua saída. Junta-se a eles, por exemplo, Evan Williams, que abandonou o Blogger para trabalhar exclusivamente ao Twitter, além de Joshua Schachter, ex-carro-chefe do Delicious e que está no Google.

Foto: Vasjen Katro.


jun 13 2009

Espelho Virtual meu, existe alguém mais…

Tag: culturawebFelipe Jannuzzi @

Comprar online ainda apresenta alguns problemas, principalmente quando os objetos de desejo são roupas, óculos, relógios, jóias, etc. O mais importante não é apenas gostar do acessório, mas também saber se vamos ficar bem com ele.

E pensando nisso, uma loja de óculos totalmente virtual criou um programinha muito legal. Com ele podemos usar nossa webcam como se fosse um espelho. O nosso rosto é mapeado e várias opções de óculos aparecem para nossa escolha. Os óculos são sobrepostos ao video e realmente parece que estamos usando os óculos selecionados.

Download do programa aqui.

Com essa ferramenta de “Augmented Reality” (ou “Realidade Aumentada”) eles prometem facilitar as compras e satisfazer o cliente com a fidelidade da experiência.

O programinha é bem simples, afinal não estamos vestindo uma saia ou uma meia calça.  Mas, realmente, tive uma experiência divertida e acredito que seja uma ótima fonte para quem precisa comprar novas armações.

Apesar da boa experiência, não sei se teria coragem de pagar quase R$ 700,00 por um óculos apenas checando meu visual pelo Felipe Virtual. Alguns costumes e desconfianças a tecnologia ainda não pode resolver. Pelo menos não por enquanto, quando ainda é chamada de: “novidade”.


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