A adesão do Jornalismo Digital ao universo dos e-singles

A admiração pela reportagem multimídia Snowfall, do The New York Times, não está apenas no encanto visual e na excelência de seu texto, apanágios que contribuíram para a conquista de um Pullitzer, considerado o Oscar do Jornalismo. Está, sobretudo, no modelo de negócio de um setor que carece de inovação: a adesão ao universo dos livros. A reportagem está disponível gratuitamente na web – e também à venda por 2,99 dólares aos leitores que desejam armazenar a história em seu smartphone ou tablet. Esse caminho também é trilhado por outras publicações digitais: Washington Post Wall Street Journal têm histórias jornalísticas transformadas em minilivros. Há algumas semanas, o Brasil ganhou seu primeiro projeto no setor.

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Copa das Confederações: faltou inovação ao Jornalismo

A nona edição da Copa das Confederações, conquistada no último domingo pela seleção brasileira de futebol, ficou marcada pela falta de inovação do Jornalismo com os maiores interessados, os consumidores finais. Se na última edição das Olimpíadas, em 2012, em Londres, as publicações digitais usaram e abusaram dos recursos tecnológicos para produzir conteúdo, a competição que reuniu os campeões de cada confederação não recebeu a mesma atenção: poucos sites de notícia apostaram na interatividade e produção que transcende a tradicional cobertura jornalística recheada de textos, fotos e vídeos. Foi a competição do uso tímido dos dados. Alguns destaques:

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É o fim do Editor de Mídia Social?

Em agosto de 2010, o físico e editor-chefe da revista Wired, Chris Anderson, recebeu os holofotes virtuais para sentenciar a morte da web. Seu argumento é baseado no crescente uso de dispositivos móveis que possibilitam acesso à internet sem passar por algum endereço www. Não convenceu. O mesmo aconteceu com o iPod, e-mail e, recentemente, com o Facebook. Sentenciar o fim de uma plataforma ou profissão em detrimento da tecnologia já não é mais novidade. Chegou a hora, contudo, do cargo de editor de mídia social.

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A TV na web: o HTML5

 HTML5

O HTML5 (Hypertext Markup Language, versão 5) é uma linguagem de marcação para a criação e interpretação do conteúdo exibido na internet. Para que qualquer conteúdo seja exibido na internet, a sua construção deve seguir os padrões do HTML.

Atualmente, a linguagem de marcação se encontra na sua quinta versão, e tem como principal melhoria o suporte para recursos multimídia e a incorporação de uma sintaxe que contribui para a criação de elementos semânticos, fazendo com que a linguagem seja produzida e lida de maneira mais fácil por humanos e melhor interpretada pelas máquinas.

Como produtor multimídia, achei legal levantar aqui os principais recursos do HTML5 e suas relações com a produção, distribuição e exibição do audiovisual. Dessa forma, pretendo criar argumentos para entendermos os rumos de uma “nova TV”.

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O Brasil criou seu mercado de startups. O Jornalismo, por ora, não percebeu

O Brasil, enfim, começa a acompanhar o crescimento (e amadurecimento) das chamadas startups locais – empresas que têm geralmente em seu DNA a inovação e operam com lógica de experimentação rápida, segunda a qual apenas as ideias que logo se mostram promissoras recebem os maiores investimentos. Até recentemente, empreendedores e investidores brasileiros deslocavam seus negócios – e atenção – para o Vale do Silício, região na Califórnia, Estados Unidos, região que respira tecnologia. Hoje, contudo, os testes começam a ser verificados em solo nacional. O Jornalismo, uma das áreas que mais carece por inovação, acompanha atentamente o setor. Bem distante. Com um binóculo.

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O fracasso da TV Digital no Brasil

TV Antiga

A primeira transmissão de televisão no Brasil foi em 1950 com a exibição ao vivo do Frei José Mojica cantando na TV Tupi. Desde então, a industria passou por diversas transformações tecnológicas, estruturais e de conteúdo. Os programas ganharam cor, as torres de radiodifusão e os satélites levaram a TV para locais distantes e remotos e a programação se diversificou nos canais a cabo, abordando temas de nicho para públicos específicos.

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O Twitter decidiu: quer ser uma empresa de mídia

Durante a penúltima edição do All Things Digital Media Conference, em janeiro de 2012, nos Estados Unidos, o CEO do Twitter Dick Costolo foi incisivo e direto ao se referir ao modelo de negócio da companhia. “Nós não somos uma empresa de mídia“, garantiu. De fato. A responsabilidade fundamental da rede é criar uma plataforma, e não desempenhar uma função editorial. Seu argumento é, no mínimo, plausível: “Participar de negócios envolvendo empresas de mídia não faz de nossa companhia um novo rival no mercado”, finalizou. Mas o microblog que nasceu com o objetivo de promover a troca de mensagens de texto no âmbito empresarial cresceu, ganhou asas e parece querer mudar seu trajetória. Hoje, seu passarinho azul parece apontar para um universo cada vez mais conhecido pelo Jornalismo – e seus jornalistas.

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Da Escassez à Plenitude na Televisão Brasileira

No modelo tradicional de distribuição audiovisual são os donos do conteúdo que controlam os horários em que os filmes ou os programas de TV são exibidos. Esse padrão característico do broadcast é chamado pelo pessoal do Instituito de Tecnologia de Massachusetss (MIT) de modelo da escassez.

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Nossa própria fábrica de filmes e o futuro de Hollywood

Box Office nos Cinemas

O valor arrecadado por cada filme na sua temporada de exibição nas salas cinema é chamado pelo mercado de box office. Esse valor não inclui os ganhos com a venda ou o aluguel do filme ou os ganhos com a venda dos direitos de exibição do filme em canais de televisão. O box office está exclusivamente condicionado à venda de ingresso para se assistir um filme no cinema. Quanto mais longa for a vida de um filme nas salas de exibição, ele arrecadará mais lucro para os produtores, distribuidores e donos das salas e se tornará mais atraente comercialmente nos outros pontos da cadeia de distribuição, como a venda de mídia física no mercado doméstico ou a exibição em canais de televisão aberta ou paga.

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