Acordo entre Twitter e Apple pode acirrar batalha nas redes

No último sábado, o jornal americano The New York Times revelou uma ofensiva da Apple nas redes sociais. Segundo a publicação, a empresa estuda investir milhões de dólares para integrar seus produtos ao microblog Twitter. Se confirmada a negociação, a rede social pode elevar seu valor de mercado a 10 bilhões de dólares, fato que pode beneficiar não só seus usuários finais – que somam mais de meio bilhão -, mas, sobretudo, as próprias companhias de tecnologia.

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A “devida” importância ao Twitter

O Terra, portal que mais inovou na produção de conteúdos nos últimos meses, foi o primeiro registro brasileiro, dentre todos os concorrentes, a dar um “merecido” destaque envolvendo seu conteúdo e Twitter.

O ambiente virtual, que já deu uma “barrigada” ao dizer que acertou um contrato com o serviço de microblogging, há alguns meses, destaca em sua bela página de Olimpíadas o seu canal de conexão com o usuário do Twitter.

Muita gente já fez isso. Começando, por exemplo, com o Último Segundo, canal de notícias do iG. Foi o pioneiro, mas não destacou. Ou seja, o usuário que correria atrás do produto.

O Terra foi mais esperto. Viu que grande parte das mídias on-line já possuem uma espaço de comunicação no serviço com mensagens com até 140 caracteres e, pelo menos, destacou em uma página principal.

O primeiro acordo entre imprensa e aplicativos Google


Redação do grupo do Telegraph ganha ingredientes importantes do Google

O grupo britânico Telegraph Media Group (Daily Telegraph, Sunday Telegraph e Telegraph Online) não obteve um crescimento vertiginoso na web à toa. A empresa de comunicação pensou, planejou, reconstruiu modelos de negócio e, por essas e outras, vê o Telegraph, seu carro-chefe, alcançar quase 20 milhões de visitantes únicos na Inglaterra por mês.

Nesta quinta-feira, o conglomerado assinou o primeiro acordo envolvendo imprensa e aplicativos Google. Agora, os jornalistas do Telegraph Media Group vão trabalhar apenas com ferramentas on-line do principal símbolo de buscas da web.

A iniciativa é importante para ambos os lados. Jornalistas/Editores terão flexibilidade para produzir conteúdos em diversos lugares [perde o valor de ficar "apenas" em um computador], já que o Google Docs é público, enquanto o Google terá um grande laboratório de mudanças e planejamentos de ambientes virtuais “beta” na empresa jornalística.

Foto do Robinhaman.

Agora vai!?


Qtrax e a promessa de 25 milhões de músicas de graça

Quem lê o De Repente ou acompanha diversos blogs nos últimos meses percebeu um burburinho de propagação de músicas, de graça, pelo Qtrax, um software “revolucionário” que iria permitir o download de 25 milhões de músicas. Todas licenciadas.

O alarde foi tão grande que ficou em destaque na Times Online, na Info, em tantos lugares

Anyway. Depois de cinco meses do anúncio, parece que o serviço, considerado Pegadinha do dia no mês de janeiro, será lançado.

Via IDGNOW!, leio que a poderosa Universal Music anunciou hoje um acordo de distribuição de músicas com a Qtrax. O lance distribuirá músicas de graça aos internautas, mas não pense que ninguém terá lucro nesta brincadeira.

O QTrax utiliza um modelo de negócios que direciona o lucro obtido com anúncios para os detentores de direitos sobre as músicas.