Paper é nova estratégia do Facebook para cativar usuários

Paper-aplicativo-Facebook-leitura-noticiasNa semana passada, quando completou uma década de vida, o Facebook apresentou aos mais de 1,2 bilhão de usuários o aplicativo Paper, novo projeto da companhia dedicado à área móvel. Disponível apenas a usuários de dispositivos da Apple com uma conta vinculada ao território americano, o app reúne atualizações de usuários e notícias mais relevantes escolhidas a partir de uma combinação de algoritmos e edição humana – sim, é um trabalho conjunto de editores e robôs. Trata-se do melhor recurso já desenvolvido pela empresa para os dispositivos móveis e uma evidente estratégia de Mark Zuckerberg para estimular os usuários a ficar nas páginas da rede social.

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LINE expõe estratégias para desbancar WhatsApp no Brasil

Aplicativo-LINE-mensagensNeste mês, mais um concorrente asiático desembarcou oficialmente no Brasil para integrar-se à guerra virtual no segmento de mensagens instantâneas. A japonesa LINE, aplicativo para smartphones com sistema operacional iOS (Apple) e Android (Google) que permite a troca gratuita de fotos, vídeos e textos, iniciou sua operação com um objetivo evidente: minar os laços de fidelidade existentes entre brasileiros e WhatsApp, preferido por nove de cada dez usuários de iPhone, segundo levantamento da empresa de inteligência móvel Onavo produzido a pedido do site de VEJA (não há dados disponíveis acerca de usuários de outras plataformas). Atuando em mais de 230 países, o serviço obteve êxito – pelo menos nesta semana – ao alcançar o topo entre os aplicativos gratuitos da App Store, loja virtual de serviços da Apple. Sua tarefa, contudo, não será nada fácil. Além de destronar o serviço americano no Brasil, a LINE tem outros dois concorrentes de peso: o Facebook Messenger e o chinês WeChat, que investiu pesado em publicidade na TV. Para ganhar adesão, a LINE aposta em diferenciais do serviço. “Queremos que nossos consumidores gastem menos tempo com mensagens de texto e aproveitem nossos stickers (ilustrações virtuais que transmitem mensagens)”, explica ao site de VEJA Jeanie Han, CEO da LINE nos Estados Unidos, América Latina e Europa e principal responsável por iniciar a operação no Brasil. Confira a entrevista a seguir:

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‘Tinder é mais que um app. Ele recria sensação da paquera’

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Recentemente, um aplicativo disponível gratuitamente para smartphones com sistemas operacionais iOS (Apple) e Android (Google) vem chamando a atenção de jovens – principalmente dos brasileiros. O Tinder, criado há pouco mais de um ano pelos americanos Justin Mateen e Sean Rad, resgata a tradicional missão de facilitar encontros amorosos. Nele é possível encontrar um novo amor (ou apenas sexo casual) a partir de um perfil no Facebook, que deve ser conectado ao app.  Ao aderir, o usuário escolhe o gênero (masculino ou feminino), idade (acima de 18 anos) e possíveis pretendentes a uma distância de até 100 quilômetros. Seu uso se resume a uma rápida observação de uma ou várias fotos, seguida de um deslize com o dedo sobre a tela: ao se movimentar para a esquerda, aprovação; para a direita, rejeição. Caso exista interesse mútuo, as pessoas serão notificadas. Os números, até o momento, são representativos: os usuários acessam o serviço onze vezes por dia e fazem mais de três bilhões de avaliações de parceiros por mês. “O Tinder é mais do que um aplicativo para encontrar novos pretendentes”, afirma Justin Mateen, 26 anos, em entrevista exclusiva ao site de VEJA. “Representa o interesse antigo do ser humano em conhecer novas pessoas, com privacidade e certa discrição”. Confira a conversa a seguir:

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Aplicativo de sexo no Facebook faz sucesso, mas pode ter vida curta

Há menos de duas semanas no ar, um aplicativo de Facebook que incentiva o sexo entre usuários vem chamando a atenção. Bang With Friends (Faça sexo com seus amigos, em português), criado exclusivamente para a rede social, permite aos usuários escolher parceiros para manter relações sexuais. O app se tornou uma sensação global. “Mais de 370.000 pessoas aderiram ao serviço”, diz ao site de VEJA um dos criadores. É preciso observar, porém, que na seção de aplicativos do Facebook o sucesso costuma durar pouco, muito pouco.

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App compara e partilha preços de produtos do supermercado

Com o objetivo de oferecer aos consumidores os melhores preços de supermercados de quatro cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo horizonte), o serviço Meu Carrinho, do grupo Buscapé, acaba de lançar aos usuários com sistema operacional iOS (Apple) uma nova versão de seu aplicativo que permite comparar e compartilhar valores dos produtos de higiene pessoal, saúde, beleza e alimentação. A expectativa é de que o serviço esteja disponível em janeiro para dispositivos móveis com sistema Android, do Google.

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Buscapé lança app para recomendação de prestadores de serviços

O Buscapé, um dos maiores grupos de comércio eletrônico do Brasil, quer transpor o boca a boca para os dispositivos móveis. A companhia acaba de lançar no sistema operacional iOS, da Apple, o Recomind, aplicativo gratuito que permite que usuários compartilhem contatos de prestadores de serviço, além da avaliação de cada um desses profissionais. A expectativa é que o serviço esteja disponível para dispositivos móveis com sistema Android, do Google, até o fim do mês.

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Com Instagram, Facebook agrega inteligência para o ‘mundo móvel’

Nesta segunda-feira, o Facebook deu mais um passo que mostra que o serviço quer ser mais do que uma rede social. Por 1 bilhão de dólares, o serviço de Mark Zuckerberg arrematou o Instagram, aplicativo para as plataformas móveis iOS e Android que personaliza fotos. Já fiz um longo comentário em meu blog no site de VEJA, que revela dois objetivos que não merecem ser desprezados: a empresa agrega uma inteligência móvel imprescindível na batalha virtual contra o Google, além de incentivar engajamento à rede social, uma vez que os usuários do Instagram são fiéis ao serviço. A negociação, contudo, também levanta questões no mínimo auspiciosas.

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Com Instagram, Facebook reforça estratégia da rede dentro da rede

Nesta segunda-feira, o Facebook deu mais um passo que reforça a ambição de tornar a rede social uma espécie de internet dentro da internet. Por 1 bilhão de dólares, o serviço de Mark Zuckerberg arrematou o Instagram, aplicativo para as plataformas móveis iOS e Android que personaliza fotos. A estratégia agrega inteligência ao Facebook e incentiva engajamento à rede social, uma vez que os usuários do Instagram são fiéis ao serviço.

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Enfim, Facebook lança aplicativo para iPad

Após uma longa expectativa, o Facebook finalmente lançou, nesta segunda-feira, seu aplicativo oficial para iPad. Disponível gratuitamente na loja de serviços da Apple, o produto acaba com um velho problema dos proprietários de tablet, que usavam uma versão para iPhone – limitada e carente de recursos – para acessar a maior rede social do planeta. Esperava-se que o programa fosse lançado na semana passada, junto com a apresentação do iPhone 4S. Não aconteceu. Nunca é tarde, contudo.

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Facebook lança recurso ‘incrível’. O que será? Vote na enquete

O Facebook apresenta nesta quarta-feira, às 13 horas (no horário de Brasília), uma novidade aos mais de 700 milhões de cadastrados. Mantido em sigilo e descrito por Mark Zuckerberg como “incrível”, o novo recurso pode abrir o próximo capítulo da batalha virtual pela fidelidade do usuário, sobretudo depois da chegada da rival Google+. Na sua opinião, qual será a novidade? Participe da enquete.

Atualizado: Fim do mistério. Conheça os recursos “incríveis” apresentado pela maior rede social do planeta.

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