Faceboook: discurso de Zuckerberg não inova, mas é coerente

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Nesta terça-feira, usuários do Facebook – e também seus investidores – pararam para assistir à primeira entrevista de Mark Zuckeberg, criador e CEO da rede social, desde que a empresa abriu capital na bolsa de valores, em maio. O conteúdo do discurso do Zuckerberg não foi propriamente novo. Afinal, há alguns meses já está claro que o serviço se esforça para migrar para os dispositivos móveis por uma questão de sobrevivência. Também já se sabia que o mecanismo de busca da rede estava sendo aprimorado para garimpar, com cada vez mais precisão, seu tesouro: informações de usuários. Mas não se pode dizer que a fala de Zuckerberg é ociosa, ao contrário. Seu mérito está na clareza e no ânimo com que o líder da rede social gigante apontou o caminho do futuro. A bolsa reagiu bem.

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Facebook introduz resultados de busca patrocinados

Na tentativa de corresponder à grande expectativa de seus investidores, aumentando seu faturamento com publicidade, o Facebook apresentou nesta quarta-feira mais uma novidade: os Resultados Patrocinados. O recurso permitirá a exibição de anúncios no campo de pesquisas da rede social (imagem acima). O mecanismo é semelhante ao que funciona há anos na busca do Google.

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Por que o Facebook estuda aprimorar seu sistema de buscas

Na última semana, a versão digital da publicação americana The Business Week revelou que o Facebook planeja aprimorar seu mecanismo de buscas. O objetivo é estimular os mais de 845 milhões de cadastrados a pesquisar com maior eficiência atualizações de amigos, fotos e vídeos – hoje, uma tarefa nada fácil de realizar na rede social.

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Por que o Facebook quer ser rei também nas buscas

Na última semana, a versão digital da publicação americana The Business Week revelou que o Facebook planeja aprimorar seu mecanismo de buscas. O objetivo é estimular os mais de 845 milhões de cadastrados a pesquisar com maior eficiência atualizações de amigos, fotos e vídeos – hoje, uma tarefa nada fácil de realizar na rede social.

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Quando o Google entra no clima da Copa do Mundo

Quem buscar o termo “Copa do Mundo” no Google vai encontrar duas surpresas. A primeira é uma tabela com as datas dos jogos, todas já ajustadas de acordo com o fuso no Brasil. A segunda é um pouco mais divertida. Ao invés do clássico “Goooogle”, onde cada letra “o” representa uma página do resultado de buscas, a empresa resolveu colocar um “Gooooooool!”.

Está é apenas uma das ações da companhia para a Copa. Uma série de recursos específicos para os torcedores também entrou no ar, como o Street View que traz imagens em 360º de todos os estádios na África do Sul. Além disso, os interessados em assistir os jogos fora de casa poderão fazer buscas no Google Maps por estabelecimentos que vão transmitir as partidas.

Confira o vídeo feito pela empresa:

httpv://www.youtube.com/watch?v=9eHztSoJXkk&feature=player_embedded

(por James Della Valle)

Quando o Google concentra parte do tráfego na web

google

Dois dias após o anúncio de que o Facebook ultrapassou o Google em número de acessos nos Estados Unidos, o gigante de buscas mostrou suas garras. Por meio de um estudo produzido por uma empresa ligada à área de segurança virtual, o Google mostra em números que ainda domina boa parte do tráfego na web.

Craig Labovitz, cientista que assina o relatório (ex-Microsoft), aponta que o Google chegou a concentrar 10% de todo o tráfego produzido na web em 2009. O registro, que aumentou consideravelmente nos últimos 15 meses, deve-se por um único simples fato – o YouTube.

Após a aquisição do maior site de vídeos, em 2007, o fluxo de consumo de conteúdo virtual (texto, imagem e vídeo) cresceu vertiginosamente graças às trocas, produções e visualizações de vídeos no YouTube. Nota: só em novembro de 2009, foram vistos 12,2 bilhões de vídeos no site, segundo relatório do Pingdom.

Nesta quarta-feira, o próprio YouTube atualizou um de seus surpreendentes dados estatísticos – chegou a impressionante marca de receber (upload) 24 horas de vídeo por minuto.

Não é à toa que, desde a negociação que envolvia as duas empresas, o YouTube faz a alegria do Google.

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Google em um terreno da Microsoft

Google “renova” serviço rival ao Technorati


Aos moldes do Google News, Blog Search é superado facilmente por Technorati

Google encontrou, nesta semana, mais um motivo para rivalizar com um [bom] serviço prestado aos blogueiros. A principal marca de buscas na web resolveu reformular seu sistema e acaba de renovar seu Blog Search, serviço de pesquisas dos blogs.

Bem aos moldes do fraco Google News, é perceptível que o Blog Search anda em fase beta. As referências, indexadas via RSS, não produzem buscas completas. São apenas alguns “destaques” produzidos. logo, fragmentações ou posts de blogueiros são simplesmente “invisíveis” por lá.

Por enquanto, segundo seu blog oficial, as “novidades” estão apenas em língua inglesa, sendo que até o final do ano o serviço de busca estará disponível em outros idiomas, como o português.

A reforma e um possível novo destaque é mais uma estratégia Google de dominar um nicho: agora o da Technorati, que faz, até hoje, muito bem seu serviço.

Não à toa, Technorati até divulgou nas últimas semanas um criterioso e interessante estudo envolvendo a blogosfera mundial, com gráficos, estatísticas e premissas que devem ser estudadas para entender, mais ou menos, o fenômeno de atuação das novas mídias.