Google+ se descola do Diaspora

Dias após o Facebook anunciar a compra, por 1 bilhão de dólares, do híbrido de aplicativo e rede social Instagram, o rival Google+ tratou de apresentar a seus usuários a nova interface do serviço. É a primeira grande reforma visual desde seu lançamento, em junho de 2011, de um produto que recebe cada vez mais atenção dentro da gigante de buscas. Trata-se, sobretudo, de uma aposta correta ao escolher um visual que se adapta facilmente em navegadores de dispositivos móveis com telas sensíveis ao toque.

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‘O Google+ nos copiou’, diz representante do Diaspora

Desde outubro de 2010, a batalha virtual entre redes sociais conta com um contendor discreto, o Diaspora, concebido como uma alternativa ao Facebook. Para assumir o papel de antípoda da maior rede social do planeta, o serviço decidiu colocar nas mãos do usuário, de maneira inconteste, todo o controle sobre informações pessoais e conteúdos compartilhados. A ideia foi de quatro estudantes da Universidade de Nova York. Para colocar o plano em prática, contudo, era necessário amealhar uma quantia nada irrisória, que sustentasse a empresa. Eles recorreram a um serviço de financiamento coletivo, e deu certo: em 39 dias, foram arrecadados mais de 200.000 dólares. Entre os benfeitores, estava o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. “Estamos felizes com o apoio dele”, admite, pela primeira vez, Peter Schurman, representante do Diaspora. Dos Estados Unidos, Schurman, de 42 anos, falou ao site de VEJA sobre o futuro do projeto – ainda disponível apenas para convidados –, e acusou o Google+, rede social do gigante de buscas criada em junho de 2011, de copiar recursos lançados pelo Diaspora – caso da exportação simplificada de informações, os círculos de amigos (Circles, no Google+) e o próprio visual de três colunas (imagem abaixo). “Não teremos combates judiciais com o Google. Estamos lisonjeados por servir de referência a eles”, afirma Schurman. Confira a entrevista a seguir.

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Microsoft prepara sua própria rede social

A Microsoft deu nesta quarta-feira os primeiros passos para desbravar o terreno social na internet, área ainda não explorada pela gigante de software. Pela primeira vez, foram divulgadas as imagens do Socl, rede da companhia que permite compartilhamento de conteúdos e mensagens a partir da integração com outras plataformas, como Twitter e Facebook. Sem data para estrear oficialmente, o Socl já deixou uma certeza: inspirou-se claramente no visual de serviços como Diaspora e Google+.

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Diaspora, o ‘anti-Facebook’, enfim mostra sua cara

Nas próximas semanas, o Facebook conhecerá seu mais novo rival: o Diaspora. Concebido como uma alternativa à maior rede social do mundo (e, pretensamente, uma antítese a ela), o projeto vai ao ar em outubro. Nesta semana, seus idealizadores revelaram um conjunto de códigos para os desenvolvedores interessados em aperfeiçoar o produto, estratégia já utilizada pela Wikipedia. Eles mostraram também a interface do site – reproduzida acima.

Segundo as imagens publicadas no blog oficial do serviço, fica evidente a semelhança com o Facebook (reproduzido abaixo): a seção de amigos é disposta na lateral esquerda da tela, as mensagens propagadas na rede por seus amigos, no centro, e o campo dedicado ao compartilhamento de conteúdo, na parte superior.

Os responsáveis pelo Diaspora, contudo, prometem estabelecer uma linha nítida de separação entre os serviços. “Queremos recolocar o usuário no controle do conteúdo que ele compartilha”, afirmou o fundador Max Salzberg em entrevista ao jornal The New York Times. A estocada tem destino certo: o Facebook, seguidamente acusado de expor informações de seus usuários sem a devida autorização.

Foi justamente o descontentamento com o Facebook que alimentou o projeto Diaspora no início deste ano. Em abril, dados de todos os usuários – como nome, profissão, cidade, lista de amigos e álbum de fotos – passaram a ser considerados públicos. Em outras palavras, essas informações se tornaram acessíveis a qualquer um que acesse a rede social.

Até o momento, o Diaspora arrecadou mais de 200.000 dólares em doações de 6.500 pessoas. É esse dinheiro que alimenta o desenvolvimento do projeto. Entre os doadores estaria o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, segundo informação da rede britânica BBC. Apesar de alimentar expectativas, o Diaspora terá uma dura jornada pela frente. O Facebook, que conquistou recentemente a marca de 500 milhões de usuários, reina soberano no universo das redes sociais.