Facebook não é só a maior rede. Também cria empregos

[cmsgallery id="facebook-2012"]

Ao alcançar a (histórica) marca de 1 bilhão de usuários em todo o planeta, há algumas semanas, o Facebook revelou não ser apenas uma rede social, mas um dos principais componentes na era da economia digital. Segundo dados obtidos pelo site de VEJA, a companhia promoveu a criação de mais de 600.000 postos de trabalho nos Estados Unidos e na Europa nos últimos cinco anos – principalmente no setor dos aplicativos, área à qual o Facebook dedica cada vez mais atenção.

Continuar lendo

Economia ‘mastigada’ em infográfico. O New York Times explica

Economia é um sistema complexo – às vezes até incompreensível -, mas recheado de informações úteis a qualquer cidadão. No Jornalismo, o papel do profissional nessa área é crucial: transformar o beletrismo excessivo presente em termos e mensagens com grande caráter de prestação de serviço. É uma das tarefas mais árduas – e uma arte, é claro.

Nesta semana, o New York Times desenvolveu a síntese da simplicidade na editoria de economia. A publicação reuniu dados e desenvolveu um infográfico, com tons lúdicos, que compreende o complicado trabalho em estabelecer prioridades políticas. Principalmente em um país com o porte dos Estados Unidos.

Budget Puzzle: You Fix the Budget permite que qualquer pessoa conectada à rede tenha a possibilidade de equilibrar os orçamentos do governo federal. Você pode hierarquizar e escolher quais são as prioridades – e quais serão os cortes de despesa – para atingir os níveis estipulados para 2015 e 2030.

O leitor pode escolher se irá reduzir gastos com armas nucleares ou eliminar ou adicionar os subsídios aos agricultores. Feito o orçamento, você tem a chance de compartilhar seu projeto com seus seguidores no Twitter – prática comum feita em parte da mídia brasileira. Segundo o New York Times, o infográfico foi um dos mais ‘tuítados’ na história da publicação.

Trata-se, acima de tudo, de um bom exemplo de empresa que soube aproveitar os preciosos recursos da web para trazer a melhor informação ao leitor.

Posts relacionados
Como o New York Times foge do lugar-comum com um mapa de homícidios

O beneficiado da crise financeira


Nem precisou se movimentar: Google cresce devido às incertezas na hora de investir

A crise financeira que assola o mundo nas duas últimas semanas não provocou nenhuma alteração financeira no Google. O símbolo de pesquisas na web até se deu bem com toda a situação.

Segundo o que leio hoje no ElPaís, Google é uma das empresas consideradas “beneficiadas” com a turbulência dos mercados e, principalmente, com a oscilação de moedas.

A empresa norte-americana cresceu 26% em seu terceiro semestre deste ano, chegando a 1.346 milhões de dólares. Ou, simplesmente, 4,24 dólares por ação.

O pior: Google nem se movimentou por esse crescimento. Apenas se aproveitou da crise financeira, já que muitas empresas optaram por realizar publicidade na internet, pois acreditam que é mais “rentável e segura”.

Tudo para reduzir gastos, cortar eventuais despesas, já que a oscilação do mercado provoca incertezas. Só pra você ter uma idéia da amplitude disso, nos últimos três meses o número de anunciantes do Google cresceu 4%, dado relativamente interessante do ponto de vista do “medo de aplicar de forma equivocada”.

Foto: Rosefirerising.