Chrome abusa no uso de memória e processamento, travando PCs comuns

Bom, certamente já viram algo sobre o Chrome, o navegador do Google. Alguns cogitaram que o novo browser poderia desbancar Firefox e IE, aproveitando a grande visibilidade do gigante das buscas na rede. A verdade é que, usando o Chrome desde o lançamento do Beta, percebi que a principal falha do navegador, é justamente uma das mais graves.

O “maravilhoso” recurso de separar as abas de maneira independente gera uma quantidade muito grande de processos, sem falar no uso de memória RAM, muitas vezes superior ao de seus concorrentes.



Número de processos gerados com duas janelas abertas do navegador

Isso, num computador com processador P4 de 2.8Ghz, com tarefas diárias deste blogueiro/jornalista que vos escreve, gera uma taxa média de processamento de 97%. Mas e daí? E daí que a máquina, devido ao aquecimento, desliga automaticamente depois de um tempo. Sem falar nos problemas de tratar uma imagem, digamos no Photoshop, com somente 250MB de RAM livre.

Também uso o Chrome em casa, numa máquina mais potente e com Windows Vista, lá os problemas são menores, já que a máquina possui mais processamento e RAM. Fica mais fácil de esconder um grande uso de memória quando o PC tem isso sobrando.

Logo, minha dica é: entusiastas o Chrome é para vocês. Pessoas normais, continuem com o Firefox (melhor solução em uso de memória e processamento, sem falar nos add-ons). Não sei se esses “pesados” problemas vão se resolver com o tempo, mas “em tempo” o Chrome perde de lavada.

Fato da semana

Nós estamos muito vivos nesse jogo e nos movendo rapidamente. As notícias que prevêem nossa morte são claramente exageradas, garante o engenheiro do Mozilla, Brendan Eich

No meia da semana, a Google lançou seu navegador, Chrome, com certo alarde. Em apenas dois dias, o browser tornou-se o terceiro mais utilizado por internautas brasileiros e promoveu, além de tudo, um burburinho sobre a velocidade dos rivais Mozilla Firefox e Internet Explorer.

Foto: Cole h.

Firefox 3 mobile

Mozilla sempre foi sinônimo de inovação. Isso ninguém pode duvidar.

Vide o alarde e sucesso com a quebra do record mundial on-line de downloads do seu novo produto, o Firefox 3.

O navegador é visto com bons olhos por grande parte dos internautas e, logo mais, receberá uma novidade.

Firefox 3 será lançado em mobile também. Previsto para o final do ano.

O lance é que, provavelmente, não será um browser redimensionado ao celular. Especula-se sobre novidades que, com certeza, modificarão o mercado.

Foto: Flod.

Firefox Day

 
Mozilla quer quebrar barreiras e lança idéia que, por enquanto, tem retorno

O Firefox quer entrar para o Guiness Book. Em meio ao burburinho sobre o lançamento de um novo navegador, o Mozilla propôs um fato interessante e que deve se propagar na web nas próximas horas: Firefox quer ser o software mais baixado em 24 horas.

Isso mesmo. A proposta atrai bastante gente. Já existem 315 mil inscritos até o momento. Para ser mais um, faça um registro simples no Spread Firefox.

A iniciativa também conta com a aparição de um mapa para visualizar o número de pessoas por país que realiza um registro para baixar o software.

O Brasil, como sempre, é um grande destaque na web. Está em terceiro, atrás apenas de Polônia [?] e Estados Unidos.

Até o momento não há uma data oficial para a estréia do novo navegador, mas é certo que o Mozilla lançou um projeto audacioso na web: uma nova estrutura para visualizar a internet e milhares de pessoas serão “ratos de laboratório”.

Foto do Flod.