Twitter ganha nova versão – e fica parecido com Facebook

O Twitter anunciou nesta terça-feira a terceira grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que fica bastante parecida com a do Facebook, já está disponível a usuários e será aplicada tanto nas versões web quanto naquelas exibidas em dispositivos móveis.

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Google+ se descola do Diaspora

Dias após o Facebook anunciar a compra, por 1 bilhão de dólares, do híbrido de aplicativo e rede social Instagram, o rival Google+ tratou de apresentar a seus usuários a nova interface do serviço. É a primeira grande reforma visual desde seu lançamento, em junho de 2011, de um produto que recebe cada vez mais atenção dentro da gigante de buscas. Trata-se, sobretudo, de uma aposta correta ao escolher um visual que se adapta facilmente em navegadores de dispositivos móveis com telas sensíveis ao toque.

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Por que o Twitter está de cara nova

O Twitter promoveu nesta semana a primeira grande mudança estrutural desde seu nascimento, em março de 2006. As alterações – que estarão disponíveis a todos os perfis no prazo de duas semanas – pretendem, segundo a empresa, garantir uma “experiência mais fácil, rápida e rica” aos usuários. Há quem diga que a nova estrutura da ferramenta quer copiar o modelo do Facebook, que dá sinais de que quer se transformar em uma empresa de comunicação – entre usuários. Engano.

A estratégia do Twitter é conhecer a fundo e cada vez mais os hábitos dos usuários que acessam o site e ampliar o controle do tráfego nos mais variados dispositivos – celular, tablet e computador. De quebra, quer acabar com a divisão de dados com terceiros. A aposta começou a se delinear no início do ano, quando a empresa abriu os cofres para comprar o Tweetie, popular aplicativo de atualização do microblog para o iPhone, “matando” concorrentes. Trazendo o Tweetie para seu domínio, o Twitter passou a ter controle total sobre todas as informações pessoais de usuários que utilizavam o aplicativo. A regra vale para os demais casos de programas desenvolvidos por terceiros que permitem acesso ao microblog.

A decisão abriu uma guerra com os desenvolvedores independentes. Esses programadores alegam que, agindo dessa forma, os donos do microblog podem sufocar a concorrência e desestimular a construção de produtos não-oficiais. Isso porque, ao adotar um aplicativo como oficial, o Twitter termina por esvaziar os demais. A resposta da empresa às críticas, na época, foi rápida e direta. Ryan Sarver, líder de plataformas da companhia, foi objetivo: “Façam aplicativos melhores”.

Em outras palavras, o Twitter deu de ombros às reclamações. Mais importante para ele é manter sob controle as informações relativas aos hábitos de seus usuários. É isso que pode abrir novas oportunidades para a publicidade e, portanto, novas fontes de receita.

Novos dados – Durante a apresentação da nova estrutura, Evan Williams, um dos pais do Twitter, revelou dados sobre a rede. Em média, os usuários do site produzem mais de 90 milhões de tweets diariamente – o que corresponde a 62.500 mensagens por minuto, ou 1.040 tweets por segundo. Em junho, o número de mensagens enviadas por dia era de 65 milhões.