Huffington. Uma parada semanal para respirar

Capas da revista Huffington., do portal Huffington Post, exclusiva para iPad

Conhecido pelo alto volume de publicação e o poder de agregação, o lançamento da revista semanal do portal Huffington Post evidencia mais uma vez a importância da edição jornalística frente a velocidade do tempo real

Em sua passagem relâmpago pelo Brasil no ano passado, a mulher que empresta seu sobrenome para o maior (e mais veloz!) site de notícias do mundo me surpreendeu com seu andar sereno, a fala mansa, mas firme, e uma resposta que me intrigava muito até ontem.

Indagada pela platéia sobre como uma empresária com a agenda extremamente ocupada como ela conseguia se manter informada em meio a avalanche informativa da era das publicações em tempo real, incluindo aí seu próprio site, Arianna Huffington foi extremamente enfática: “Eu confio cegamente nos meus editores”.

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O que será assunto na web em 2012

Esboçadas em 2011, a batalha entre Facebook e Google e a expansão da internet móvel serão os grandes assuntos da web em 2012. O exército de Mark Zuckerberg oferecerá a seus usuários novos instrumentos para incentivá-los a usar ainda mais os serviços da empresa, assim como o Google não medirá esforços para lhe fazer frente com o Google+ – mesmo que a ação provoque a morte natural de sua antiga rede social, o Orkut. E cada vez mais usuários chegarão às redes sociais via dispositivos móveis, como tablets e smartphones. Estima-se que em 2012 sejam vendidos 1 milhão de tablets, contra 450 mil em 2011. Confira abaixo:

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Twitter promove 2ª grande mudança visual de sua história

O Twitter anunciou nesta quinta-feira a segunda grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que estará disponível a usuários nas próximas semanas, será aplicada nas versões web e para dispositivos móveis com sistema operacional iOS e Android.

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Enfim, Facebook lança aplicativo para iPad

Após uma longa expectativa, o Facebook finalmente lançou, nesta segunda-feira, seu aplicativo oficial para iPad. Disponível gratuitamente na loja de serviços da Apple, o produto acaba com um velho problema dos proprietários de tablet, que usavam uma versão para iPhone – limitada e carente de recursos – para acessar a maior rede social do planeta. Esperava-se que o programa fosse lançado na semana passada, junto com a apresentação do iPhone 4S. Não aconteceu. Nunca é tarde, contudo.

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Facebook lança recurso ‘incrível’. O que será? Vote na enquete

O Facebook apresenta nesta quarta-feira, às 13 horas (no horário de Brasília), uma novidade aos mais de 700 milhões de cadastrados. Mantido em sigilo e descrito por Mark Zuckerberg como “incrível”, o novo recurso pode abrir o próximo capítulo da batalha virtual pela fidelidade do usuário, sobretudo depois da chegada da rival Google+. Na sua opinião, qual será a novidade? Participe da enquete.

Atualizado: Fim do mistério. Conheça os recursos “incríveis” apresentado pela maior rede social do planeta.

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Como um aplicativo transforma o iPad, da Apple, em violino

Uma empresa especializada no desenvolvimento de produtos para o iPad colocou no mercado um aplicativo que reproduz a experiência de tocar o violino. O Magic Fiddle entra para a orquestra virtual de aplicativos para o tablet da Apple, que em poucos meses de vida – e oficialmente uma semana para os brasileiros -, já conta com piano, violão, bateria e trombone – todos, pagos.

Para comprovar a eficiência e fidelidade do Magic Fiddle (disponível na Apple Store por 2,99 dólares, aproximadamente 5 reais), a produtora Smule preparou um comercial com o quarteto canadense St. Lawrence String Quartet. O resultado do experimento já está disponível no YouTube – e pode ser visto no vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=U8wjFmLQJT4&feature=related

Tablets devem ‘matar’ netbooks

Uma nova geração de dispositivos móveis lançada no primeiro semestre de 2010 promete modificar a maneira pela qual as pessoas vão se informar, trabalhar e, é claro, divertir. Desde abril, os tablets vêm, pouco a pouco, se tornando o novo sonho de consumo dos que buscam unir os recursos de um computador à praticidade de smartphones. O iPad, tablet da Apple, é o maior símbolo desse novo reinado de telas sensíveis ao toque que, a partir de pequenos movimentos dos dedos, permite navegar por sites, blogs, livros, fotos e vídeos.

Em menos de três meses de vida, foram três milhões de unidades vendidas. Em 2011, analistas apontam que as vendas baterão em 48 milhões de dispositivos. “Chegamos a 1 milhão de iPads em apenas 28 dias; o iPhone só alcançou tal índice em 74 dias”, disse Steve Jobs, comemorando o próprio feito. O crescimento vertiginoso e invejável do dispositivo já permite discutir a hipótese de que os tablets podem provocar a extinção dos netbooks, aparelhos com menos recursos e telas de no máximo 12 polegadas, voltados apenas para lazer e navegação na internet e que debutaram no Brasil em 2007.

Vida em Rede conversou com Angela McIntyre, analista da empresa de pesquisa Gartner e diretora do Client Computing Markets, para entender a dinâmica do mercado e os novos gostos dos consumidores. Diz a pesquisadora: “O mercado de netbooks terá uma redução de vendas paulatina – em 2012, estimamos cerca de 5%. Nos próximos anos, a venda desses aparelhos será menor em relação aos notebooks, por exemplo. E um dos culpados pela mudança são dispositivos como o iPad”, explica. “Além disso, já existem empresas que pararam de criar modelos de netbooks”, finaliza.

Para Angela, empresas como HP, Dell e Acer, que priorizaram a criação de netbooks, já disponibilizam seus próprios tablets – levantando a suspeita de que os netbooks perderam o ar de novidade e, no momento, o que se busca é um dispositivo que ocupe, de forma decente, o espaço entre smartphones e notebooks. E os tablets começam a seguir neste caminho, na direção de desempenhar tarefas leves e triviais.

Foto: Getty Images.

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iPad como um dispositivo móvel coletivo

Conhecer o consumidor de conteúdo em plataformas que começam a se popularizar é um assunto suntuoso entre empresas de mídia. Ainda mais com tablets, como a sensação midiática iPad, da Apple. Os diversos estudos em torno de um suporte tecnológico não tão popular assim já refletem o seu impacto.

Desta vez, foi o Instituto Nielsen que entrevistou, em agosto, mais de 5 mil proprietários de dispositivos móveis – entenda-se netbooks, e-readers, tablets e smartphones – para mapear quem é este consumidor de conteúdo e o uso que faz da ferramenta. A pesquisa foi publicada nessa quinta-feira.

Notícias (44%) e músicas (41%) são os conteúdos regularmente mais acessados pelos adeptos do serviço. No entanto, um fato chama atenção – a possibilidade de emprestar o próprio iPad.

Pela segunda vez em menos de 15 dias (a primeira tem autoria da editora Conde Nast), uma pesquisa aborda o espírito de compartilhamento de quem é dono de tablets como iPad. Quase metade dos entrevistados (46%) admite emprestar a uma ou mais pessoas o seu dispositivo móvel. O número é superior, por exemplo, ao empréstimo de netbooks (44%), smartphones (34%) e e-readers (33%), como Kindle. O que é, no mínimo, curioso.

Essa manifestação realmente iria acontecer. Mas apenas no momento em que o gadget se tornasse popular – o que não acontece no momento. Tablets como iPad não são ferramentas tão pessoais como um celular. Nesse sentido, o iPad se aproxima da cultura de compartilhamento de livros, por exemplo. Emprestar pressupõe, sobretudo, confiança.

Nessa linha, o Paid Content levanta uma questão. O iPad é um dispositivo móvel?

O estudo completo do instituto Nielsen pode ser visualizado aqui.

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Como simular um holograma usando o iPad

(Foto: Reprodução)

Desde seu lançamento, o iPad, tablet da Apple, vem despertando a imaginação de muita gente. Publicitários e designers britânicos de duas agências se uniram para criar um vídeo que simula uma holografia com a ajuda da tela do dispositivo. Para criar o efeito, a equipe desenvolveu modelos de textos e animações em um software 3D.

Os especialistas usaram também uma técnica bastante popular entre os fotógrafos, o light painting. Consiste em registrar o rastro de luz deixado pelos textos e animações na tela do iPad em um ambiente escuro.

O resultado da experiência foi registrado em vídeo. Confira a seguir:

[HTML1]

(Por Renata Honorato)

A MSNBC pensa no iPad. E no pageview

Comentei na semana passada, no Twitter, sobre o redesenho de páginas internas do MSNBC, um dos sites de notícia de maior audiência nos Estados Unidos. A interface é inovadora, foge do lugar-comum do que se vê hoje na web e não busca reinventar a roda no momento de adaptação de conteúdo – construiu um ambiente virtual que é adaptado automaticamente em tablets, como o iPad, da Apple. Note, por exemplo, os ícones na parte lateral à direita do seu navegador: são adaptados ao toque de um dedo.

Mas, o que mais me chamou atenção nesta área – e que ganhou repercussão em blogs especializados em mídia – foi a discussão envolvendo o ‘pageview’ (páginas visitadas), que envolve, principalmente, a venda de espaço publicitário. O PaidContent e o LostRemote falam sobre o assunto.

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