Twitter ganha nova versão – e fica parecido com Facebook

O Twitter anunciou nesta terça-feira a terceira grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que fica bastante parecida com a do Facebook, já está disponível a usuários e será aplicada tanto nas versões web quanto naquelas exibidas em dispositivos móveis.

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VEJA alcança 700.000 seguidores no Twitter

Na última sexta-feira, VEJA alcançou a marca de 700.000 seguidores no Twitter. Mantém-se, assim, entre os 40 perfis mais populares do Brasil no microblog e o primeiro entre os  sites de notícias.

Em dois anos e um mês de atividade virtual no microblog, foram produzidos mais de 31.000 tweets – uma média de 1.240 mensagens mensais, 41 por dia. Os seguidores correspondem: no último mês, VEJA angariou mais de 60.000 leitores acompanhando o perfil no microblog.

A conta apresenta a seus seguidores uma seleção das principais notícias das áreas de política, economia, comportamento, tecnologia, educação, saúde, internacional e variedades. Mantém, sobretudo, diálogo intenso com os adeptos da rede.

Ao longo de sua evolução, o perfil de VEJA também se desdobrou – a pedido de leitores. Hoje são dez perfis oficiais vinculados ao site – como os colunistas de VEJA Paula Neiva, Ricardo Setti, Lauro Jardim e Reinaldo Azevedo e os blogs da redação VEJA10+, Maquiavel, Enquetes e VEJA Meus Livros. Todas as contas estão centralizadas em uma página dedicada a Redes Sociais no site de VEJA. Confira abaixo:

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Confira no quadro abaixo a evolução do número de seguidores de VEJA nos últimos três meses e conheça os dias da semana com o maior número de postagens no microblog.

Arte: André Fuentes.

A seguidora de VEJA no Twitter número 400.000

Foto: Arquivo pessoal

Há alguns dias, VEJA alcançou a marca de 400.000 seguidores no Twitter, mantendo-se entre os 50 perfis mais populares do país no microblog – o primeiro mantido por um site de notícias. A conta de VEJA também se destaca entre as publicações estrangeiras, ficando à frente, por exemplo, do diário britânico Guardian (89.200 seguidores), do americano Washington Post (198.000), do espanhol El Pais (256.000) e também da revista The Economist (397.000).

VEJA vem registrado a trajetória em ascensão. Foi assim quando o perfil alcançou 100.000 seguidores e, em seguida, 200.000 e 300.000. Em todas as oportunidades, a ideia foi buscar uma aproximação ainda maior com nossos seguidores.

Desta vez, “pinçamos” a seguidora de número 400.000: Roberta Trindade, nutricionista de 23 anos que mora em Vila Velha, no Espírito Santo. Na conversa a seguir, ela fala sobre a rede e as razões para seguir os tweets de VEJA:

Por que seguir @VEJA?
Criei meu perfil recentemente e, por ora, procuro seguir pessoas ou marcas de meu interesse. Já sou leitora da revista desde a época do ensino médio. Percebi que o site de notícias está mais completo. Gosto bastante dos temas abordados, como política, economia, cultura e tecnologia.

Como descobriu o perfil no microblog?
Acabei conhecendo VEJA no Twitter a partir de um retweet de um amigo e, desde então, tenho gostado bastante dos conteúdos publicados na rede. Lembro-me até hoje de algumas reportagens, como a que falava sobre o aumento da população obesa nos Estados Unidos. Como sou nutricionista, me interessei pelo assunto. Tanto assim que virou assunto para discussão com colegas.

Que tipo de perfil você segue?
Não tenho um modelo padrão, mas busco os perfis de artistas que admiro, parentes, revistas, emissoras de TV, políticos e, é claro, amigos.

O que você espera do perfil de @VEJA?
VEJA é uma marca completa. Espero que continue assim, apresentando temas e conteúdos atuais, pois, além de informar, ensina e forma opinião.

Quais são os benefícios do Twitter à sua vida?
Estou há pouco tempo no microblog, mas já percebi que o Twitter é uma ótima ferramenta de compartilhamento de conteúdo e informação, permitindo que eu fique atualizada sobre o mundo.

Quando a meta é ter 180 mil seguidores

Um dos perfis que mais sabe usar a interação e os recursos espalhados no Twitter é o da @revistasuper, gerenciado hoje por dois profissionais da publicação. Sem a condição – e pretensão – de tornar-se rede um canal hard-news, com a disponibilidade de notícias diárias propagadas em tantos sites noticiosos, a conta preserva o valor que cabe ao impresso há muitos anos: aguçar a curiosidade alheia.

Para manter a fama em ambientes digitais, o perfil no microblog propõe uma ação, no mínimo, curiosa. Com o título “@revistasuper rumo a Araçatuba“, a marca disponibilizou aos usuários um vídeo apresentando dados que envolve o número 180 mil – registro que corresponde ao número de habitantes de Araçatuba, localizado no interior de São Paulo.

Sou da opinião que devemos diferenciar e saber mensurar as expressões ‘qualidade’ e ‘quantidade’ em rede. Nem sempre um valor absoluto considerado alto tem o impacto e influência de um registro em menor escala. A variável, neste caso, é simples: descobrir qual o grupo que possui mais pessoas influentes no círculo virtual. E a @revistasuper parece saber lidar com o tema: tanto que é figura onipresente entre os mais clicados e ‘retuitados’ no migre.me, encurtador mais usados pelos brasileiros no microblog.

Contudo, o mais interessante é conhecer a face escancarada da estratégia: fortalecer a marca nas redes sociais, atingir pessoas interessadas na publicação e o que eu considero como essencial – transportar pessoas da malha da rede que desconhecem a existência do conteúdo on-line. Diz Kleyson Barbosa, um dos responsáveis pelo perfil: “o objetivo da campanha era crescer em 35% o número de seguidores em dois meses e chegar a 180 mil. Mas, em menos de um mês, a campanha parece ter conquistado o público: devemos alcançar a meta na próxima semana.”

E o projeto transcende apenas a conquista de um número em rede. O registro representará um projeto especial encabeçado pela redação da Super. Vale a pena acompanhar.

Personalidades que subvertem a lógica do Twitter

“O Twitter é uma ferramenta de comunicação que possibilita a interação e aproximação das pessoas”. Com essa frase, Jack Dorsey, um dos fundadores da empresa, tentou resumir o papel da rede de mensagens de até 140 caracteres. Na prática, diversas razões levam as pessoas a criar perfis: seguir políticos e celebridades, fazer promoções, ganhar dinheiro. Em todas elas, contudo, em geral prevalece a lógica da troca.

É claro que tem gente que subverte a lógica da rede, tentando unicamente garantir o seu “terreno virtual”. Angelina Jolie é a mais recente personalidade a ingressar no ambiente da comunicação virtual visando apenas “dizer” (ou melhor, escrever) – e não ouvir (cultivar seguidores, retuitar – interagir, enfim). A mulher de Brad Pitt não segue ninguém e mantém suas mensagens, se é que elas existem, bloqueadas.

Confira a seguir perfis de algumas personalidades que fogem dos princípios do site – produzir mensagens, acompanhar o que outras pessoas têm a dizer, trocar ideias e interagir.

Dalai Lama

O líder espiritual Dalai Lama se mostra intocável na ferramenta: produz mensagens quase que diárias sem link e não segue ninguém. Seu índice de generosidade (calculado a partir do hábito de retuitar posts de outros perfis) é zero, segundo medição do site Twitalyzer.

Mano Menezes

O novo técnico da seleção brasileira é o segundo perfil mais popular do país no Twitter, com mais de 1,4 milhão de seguidores. A exemplo do Dalai Lama, não segue ninguém, muito menos replica tweets alheios.

Conan O’Brien

O comediante e apresentador americano é exemplo do perfil que não distribui links. Resultado: não interage com nenhum dos seus mais de 1,2 milhão de seguidores. O mais inusitado é que O´Brien – que já foi roteirista dos Simpsons – segue apenas uma pessoa. E de forma aleatória. A escolhida foi Sarah Killen, que pouco tempo depois virou uma celebridade virtual.

Dave Matthews e Xuxa

“Tô aqui de volta pra deixar claro que não quero e não vou processar o Twitter. Sou contra a censura, mas sou a favor do respeito. Fui.” Quem acompanha a rede de mensagens, considera esse tweet – o último de Xuxa Meneghel – uma das postagens mais engraçadas da rede. A apresentadora, que tentou criar passos digitais no microblog, abandonou o espaço em setembro. E nunca mais voltou. Mesmo assim, conta com mais de 380.000 seguidores. O mesmo acontece com o músico Dave Matthews. O cantor, que segue apenas três pessoas, não escreve um tweet desde fevereiro. Apesar do deserto virtual que marca seu perfil, mais de 800.000 pessoas o acompanham – ou melhor, aguardam novas mensagens.

Twitpic acrescenta marcação de faces ao seu serviço

Um dos serviços mais famosos para postagem de fotos no Twitter, o Twitpic, incluiu nesta terça-feira a função de marcação de faces (Face Tagging), permitindo que usuários identifiquem pessoas conhecias nas imagens.

As tags servem para associar pessoas que aparecem nas fotos com o perfil delas nas redes sociais. Assim como no Orkut e no Facebook, elas aparecem como molduras ao redor do rosto quando o internauta passa o mouse por cima da foto.

Ao acrescentar uma tag a alguma foto, o usuário tem a opção de enviar uma mensagem à pessoa que aparece na foto, anunciando que fez a associação. Caso não goste, o usuário marcado pode simplesmente remover a tag.

Na semana passada, o Twitpic tinha anunciado outra novidade – a opção de agrupar fotos em função do evento ou ocasião em que foram tiradas. De acordo com o fundador do site, Noah Everett, mais algumas funcionalidades relacionadas a grupos e a geolocalização estão por vir.

O serviço, que recentemente atingiu 10 milhões de usuários, se popularizou em 2009, quando o voo US Airways 1549 foi forçado a pousar no Rio Hudson. Um internauta tirou uma foto do incidente com seu iPhone e tuitou pelo Twitpic antes que os veículos da mídia tradicional chegassem ao local.

(Por Paula Reverbel)

Twitter: nada de redes de anúncios, por enquanto

Sem anúncios automáticos enviados por redes em sua timeline. Pelo menos é essa a decisão do Twitter, segundo um post oficial do blog nesta segunda-feira. A decisão, segundo o texto, é para preservar a experiência de navegação e interação do usuário com a rede, uma “preocupação constante” da equipe do microblog.

First, third party ad networks are not necessarily looking to preserve the unique user experience Twitter has created. They may optimize for either market share or short-term revenue at the expense of the long-term health of the Twitter platform

E logo logo, sem sombra de dúvidas, o próprio time do Twitter irá encontrar uma maneira de acolher essa demanda de anunciantes afinal, o serviço precisa render financeiramente. Possivelmente o time de 200 pessoas destinada a analisar as possibilidades de mercado, vai acabar gerando um serviço para quem desejar anunciar, algo à la Google, na minha opinião. Resta esperarmos pelo andar das coisas.

Foto do Flickr

Twitter segue surpreendendo o mundo

Inquietante. Que o Twitter está virando febre no mundo, todos já sabem. Mas, mesmo assim, os números de crescimento da sua audiência continuam sendo impressionantes.

Em fevereiro, a ferramenta de microblog que acaba de completar três anos de existência atingiu a marca de setes milhões de visitantes únicos, um crescimento de 1382% em comparação com o mesmo mês de 2008, quando somava 475 mil visitantes únicos. Os dados são da Nielsen Online.

A marca representa o maior crescimento entre todas as redes sociais. Zimbio e Facebook, que foram o segundo e o terceiro colocados em incremento de acessos no período, viram seus números de visitantes saltarem 240% e 228%, respectivamente.

Claro, devemos guardar devidas proporções, pois crescer de 1 para 2 é mais fácil do que 1000 para 2000, e sabemos que o números de usuários do Facebook é bem maior do que do Twitter, porém, essa expansão é significativa, ao passo que o número de pessoas que passam a utilizar e acessar o Twitter cresce exponencialmente.

Outro indício revelador de que o Twitter passa a ganhar grandes dimensões no cenário mundial foi o fato do microblog ter sido o site mais visitado do Reino Unido na semana do dia 14/03, recebendo mais acessos do que sites de mídias tradicionais daquele país como o The Guardian, Times, The Sun e Telegraph, segundo dados da empresa de pesquisas Hitwise.

Embora o Twitter seja uma fonte de notícias para muitos, ele se mostrou uma fonte de tráfego para sites de notícias. Em fevereiro, 9,6% dos acessos do Twitter rumaram justamente para sites de notícias e mída, sendo que 41% desse total de acessos migraram para sites de mídias impressas, dominados pelos jornais.

Esses acontecimentos mostram a impressionante visibilidade e importância que o Twitter vem ganhando no mundo da web, a qual deve se intensificar. Ainda não sabemos quais serão os outros feitos que o microblog realizará, mas, pelo andar da carruagem, podemos esperar outros fatos surpreendentes.

Foto: Infelix

Um Twitter para jornalistas

Não sei se é de grande utilidade, mas vamos lá.

Via Ryan Sholin, eis que conheço o ReportingOn. Um microblog similar ao Twitter, com mensagens curtas de até 140 caracteres, mas destinada apenas aos jornalistas.

A idéia, que possui apoio total da Fundación Knight, é compartilhar temas entre os profissionais da comunicação, promovendo novas idéias, direcionamentos e pautas para a construção de reportagens.

Mas aí vem a pergunta: é necessário ser jornalista para dividir/agregar todos estes conceitos?! Que premissa é essa? Que pretensão seria essa? Por que tal exclusividade?

Engenheiro, médico, estudante, músico, vagabundo, qualquer um pode dar uma boa idéia de pauta, “aconselhar” estruturas e conceitos de uma boa matéria jornalística.

E outra: se pararmos para pensar, o grande nicho de usuários do Twitter é de jornalistas/blogueiros/entusiastas da comunicação ou tecnologia. Ou seja, “ofícios” que possuem interesses próximos.

Por enquanto, 130 jornalistas estão na brincadeira.

Obama é a pessoa “mais seguida” no Twitter


Obama: “sou um político multimídia”

Barack Obama, sem dúvidas, é um sucesso na web.

Depois da ajuda dos estudantes Universidade de Standford com a criação do YouBama, o possível candidato às eleições presidenciais dos Estados Unidos é destaque no Twitter.

Segundo o Twitterholic, que mede a frequência de pessoas que seguem e são seguidas (famosos followers/following), Obama lidera o ranking do microblogging de maior sucesso no mundo com mais de 19 mil followers.

Scoble é o segundo, seguido de Calacanis, Laporte e Macrumors.

Outros destaques políticos entre os 100 mais seguidos no Twitter são John Edwards (41º), Bill Clinton (71º), além de Hillary, sua esposa, (81º).

Os dados só confirmam a presença e importância de Twitter nos Estados Unidos.

Provavelmente, quem alimenta cada microblog devem ser os assessores de imprensa de cada político, mas pode-se considerar um importante mecanismo de propagação de informação pessoal com 138 cc.

No Brasil, a idéia, com certeza, será adotada por alguns políticos. Twitter é de fácil acesso, existem uma boa porcentagem de brasileiros no serviço, e é fácil na questão de divulgação de propaganda política.

Alguns destaques do ranking interessantes:
– Darth Vader é a 24a “pessoa” mais seguida
– NYT e CNN, dois dois principais veículos norte-americanos, são bem requisitados

Foto de Flickr.