Ensinamentos de ‘A Menina do Vale’: 100.000 downloads em 7 dias

Aos 24 anos,  Bel Pesce acaba de colocar mais uma estrela em seu breve – porém brilhante – currículo, que inclui passagens pela Microsoft e Google e a criação da própria empresa, a Lemon, responsável por um aplicativo que controla gastos pessoais. Em apenas uma semana, o livro lançado por Bel, A Menina do Vale, alcançou a marca de 100.000 downloads.

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Microsoft prepara sua própria rede social

A Microsoft deu nesta quarta-feira os primeiros passos para desbravar o terreno social na internet, área ainda não explorada pela gigante de software. Pela primeira vez, foram divulgadas as imagens do Socl, rede da companhia que permite compartilhamento de conteúdos e mensagens a partir da integração com outras plataformas, como Twitter e Facebook. Sem data para estrear oficialmente, o Socl já deixou uma certeza: inspirou-se claramente no visual de serviços como Diaspora e Google+.

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Isabel Mattos, 23, uma empreendedora brasileira no Vale do Silício

Isabel Pesce Mattos é mais um talento brasileiro lapidado nos Estados Unidos. Aos 23 anos, a paulistana tem um currículo ostentoso: graduou-se em ciências da computação, matemática, economia e administração no Massachusetts Institute of Technology (MIT), por onde passaram mentes brilhantes como o britânico Tim Berners-Lee, o “pai da internet”, realizou um mestrado profissional no Google e trabalhou em dois projetos da Microsoft. De quebra, foi à mansão de Bill Gates e conversou com o papa do software.

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A primeira estratégia do Facebook para conter o Google+

O lançamento de um “recurso incrível” no Facebook – descrito pelo próprio fundador Mark Zuckerberg para o evento do próximo dia 06 – pode ser uma nova integração com o Skype, empresa de telefonia via internet mais popular do mundo e vendida recentemente para a Microsoft. Caso se concretize, a iniciativa não vem à toa. Trata-se da primeira ofensiva – planejada, diga-se -, da maior rede social do planeta frente ao Google+, projeto lançado na última semana.

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Para superar hiato, links e leituras

Após 34 dias viajando, conhecendo novos lugares  (e tentando estudar), retorno para superar o hiato no blog. Por ora, disponibilizo links – sem ordem de importância – que foram discutidos durante minha estada na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos. Alguns dos endereços indicados também estão em meu perfil no Delicious.

– E-mail: A caixa de mensagens terá vida longa. Pesquisadores, estudos e alguns “especialistas em social media” já vaticinaram por diversas vezes sua morte. Era o adeus dos conteúdos considerados pessoais para dar lugar aos tweets, likes e check-ins. Engano. Novos dados divulgados recentemente apontam a importância de gigantes de buscas como Yahoo, Bing e Google.

– Público e privado: Um novo capítulo entre uma das discussões mais antigas do Jornalismo recebeu destaque em maio. O mais recente episódio transformou-se numa polêmica de proporções inimagináveis. Tablóides britânicos disparavam rumores que o galês – e craque – Ryan Giggs, do Manchester United, teve um caso extraconjugal com Imogen Thomas, participante de uma das edições britânicas do Big Brother.

O caso ganhou grande repercussão: Thomas foi proibida pela Justiça, a pedido do jogador, de revelar o nome dele numa entrevista que seria publicada pelo tabloide The Sun. Não teve jeito. O nome de Giggs chegou ao público de uma forma, digamos, inusitada: durante uma discussão no Parlamento inglês. A publicação TIME fez um dos melhores textos a respeito do assunto levantando questões pertinentes sobre público, privado e imprensa.

– Facebook: Não faltaram especulações entorno do Facebook. A maior rede social do mundo foi, mais uma vez, alvo de boatos sobre parceria com Spotify – serviço de músicas que cada vez mais tem um caráter de biblioteca musical -, um possível navegador para competir, claro, com o Google, além de novos meios para compartilhar conteúdo – o que eu não duvido que ocorra.

O múrmurio de vozes virtuais mostram, cada vez mais, que Mark Zuckerberg é um dos poucos profissionais de internet que conhecem, de fato, a internet. Desde o início, o fundador do Facebook usa uma preciosa palavra em seus discursos: conectar. Há algum tempo, o Facebook não é mais uma rede social.

A plataforma que conta com mais de 600 milhões de usuários pretende se transformar em um ecossistema que permita novas ligações “sociais” e maior consumo de mídia. Não é à toa que a empresa lançou recentemente o Send ou até mesmo se aproximou da Casa Branca e Barack Obama. Em apenas duas – certeiras – tacadas quer tentar acabar com a mania de compartilhamento de links por e-mail e se proteger diante de Parlamentos e política, que tanto criticam o Facebook em relação à privacidade do interagente.

Mark Zuckerberg já mostrou a face de sua empresa – tornou-se um espaço de conexão entre pessoas. Chegou a hora de conectar pessoas, conteúdo e mídia. Uma possível recente parceria com o Spotify deixa isso evidente.

É o momento audacioso de Mark em criar uma internet dentro da própria internet.

A promessa do zoom em todas as imagens da web

O Live Labs é um importante braço da Microsoft para pesquisas e desenvolvimento de novos produtos para a internet. Em outras palavras, é o espaço responsável por analisar e propagar tendências de uma das maiores empresas do mundo. Há poucas semanas, o setor apresentou o Zoom.it – uma novidade que promete ser usada frequentemente por pessoas que apreciam visualizar detalhes de uma imagem.

Zoom.it permite “dar zoom” em qualquer foto publicada na web. Para usá-lo, você deve inserir o endereço da imagem (URL) na página principal do serviço. Clique depois na opção create (criar). O recurso possibilita que qualquer pessoa analise uma imagem de forma minuciosa – de quebra, gera um código para disponibilizar o resultado do Zoom.it em qualquer site ou blog. No caso da imagem abaixo, registrada por um usuário do site de compartilhamento Flickr, é possível reconhecer e procurar pessoas em meio à multidão.

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Os efeitos de uma possível negociação entre buscadores e Foursquare

A publicação britânica The Telegraph destacou na última semana uma possível negociação envolvendo serviços de busca com o Foursquare, rede social baseada em geolocalização. A integração facilitaria a vida dos usuários nas tarefas mais simples, como escolher o bar ou restaurante mais populares da sua região em tempo real. Caso a negociação se concretize, é um grande passo para o nicho publicitário. E uma derrota à privacidade.

Dennis Crowley, fundador da rede social, confirmou ao site a negociação, sem revelar o nome do serviço de buscas. Até o momento, empresas como Microsoft, Google e Yahoo não tiveram sucesso com recursos de geolocalização. E o Foursquare pode ser a solução.

A integração expõe um perigo que, nos próximos meses, terá um impacto maior no cenário brasileiro – o compartilhamento de rotina e dos dados do local onde você está. Enquanto o Facebook quer conhecer as idéias que são compartilhadas e o Twitter anseia saber o que você faz neste momento, o Foursquare quer saber onde você está, em tempo real, direto de um dispositivo móvel (celular ou tablet). Foursquare e seus ‘rivais’ não tão populares Gowalla e Loopt são ferramentas de interação entre pessoas, mas têm um princípio de vigiar e ser vigiado.

Questionado sobre o problema de exposição, Crowley se defende usando o mesmo discurso de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, para destacar a importância da privacidade. “Nós levamos a privacidade muito a sério”, avisa. O argumento pode até ser plausível, mas o Foursquare ainda é uma rede de nicho – possui dois milhões de cadastrados e já possui um recente passado que mostra a periculosidade do serviço.

O Please Rob Me (Por favor, me roube) serviu de alerta aos adeptos do site – utiliza dados produzidos no Foursquare para mostrar que o uso excessivo da rede pode facilitar ainda mais a vida de possíveis ladrões de plantão. A vulnerabilidade do serviço também é questionada.

Em junho, um hacker acessou informações de mais de 870.000 marcações no site – inclusive as configuradas para serem visualizadas apenas por amigos. Por mais que o serviço consista em dar controle aos usuários sobre as informações que eles compartilham, é no mínimo discutível a maneira como as pessoas são estimuladas a participar do site. Resta saber como usuários e o próprio Foursquare irão reagir.

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Foto: MariSheibley.

O casamento entre Foursquare e um gigante de buscas

Circulou nesta semana a informação sobre uma possível negociação envolvendo um serviço de busca na internet e o Foursquare, rede social baseada na geolocalização. Dennis Crowley, fundador do Foursquare, confirmou a conversa, sem revelar o nome do buscador. A estratégia é simples: despistar o mercado acerca de uma possível venda do site ao Yahoo!, que já havia oferecido 125 milhões de dólares por ele.

Até o momento, os gigantes de busca Microsoft Bing, Google e Yahoo! não obtiveram sucesso com recursos de geolocalização. E o Foursquare pode ser a solução.

As tarefas mais triviais seriam simplificadas pela integração. Um exemplo: ao fazer uma busca no Google por restaurantes de comida japonesa no seu bairro, o usuário do Foursquare receberia recomendações de estabelecimentos assinadas por pessoas de sua confiança. A mecânica é simples: o buscador acrescentaria ao seu tradicional resultado de pesquisa todos os check-ins (corresponde ao tweet no Foursquare) referentes a restaurantes na região desejada – tudo devidamente geolocalizado.

O mercado publicitário agradece. Muitas empresas já enxergam a atividade como isca para se aproximar dos potenciais consumidores. Estabelecimentos como redes de café ou restaurantes já oferecem descontos aos clientes que mais produzem check-ins a partir de suas lojas – recomendando-as aos amigos de Foursquare.

Até o momento, a ação tem agradado à relativamente pequena base de usuários da rede: apenas 2 milhões de pessoas – pouco, se comparado aos mais de cem milhões do Twitter. Mas se o seu esperado crescimento se confirmar (ele já foi chamado até de o “próximo Twitter”), é possível que a ferramente se torne uma referência, ditando quais os locais e estabelecimentos mais visitados – e recomendados – nos quatros cantos do mundo. Desse ponto de vista, fica claro que a parceria com um site de buscas extremamente popular é uma estratégia lógica.

Foto: Nan Palmero.

Como será o mundo em 2019, segundo a Microsoft

Há alguns anos, empresas de tecnologia desenvolveram um hábito comum na web –  lançar vídeos conceituais sobre o que nos espera no futuro. Lousas digitais sensíveis ao toque, carros que dispensam o uso de gasolina e o próprio motorista e televisores de alta qualidade, finas e dobráveis são alguns dos produtos identificados por ‘futurólogos’.

Para a Microsoft, a relação do ser humano com a tecnologia pode ser resumida em menos de dois minutos. Abaixo, um vídeo produzido pela empresa para mostrar como será o mundo em 2019:

httpv://www.youtube.com/watch?v=DQdGvfV4WnU&feature=player_embedded

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Steve Ballmer, presidente da Microsoft, apresentou nesta quarta-feira, em São Paulo, a nova versão do Windows Live Messenger, popularmente conhecido no país como MSN. O projeto da empresa é reunir todas as informações do internauta em um único lugar.

A nova versão do produto, que estará disponível aos mais de 46 milhões de brasileiros cadastros nos próximos meses, promete promover maior integração entre redes sociais, ambientes virtuais de grande participação do internauta no país.

Segundo a Microsoft, o novo serviço reunirá atualizações de sites como Facebook, MySpace e Linkedin, com a possibilidade de compartilhar, comentar e enviar mensagens por meio destas redes sociais. Faltou uma integração ao Twitter que, segundo a própria empresa, será avaliada.

Outra novidade do novo Messenger será a possibilidade de ter um chat em vídeo em alta definição, funcionalidade que não é possível na atual versão.

Confira dados interessantes a respeito do Windows Live Messenger:

  1. – 320 milhões de cadastros (ativos e inativos) em todo o mundo
  2. – 46 milhões de brasileiros são adeptos do serviço
  3. – Está disponível em 48 idiomas
  4. – São produzidas 10 bilhões de mensagens por dia