Confusão com foto da família Zuckerberg serve de lição a usuários do Facebook

Nesta terça-feira, um episódio envolvendo Randi Zuckerberg, irmã do fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, mostrou que problemas relativos a privacidade na rede social batem à porta de qualquer usuário do serviço. Randi usou seu perfil no Twitter para reclamar que uma foto que ela publicara reservadamente no Facebook (ou seja, apenas para amigos) foi parar no microblog. Ainda não está claro como a imagem de Randi veio a público. O que fica do episódio é um lembrete aos usuários do Facebook: ainda que um conteúdo seja publicado reservadamente na rede, pode se tornar público.

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Nova mensagem falsa sobre mudança de privacidade no Facebook

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Os criadores de mensagens falsas no Facebook voltaram a atacar. Desta vez, o texto trata de mudanças nos termos de privacidade da rede e foi compartilhado por muita gente. Novamente, a empresa de Mark Zuckerberg avisa: é fraude.

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Paywall, Mobilidade e Privacidade

Depois de um curto período de quinze dias de descanso, compartilho com vocês conteúdos pertinentes que foram discutidos na rede durante minha ausência no blog:

* O futuro não é móvel – é sobre mobilidade

* Por que o Washington Post nunca terá o paywall (muro de pagamento)

* Resultados da versão digital do The Guardian

* Os problemas enfrentados pelo The Daily (que serão comentados no blog)

Nos EUA, Facebook sofre seu mais duro revés

Nesta terça-feira, o Facebook sofreu o mais duro golpe desde sua criação, em fevereiro de 2004. A rede social selou um acordo com a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission, em inglês) pelo qual fica obrigada a pedir anuência do usuário antes de promover mudanças nas normas de compartilhamento de informações pessoais. O pacto não acarretará nenhuma mudança na atual página do serviço, mas dará ao usuário (ao menos o americano) a chance de escolher como utilizar a ferramenta.

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Excesso de compartilhamento irrita usuários do Facebook

Na semana passada, o Facebook apresentou mais uma alteração em seu site. São modificações no feed de notícias e no modo de compartilhamento de informações. Mas a proposta, que integra o pacote de reformulações que será finalizado no lançamento mundial da Timeline – prevista para as próximas semanas –, não foi bem aceita: parte dos mais dos 800 milhões de cadastrados vem usando o próprio Facebook para criticar as novidades.

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Facebook encontra no Ticker um novo espaço para lucrar

O Facebook estuda introduzir nos próximos dias um novo modelo de anúncios no perfil dos mais de 800 milhões de cadastrados na rede social. O objetivo da empresa é usar o Ticker (Novidades, em português), um dos recursos apresentados por Mark Zuckerberg, seu criador e CEO, na última conferência da empresa, para fornecer uma nova opção de publicidade às empresas. A ação, contudo, é mais uma tentativa de ressucitar o Beacon, um dos maiores fracassos da rede criado em 2007.

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Facebook e Washington discutem acordo sobre privacidade

O Facebook está perto de chegar a um acordo com autoridades americanas sobre a privacidade dos dados de usuários da rede social – o serviço é alvo constante de acusações de exposição indevida de informações dos cadastrados. Segundo o periódico The Wall Street Journal, pelo acordo, o Facebook terá de emitir comunicados oficiais antes de realizar “mudanças retroativas nas regras” de privacidade. A medida, que aguarda aprovação final da Comissão Federal do Comércio, prevê também que o site passe por auditorias independentes de privacidade nos próximos 20 anos.

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Privacidade nas redes sociais: quem quer?

Reclamações de exposição indevida de dados privados de usuários do Facebook não são novidade na história da rede social. Atento a essa insatisfação, mas não só, o site de Mark Zuckerberg apresentou nesta terça-feira a maior mudança de sua história, simplificando as configurações de privacidade. Além de agradar usuários, o Facebook quer evitar atritos com órgãos reguladores estatais e entidades que inundam a web com críticas à rede, além, é claro, de tentar conter o avanço do Google+, rede social da gigante de buscas. Mas será que a massa de usuários se preocupa mesmo com isso?

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Zuckerberg e Facebook precisam de Obama – e vice-versa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fará nesta quarta-feira uma visita especial à sede do Facebook, em Palo Alto, na Califórnia, com transmissão em tempo real (às 17h15, horário de Brasília). É mais uma demonstração dos laços entre a Casa Branca e a rede social mais popular do planeta. Enquanto Obama tenta demarcar o terreno virtual para sua campanha pela reeleição,  Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, procura cercar-se contra acusações de violação de privacidade e tentativas de endurecer a regulamentação do setor.

As relações entre Zuckerberg e Obama remontam a 2008. Naquele ano, o partido democrata contratou Chris Hughes, cofundador do Facebook, para coordenar parte da campanha on-line de Obama. Formado em História e Literatura pela Universidade Harvard, Hughes foi o responsável pela criação do MyBarackObama.com, rede social considerada decisiva para o sucesso democrata. Pouco tempo depois, o empreendedor estampou a capa da publicação americana Fast Company: “Conheça o garoto que fez Obama presidente”.

Obama continua apostando alto na influência do Facebook. Agora em campanha pela reeleição, lançou um site recheado de recursos da rede de Zuckerberg  – botões de compartilhamento conhecidos no Brasil como “Curtir” e a possibilidade de aderir à campanha na rede social. Já são mais de 19 milhões de pessoas que ‘curtiram’ a página do presidente no Facebook.

O Facebook também se movimenta para manter uma relação privilegiada com a Casa Branca. Já recrutou três assessores graduados com ótimo trânsito entre líderes políticos. São eles:

Sheryl Sandberg: ex-chefe de equipe do secretário de Tesouro do governo de Bill Clinton. Hoje é chefe de operações do Facebook e considerada a pessoa mais próxima ao fundador Mark Zuckerberg.

Ted Ullyot: advogado e ex-coordenador de gabinete do procurador-geral do governo George W. Bush. Atualmente é conselheiro-geral do Facebook.

Marne Levine: ex-assessora do grupo econômico do governo Obama. Hoje ocupa o cargo de vice-presidente de diretrizes públicas globais do Facebook.

O mais novo candidato a fazer parte da equipe de Mark Zuckerberg é Robert Gibbs, assessor de longa data de Obama que deixou o posto de secretário de imprensa em fevereiro. A ideia é incorporá-lo ao departamento de comunicação da rede social, segundo informou o The New York Times.

Profissionais com trânsito na Casa Branca podem ajudar o Facebook a conter os ataques contra a exposição de dados dos usuários do site – uma mina de ouro para ações publicitárias nas páginas internas da rede. Recentemente, o Facebook se posicionou claramente contra os planos definidos pela União Europeia sobre um regulamento que obrigue redes sociais e sites a excluírem completamente dados armazenados de usuários.

Foto: Flickr de Barack Obama.

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