Ello, mais uma rede social ‘anti-Facebook’

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Nas últimas semanas, o gigante invulnerável Facebook conheceu mais um contendor em potencial: Ello. Concebido em 2013 como uma alternativa à maior rede social do mundo (e, pretensamente, uma antítese a ela), o novo rival ganhou destaque após forte adesão da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), grupo descontente com a rede de Zuckerberg por bloquear contas com pseudônimos, em sua maioria de drag queens — o serviço exige nomes reais. A gritaria foi grande e contribuiu para levantar, mais uma vez, a seguinte questão: há, enfim, um concorrente à altura do Facebook? É cedo para dizer. O desejo de ser uma rede ‘anti-Facebook’ é nobre, mas não é nupérrimo. Sonhar em ser a antípoda da plataforma que reúne metade da população mundial conectada não é uma tarefa nada fácil de ser executada.

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Curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data na FAAP

Curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data na FAAP

Estão abertas as inscrições para o curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), projeto do qual serei coordenador, ao lado de Alec Duarte. O programa, com duração de três meses, faz parte do projeto de evolução do curso de Comunicação em Dados (Jornalismo de Dados), ofertado na instituição no fim do ano passado.

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Twitter muda o visual. E fica mais parecido com o Facebook

novo-visual-perfil-twitterNa tentativa de angariar mais usuários, o Twitter anunciou nesta terça-feira sua primeira grande mudança visual no ano. A nova interface, disponível a um grupo restrito de usuários, será aplicada tanto nas versões web como naquelas exibidas em dispositivos móveis. É, sobretudo, uma reprodução fiel ao layout do maior rival, o Facebook.

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Twitter, Facebook e Google travam a #batalha das hashtags

Na semana passada, o Google comemorou 15 anos lançando uma série de atualizações do produto que o fez gigante: seu motor de buscas. Entre as novidades, uma foi revelada discretamente, por meio de seu engenheiro de software Zaheed Sabur na rede Google+: a possibilidade de realizar pesquisas usando hashtags, recurso símbolo do Twitter que permite acompanhar um assunto em tempo real na web, bastando para isso acrescentar o símbolo # ao termo que se quer buscar. O acréscimo da funcionalidade ao buscador mostra a força de um recurso que, há cinco anos, era mais conhecido como um símbolo usado em partituras musicais. Era a faísca que faltava para iniciar uma nova batalha digital.

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O Twitter decidiu: quer ser uma empresa de mídia

Durante a penúltima edição do All Things Digital Media Conference, em janeiro de 2012, nos Estados Unidos, o CEO do Twitter Dick Costolo foi incisivo e direto ao se referir ao modelo de negócio da companhia. “Nós não somos uma empresa de mídia“, garantiu. De fato. A responsabilidade fundamental da rede é criar uma plataforma, e não desempenhar uma função editorial. Seu argumento é, no mínimo, plausível: “Participar de negócios envolvendo empresas de mídia não faz de nossa companhia um novo rival no mercado”, finalizou. Mas o microblog que nasceu com o objetivo de promover a troca de mensagens de texto no âmbito empresarial cresceu, ganhou asas e parece querer mudar seu trajetória. Hoje, seu passarinho azul parece apontar para um universo cada vez mais conhecido pelo Jornalismo – e seus jornalistas.

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No Brasil, fundador do Twitter garante: “Facebook não me preocupa”

Ao chegar à Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, onde ministraria na tarde desta quinta-feira uma palestra a professores e alunos, o americano Jack Dorsey, um dos fundadores do Twitter, pareceu surpreso com o grande número de pessoas que o aguardavam. Sua primeira reação foi sacar o smartphone e tentar registrar o momento usando o Vine, aplicativo que ajudou a conceber para produção de ‘microvídeos’ de até seis segundos de duração. A demonstração não saiu das melhores (confira abaixo). Na pressa, um funcionário da instituição interrompeu a gravação e logo o conduziu ao palco para falar sobre a história do Twitter e a importância da ferramenta no país. Ao ser questionado sobre o rival Facebook, o executivo não hesitou: “o Facebook não me preocupa”.

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Pheed, a nova sensação do universo das redes sociais

Recentemente, o Facebook relevou uma informação curiosa: os adolescentes cadastrados no site andam um tanto cansados de dedicar horas e horas à rede de 1 bilhão de amigos. Em grande parte, esse público deslocou conversas virtuais para outros serviços bem conhecidos, como Instagram e WhatsApp, ou se aventurou em plataformas nascentes, que registram ascensão notável. É o caso do Pheed, disponível na web e em dispositivos móveis com sistema operacional iOS (Apple) – e, nos próximos 20 dias, também Android (Google), conforme a empresa revelou com exclusividade ao site de VEJA.

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Twitter, 7 anos: 200 milhões de seguidores e um grande desafio

Às 18h02 (horário de Brasília) do dia 21 de março de 2006, nascia um dos maiores fenômenos tecnológicos e culturais da web. Curiosamente, o Twitter não surgiu para se tornar uma ferramenta popular. Nascido twittr (nome inspirado no site de compartilhamento de imagens Flickr), ele foi criado por Jack Dorsey (programador de software), Evan Williams (fundador do Blogger) e Biz Stone (outro homem por trás do Blogger) como um projeto paralelo de uma empresa de podcasting, a Odeo: a ideia era usar a ferramenta de microblog de 140 caracteres para promover a troca de mensagens de texto no âmbito empresarial. Foi muito além. Hoje, com 200 milhões de usuários – segundo informa a própria empresa nesta quarta-feira – o Twitter se tornou um espaço de diversão, autopromoção, informação e, especialmente, compartilhamento. Williams e Stone já deixaram a empresa, mas a permanência de Dorsey no comando da companhia mostra que seu destino é resumido a um termo: segunda tela. Ele define o hábito de usar a internet para comentar um programa de TV em tempo real.

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Twitter, 7 anos: 200 milhões de usuários e um grande desafio

Às 18h02 (horário de Brasília) do dia 21 de março de 2006, nascia um dos maiores fenômenos tecnológicos e culturais da web: o Twitter. Curiosamente, o microblog não surgiu para se tornar uma ferramenta popular. Nascido twittr (nome inspirado no site de compartilhamento de imagens Flickr), ele foi criado por Jack Dorsey (programador de software), Evan Williams (fundador do Blogger) e Biz Stone (o outro homem por trás do Blogger) como um projeto paralelo de uma empresa de podcasting, a Odeo.

A ideia era usar a ferramenta de microblog de 140 caracteres para promover a troca de mensagens de texto no âmbito empresarial. Foi muito além. Hoje com 200 milhões de usuários – segundo informa a própria empresa nesta quarta-feira –, o Twitter se tornou um espaço de diversão, autopromoção, informação e, especialmente, compartilhamento. Williams e Stone já deixaram a empresa, mas a permanência de Dorsey no comando da companhia mostra que seu destino é resumido a um termo: segunda tela. Ele define o hábito de usar a internet para comentar um programa de TV em tempo real.

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Mundial de Clubes, o evento mais tuitado no Brasil em 2012

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A partida final do Mundial de Clubes da Fifa, realizada neste domingo, no Japão, que rendeu ao Corinthians o bicampeonato, foi o evento mais tuitado no Brasil em 2012, segundo dados divulgados pelo Twitter.

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